Escola D. Maria II protesta contra antena de telecomunicações

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Alunos, pais e professores da Escola D. Maria II protestaram, na manhã desta sexta-feira, em frente ao Lar S. João de Deus, em Gavião. Estão contra a instalação de uma antena de telecomunicações no terreno da Santa Casa da Misericórdia, que fica a escassos metros da escola.

Centenas de alunos, com pais e professores, pedem que a antena, instalada no início do mês, não entre em funcionamento. A comunidade escolar teme radiações prejudiciais à saúde.

O professor Sérgio Rodrigues lembra que a Organização Mundial de Saúde e o Instituto Ricardo Jorge desaconselham a instalação deste tipo de antenas junto a escolas. A mesma preocupação existe da parte dos pais. Iolanda Sá, mãe de uma menina do 6.º ano, juntou-se à manifestação por recear que a antena prejudique a saúde das crianças.

A Câmara Municipal assume que recebeu o pedido de licenciamento para a instalação da antena e que a mesma cumpre os requisitos legais nacionais para este tipo de estrutura. No entanto, e dado o alarme social provocado, solicitou um parecer à Direção Geral da Saúde. Quando o tiver, sabe o CIDADE HOJE, tomará uma posição.

Contactado pelo CIDADE HOJE, o Provedor Rui Maia deu conta que no próximo dia 19, a Santa Casa da Misericórdia de Famalicão, a Câmara Municipal e a NOS vão reunir e, posteriormente, emitir um comunicado com esclarecimentos sobre a instalação desta antena. Mas, desde já, Rui Maia informa que a operadora NOS, a entidade responsável, é detentora de todos os licenciamentos necessários para a instalação desta estrutura. Adianta, ainda, que há pareceres jurídicos que garantem a legalidade do processo.

Trabalhadores de saúde em greve a 20 de dezembro contra degradação do SNS

Numa nota enviada à agência Lusa, o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Sintap) afirma que “os trabalhadores da saúde foram empurrados para a greve” devido “à ausência de resposta por parte do Governo, em particular dos ministérios da Saúde e das Finanças no que respeita à resolução dos inúmeros problemas vividos diariamente pelos trabalhadores dos hospitais EPE”.

O Sintap alerta para a “progressiva degradação” das condições de trabalho e da qualidade dos serviços na dependência do Ministério da Saúde (MS).

“Com esta jornada de luta, que engloba os trabalhadores em regime de contrato de trabalho em funções públicas e os trabalhadores com contrato individual de trabalho, pretende-se pressionar os governantes e as administrações dos hospitais EPE no sentido de tomarem medidas tendentes a resolverem os problemas que exigem resposta urgente”, refere a estrutura sindical, em comunicado.

Entre os problemas citados destaca a progressão nas carreiras para todos os trabalhadores, a dignificação das carreiras da área da saúde, o reforço de recursos humanos nos quadros de pessoal dos hospitais EPE e demais serviços tutelados pelo Ministério da Saúde.

O pagamento das horas de trabalho extraordinário vencidas e não liquidadas, a inclusão de todos os trabalhadores na ADSE, o cumprimento do acordo coletivo de trabalho para os trabalhadores com contrato individual de trabalho, de forma a conferir-lhes um regime de carreira, em condições de igualdade face aos colegas em regime de contrato de trabalho em funções públicas.

Reivindicam igualmente a contagem do tempo de serviço, a adoção do vínculo único e a defesa do Serviço Nacional de Saúde.

“O Sintap insta o Governo a iniciar processos negociais com a máxima brevidade, “de modo a evitar o crescimento do descontentamento e a manutenção de um clima tendente a agravar as formas de luta que visam alcançar soluções para as justas reivindicações dos trabalhadores”.

Pafil: Empresa de Barcelos muda-se para Famalicão e pretende contratar 30 colaboradores

A Pafil, empresa especializada em vestuário de neve, montanha e proteção individual, vai investir dois milhões de euros euros na construção de uma nova fábrica, em Vila Nova de Famalicão.

Esta nova unidade industrial vai ser construída na freguesia do Louro, prevendo-se que as obras estejam concluídas em Março de 2020.

A mudança de instalações prende-se essencialmente com o crescimento da empresa e com a aquisição de novas máquinas. Nas atuais instalações já não temos margem para expansão e como tal optamos por construir uma unidade de raiz.

Administrador da Pafil, Rui Pereira, em declarações ao ECO

A empresa, com mais de 30 anos de existência, trabalha com marcas como são exemplo a BMW e a Safety. Emprega atualmente 75 pessoas e, assim que se der a abertura da nova unidade em Vila Nova de Famalicão, pretende contratar mais 30.

 

 

 

Agasalhos pendurados pelas cidades para aquecer quem mais precisa este Natal

Do roupeiro para as ruas, várias cidades portuguesas, nomeadamente Lisboa, Braga, Leiria, Covilhã, Viseu e Sines, vão transformar-se num “RUApeiro solidário”, em 22 de dezembro, com agasalhos quentes pendurados para quem precisa, anunciou hoje o movimento Heat The Street.

O momento de “troca direta”, em que as pessoas colocam um agasalho num cabide ou penduram com molas e deixam na rua para que seja recolhido por quem precisa, surgiu em 2015, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, através do movimento Heat The Street, que este ano se propõe a espalhar a ideia por todo o país.

“Sempre nos assumimos como movimento e não como um evento e gostamos de pensar na ideia que poderíamos chegar a outras cidades, a outros bairros, a escolas e as pessoas podiam fazer o seu próprio evento, portanto inspiravam-se no Heat The Street”, afirmou Helena Carvalho, uma das responsáveis pela organização da iniciativa, referindo que este é o primeiro ano que a ideia é implementada em outras cidades além de Lisboa.

A ação nacional, “para que Portugal se torne num RUApeiro solidário gigante”, está marcada para 22 de dezembro, domingo que antecede o dia de Natal, e tem, até ao momento, organização confirmada nas cidades de Lisboa, Braga, Leiria, Covilhã, Viseu e Sines.

Com o objetivo de “chegar a mais pessoas e a mais locais”, o Heat The Street desafia todos os portugueses a participarem no RUApeiro, no sentido de “ajudar a tornar este Natal mais especial e mais quente para quem mais precisa”.

“Desde o início que o que quisemos foi procurar que as pessoas dessem alguma roupa que já não utilizassem, fossem ao seu roupeiro, ao sítio onde guardam a sua roupa, fossem buscar algo que já não utilizam e dessem para quem mais precisa”, disse Helena Carvalho, em declarações à agência Lusa, indicando que o balanço da iniciativa tem sido “muito positivo”, com “uma adesão crescente e emergente de ano para ano”.

Segundo a responsável do Heat The Street, “existem três maneiras de participar”, sendo que, para o fazer de “forma individual”, basta ter um agasalho a mais de que já não precisa, colocar num cabide e pendurar num local que faça sentido, “um local de passagem, que seja acessível, pode ser, por exemplo, um gradeamento, uma árvore”.

Além de individualmente, a participação no RUApeiro pode ser feita “em grupo informal ou organizando um evento coletivo”, em que a organização disponibiliza um ‘kit’ para eventos de maior dimensão, com todos os materiais publicitários, cartazes e etiquetas.

Os agasalhos, que podem ser casacos, camisolas, calças, mantas ou acessórios para mulher, homem e criança, têm de ser pendurados com uma etiqueta do Heat The Street, que está disponível na página do movimento na Internet (https://heatthestreet.net/heat-the-street/) para que os participantes as imprimam.

Quem precisa dos agasalhos pode, “livremente”, recolhê-los, reforçou Helena Carvalho, referindo que os bens que não forem retirados devem ser encaminhados para associações sociais e juntas de freguesia.

O movimento Heat The Street pretende que o RUApeiro se repita “por todo o país e até por outros países, se fosse possível, em qualquer altura que faça sentido”, frisando que a iniciativa se pode realizar em outras datas que não apenas o Natal.

“Dia 22 de dezembro é o dia Heat The Street – o dia de criar uma nova tradição natalícia: juntar os amigos, colegas ou familiares e sair à rua para fazer uma boa ação, levando agasalhos quentes que já não utiliza para pendurar pela vossa cidade/bairro para quem mais necessita!”, apelou a organização.

Para que seja possível ter uma dimensão da adesão, o movimento pede aos participantes para publicarem uma fotografia que retrate a ação de pendurar os agasalhos na rua nas redes sociais Instagram ou Facebook com o hashtag #heatthestreet e a respetiva localização.

FC Famalicão «preparado» para o Benfica

O FC Famalicão joga, este sábado, no Estádio da Luz, frente ao Benfica, líder da classificação. O conjunto treinado por João Pedro Sousa, que ocupa a terceira posição, tem pela frente «uma tarefa complicada, contra a equipa que mais golos marca e menos sofre no campeonato. Mas estamos preparados para as dificuldades», avisa.

O treinador vê o adversário «como o mais competente do campeonato, assim o diz a classificação. Vamos encontrar um coletivo muito forte, recheado de individualidades de muita qualidade, bem treinado e com um jogo que cria muitas dificuldades aos adversários».

Para enfrentar o Benfica «montamos um plano de jogo que não foge à nossa identidade. Apesar dos últimos resultados não serem os mais favoráveis, sinto que estamos mais seguros do nosso jogo», reconhece, embora não esconda os problemas defensivos. Os erros que têm ditado golos «são coletivos», porque têm a ver «com o momento em que perdemos a bola. É tudo uma questão de equilíbrio. Temos de manter as nossas dinâmicas ofensivas, mas quando perdermos a bola temos que estar preparados para evitar problemas».

Ante o Benfica «vamos manter a nossa identidade», promete o treinador do Famalicão. Além do mais, João Pedro Sousa recorda que, ao cabo de 13 jornadas, o Famalicão já teve saídas difíceis (Guimarães, Sporting, Braga e Porto) e só perdeu no Estádio do Dragão.

Sobre o trabalho das equipas de arbitragem e VAR nos últimos jogos, contra os quais se insurgiu, esta semana, a SAD do clube, João Pedro Sousa não comentar. No entanto, «não gosto de ver jogos parados cerca de 6 minutos, como aconteceu no último jogo para análise do VAR. O árbitro erra, claro que sim. Tal como eu e os jogadores. Aceito o erro do árbitro, do VAR nem tanto», esclarece.

Vila Nova de Famalicão vai ter Hotel Assistencial

Começa a ser construído no próximo ano, em Gondifelos, o Campus de Fiães Assited Living Hotel, um empreendimento hoteleiro que associa o conforto do alojamento à vertente assistencial especializada em áreas como a enfermagem, fisioterapia, psicologia entre outras especialidades médica.

A construção será desenvolvida num terreno localizado em Gondifelos com uma área aproximada de 33000 m2. O Campus de Fiães, Saúde & Bem-Estar será constituído por um edifico principal com cerca de 2000 m2 e por 10 casas modulares autónomas, implementadas numa zona verde circundantes ao edifício principal, totalmente equipadas e integradas no conceito sustentável desenvolvido pela arquitetura e engenharias.

Este novo equipamento vai começar a ser construído em 2020 mediante um investimento de três milhões de euros, com financiamento aprovado pela Turismo de Portugal.

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