Bandeira de Autarquia Mais Familiarmente Responsável veio para Famalicão

Vila Nova de Famalicão recebeu ontem a bandeira de “Autarquia Mais Familiarmente Responsável”.

A distinção, referente ao ano de 2019 e atribuída pelo Observatório dos Municípios Familiarmente Responsáveis, acontece pelo oitavo ano, o sétimo consecutivo, e vem mais uma vez reconhecer as boas práticas de apoio às famílias promovidas pelo município liderado por Paulo Cunha.

A cerimónia de entrega da bandeira decorreu esta quarta-feira, em Coimbra, numa cerimónia em que a autarquia famalicense se fez representar pela vereadora da Família, Sofia Fernandes, e que contou com a presença do secretário de Estado da Descentralização e Administração Local, Jorge Botelho.

Orgulhoso com mais uma distinção, Paulo Cunha reiterou a vontade do executivo municipal em “continuar a trabalhar em prol da qualidade de vida das famílias do concelho”.

O mesmo foi salientado ontem, em Coimbra, pela vereadora da Família da autarquia, que enalteceu o impacto e a importância das políticas municipais no dia-a-dia das famílias famalicenses.

Recorde-se que da educação à área social, do desporto à cultura, foram muitos os argumentos elencados na candidatura apresentada pela autarquia famalicense, reconhecida não só pelas suas políticas orientadas para todas as famílias do concelho, mas também pelas ações e iniciativas destinadas a agregados familiares mais desfavorecidos económica e socialmente.

Assim, no domínio da educação recorde-se que a autarquia tem em desenvolvimento perto de uma centena de projetos e ações para garantir que a educação seja o grande fator de coesão social do território, constituindo-se como um verdadeiro elevador social para os cidadãos e como plataforma de junção entre estes e o tecido empresarial e institucional famalicense. Entre as várias medidas promovidas, destaque para a oferta dos livros de atividades para todas as crianças do primeiro ciclo, a gratuitidade dos passes escolares para todos os alunos do concelho, desde o ensino básico até ao 12.º ano, e as bolsas de estudo aos estudantes universitários.

Ainda neste domínio, recorde-se que Vila Nova de Famalicão é Cidade Educadora desde 2010 e, ao longo dos anos, tem realizado um trabalho sistemático na educação não formal dos cidadãos.

Na área social destaca-se o Programa Municipal “Casa Feliz” que ajuda as famílias mais carenciadas do concelho a realizarem obras de renovação das suas habitações e que apoia as famílias que mais precisam no pagamento das rendas, assim como os descontos e isenções nas tarifas de água e saneamento para as famílias numerosas e para as mais necessitadas.

Na saúde, destaque para a recente adesão do município ao programa “Saúde Oral Para Todos”.

Em matéria fiscal, é uma reconhecida mais-valia para as famílias a estabilidade fiscal do município ao longo dos anos, a fixação da taxa do IMI próxima do mínimo legal (0,35%) e a existência de um IMI familiar que atribui um desconto no pagamento do imposto tendo em conta o número de dependentes que integram o agregado familiar.

O acesso das famílias à fruição cultural e à prática desportiva tem também merecido uma atenção especial da autarquia que tem instituído o Cartão Jovem Municipal, o Cartão Sénior Feliz e o Cartão do Voluntário com descontos significativos em diversas atividades e no acesso aos transportes públicos no concelho, para além de outros benefícios.

Recorde-se que o Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis é uma iniciativa da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, em parceira com Instituto da Segurança Social, tendo como principais objetivos acompanhar, galardoar e divulgar as melhores práticas das autarquias portuguesas em matéria de responsabilidade familiar.

Ao todo, em 2019 o Observatório distinguiu 77 municípios.

Famalicense “CM Socks” investe meio milhão de euros e cria novos postos de trabalho

A empresa de Peúgas Carlos Maia, com fábricas de produção nas freguesias da Carreira e Bente, está em contínua expansão: nesta altura prepara um investimento de meio milhão de euros para a compra de 30 teares, com o objectivo de ajudar a empresa a dar resposta ao aumento do volume de encomendas.

Até agosto de 2020, estamos completamente sobrelotados no que diz respeito a encomendas. Precisamos urgentemente destas novas máquinas para dar resposta aos pedidos.

Carlos Maia, proprietário da empresa, ao Jornal T

 

A empresa, com 148 colaboradores, nas duas unidades fabris, produz cerca de 26 milhões de pares de meias por ano e 70% desta produção são já meias técnicas (desporto, saúde) porque são as mais rentáveis e com muito mercado internacional. São mais de 20 os mercados, na Europa e resto do mundo, com marcas como CAT, JCB, Coca-Cola, Umbro, Hello Kitty, New Balance e outras. CM Socks e Pureco são marcas próprias.

O novo investimento em máquinas, que deve ficar concluído até ao final do ano, também vai possibilitar a criação de novos postos de trabalho. Espera-se que venham a ser contratados cerca de 15 profissionais.

GNR detém três jovens por furto em Ribeirão

Três jovens, com idades entre os 17 e 19 anos, foram detidos, na passada terça-feira, por furto, numa habitação em obras, na freguesia de Ribeirão.

No decurso de uma denúncia a dar conta que uma habitação em obras de remodelação se encontrava a ser assaltada, os militares da GNR deslocaram-se ao local, intercetando os suspeitos que tinham na sua posse várias ferramentas e materiais de construção, no valor estimado de 250 euros. Os materiais foram restituídos ao legítimo proprietário e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Famalicão.

Famalicense Inovafil que criou “fios inteligentes” recebe Prémio Inovação COTEC-BPI

A Inovafil é a vencedora do Prémio PME Inovação COTEC-BPI. A empresa têxtil famalicense, produtora de “fios inteligentes” para os mercados de moda e dos têxteis técnicos, foi distinguida no 9º Encontro PME Inovação promovido pela associação presidida por Isabel Furtado e que decorreu segunda-feira, 25 de novembro, na Póvoa do Varzim.

O Prémio PME Inovação reconhece anualmente empresas que se destacam pelas suas práticas de gestão de inovação, com impacto no crescimento e na rentabilidade. O júri destacou os excelentes indicadores de desempenho empresarial da Inovafil e a dinâmica de crescimento médio anual do seu volume de negócios, superior a 15% nos últimos três anos.

Rui Martins, CEO da Inovafil, sublinha que “o prémio é a prova do reconhecimento nacional e internacional dos elevados índices de performances que a unidade já atingiu, o que implica um comprometimento com a inovação, que passou a ser um dos pilares da sua produção”.

Em 2018 a Inovafil alcançou um volume de negócios próximo dos 22 milhões de euros, 41% dos quais resultantes de exportação, tendo como destino principal França, Espanha e Estados Unidos da América.

Empresa participada da Mundifios – o maior trader ibérico de fios têxteis –, a Inovafil surgiu em 2014, fruto de um investimento inicial de cerca de 10 milhões de euros, e tem-se distinguido pelos fios especiais, como os obtidos a partir de urtigas, onde a inovação tem um papel fulcral. Em 2017 criou o Nidyarn, um núcleo de investigação e desenvolvimento em parceria com a Universidade do Minho.

“A inovação na Inovafil terá que continuar forçosamente, porque a empresa vive do produto dessa inovação”, afirma Rui Martins, acrescentando que a fiação terá “obrigatoriamente que continuar a viver da inovação interna, da presença em feiras, da interação com universidades e com os centros tecnológicos”.

A inovação faz-se também pela tecnologia. Recentemente, a Inovafil foi selecionada, entre cerca de 20 empresas a nível mundial, para testar o novo sistema de fiação a jato de ar e que permite a produção de vários fios ao mesmo tempo.

O 9º Encontro PME Inovação 2019 debateu os desafios que se colocam à substituição dos materiais clássicos por alternativas com ciclo de vida mais favorável.

O maior evento no norte dedicado aos videojogos e novas tecnologias acontece em Famalicão

Ao longo de três dias, no Famalicão Extreme Gaming (FEG) vão decorrer diversas iniciativas centradas nos videojogos e nas novas tecnologias. A iniciativa será, também, palco de muita diversão e animação para toda a família. O FEG’19 é considerado o maior encontro nacional realizado a norte dedicado ao gaming, vídeo jogos e tecnologia e reúne youtubers, streamers, torneios e-sports, simuladores, workshops, as mais recentes novidades dos jogos de consolas, realidade virtual e cosplay. Esta terceira edição decorre nos dias 6, 7 e 8 de dezembro, no Lago Discount, em Ribeirão.

As portas do festival abrem às 10 horas do dia 6 de dezembro que é dedicado às escolas, com encontros com os Youtubers Chentric, Jamie Drake e João Jonas.

Quem visitar o FEG pode participar nos vários torneios que decorrem, de forma permanente, no espaço. As inscrições para as competições de Counter Strike e Fortnite são feitas presencialmente, em cada dia do evento.

O Famalicão Extreme Gaming vai, também, ser palco do Chistmas Challenge, torneio de futebol eSports promovido pela Federação Portuguesa de Futebol, e primeiro qualificador do Pro Evolution Soccer para o campeonato da Europa de PES eSports, a realizar em 2020 (em simultâneo com o Campeonato da Europa de Futebol). Nos dias 6 e 7 de dezembro realizam-se as competições Fifa e, no dia de 8 de dezembro, o torneio PES, com a Master Cup Portugal, com as melhores equipas nacionais.

O Famalicão Extreme Gaming é uma iniciativa da RE – Associação de Desportos Eletrónicos, com o apoio do Município de Famalicão. Bilhetes e inscrições para as competições em www.famalicaoextremegaming.pt

Está assinado contrato de alojamento em Oliveira Sta Maria do segundo supercomputador de Portugal

Este segundo supercomputador estará pronto a funcionar em 2020 e integra a iniciativa EuroHPC – European High Performance Computing, uma empresa comum da União Europeia que irá instalar supercomputadores em vários países europeus.

Desta forma, segundo a comunicação da iniciativa, “Portugal reforça a capacidade do MACC, um supercomputador de nível petascale, será capaz de executar pelo menos 10 PFlops, ou 10 mil biliões de operações por segundo, reforçando significativamente o atual BOB”, o primeiro supercomputador a operar em Portugal, e alargando o âmbito de atividades a disponibilizar pelo MACC.

“Depois do BOB, o Deucalion materializa um aumento significativo do poder de computação disponível em Portugal e vai permitir um acesso mais facilitado a toda a comunidade do sistema científico e tecnológico nacional para trabalhos no domínio do cálculo intensivo, da ciência de dados e da inteligência artificial”, afirma Nuno Feixa Rodrigues, coordenador-geral do INCoDe.2030.

O Deucalion, aponta o texto, “vem criar grandes oportunidades não só para especialistas em supercomputação, mas também para um crescente grupo de áreas de investigação aplicada com crescentes necessidades de processamento digital de informação, entres as quais se destacam a medicina, terra e espaço, física e mobilidade”.

Este “aumento significativo do poder de computação disponível, irá permitir a toda a comunidade do sistema científico e tecnológico nacional um acesso mais facilitado a este tipo de equipamentos, essenciais para trabalhos no domínio do cálculo intensivo, da ciência de dados e da inteligência artificial”, salienta ainda o texto.

Estes “poderosos equipamentos” representarão também uma “oportunidade única para o tecido empresarial, permitindo elevar significativamente a sua capacidade de conceção, otimização e validação de novos produtos e serviços, abrindo importantes vias de criação de valor acrescentado para a economia Portuguesa”.

A criação do MACC foi formalizada em novembro de 2017, com a assinatura de um memorando de entendimento entre a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), a Universidade do Texas em Austin (UTAustin) e a Universidade do Minho (UMinho).

O primeiro supercomputador instalado é uma infraestrutura de Computação Avançada Stampede 1, cedida à FCT pelo Texas Advanced Computing Centre (TACC) da UTAustin, no âmbito de uma parceria internacional entre a UTAustin e Portugal.

O supercomputador aumenta em 10 vezes a capacidade nacional de computação e estimula novas formas de cooperação entre as comunidades científicas e empresariais nos domínios emergentes da ciência de dados e da inteligência artificial.

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