
Eduardo Oliveira, candidato a um novo mandato à frente da concelhia do PS, acredita numa vitória nas eleições autárquicas de 2025 e desafia a sociedade civil a ajudar a criar o programa eleitoral.
O PS vai a votos para a suas estruturas políticas internas no próximo sábado. “Juntos Por Famalicão” é lista única e o candidato é o atual presidente da concelhia.
Rodeado de militantes e simpatizantes, “históricos” do partido, atuais e ex-autarcas, representantes das estruturas federativas, a lista “Juntos por Famalicão” escolheu, na terça-feira, o átrio dos Paços do Concelho para a apresentação da lista candidata precisamente pelo simbolismo do local. «Juntos por Famalicão é a moção apresentada neste espaço, por ser um farol para iluminar e indicar o caminho para todas as freguesias», frisou.
O candidato, que encabeça uma lista única, fala em união em torno dos desafios futuros. Muito do que pretende baseia-se num «concelho mais solidário, mais voltado para as necessidades das pessoas e menos para a política de interesses nos negócios, mais verde e sustentável». O também vereador acredita que o PS chegará ao poder no concelho por sentir que o partido tem vindo num caminho de «fortalecimento, credibilização, expansão, forte espírito de equipa e ambição para o concelho».
Ao mesmo tempo que apresentou as linhas orientadoras do programa socialista, fez críticas ao atual executivo liderado pelo PSD em coligação com o CDS. Dizia Eduardo Oliveira que este «é um município sem visão, em que a única estratégia é a caça ao voto, com política do momento e da monotonia, festas e festinhas, subsidiando os meios de comunicação com o objetivo de controlar a informação. As pessoas estão mais pobres, o concelho mais cinzento e sem estratégia que enriqueça o futuro de todos».
As críticas ao atual executivo camarário fizeram parte dos discursos dos intervenientes. Jorge Costa, líder do grupo parlamentar do PS na Assembleia Municipal, disse que é «urgente e importante fazer diferente», destacando que a coligação PSD/CDS está há quase 25 anos no poder, o que faz dela «podre de vícios, comprometida, amancebada como uma Coligação de Negócios de alguns», apontou.
Outra das intervenientes foi Sofia Correia, candidata à estrutura das “Mulheres Socialistas-Igualdade e Direitos”, que afirmou que a igualdade ainda está longe de ser uma realidade para a maioria das mulheres e que há direitos conseguidos que «estão novamente a ser colocados em causa por partidos de direita». Temem que sejam perdidos e, por isso, comprometeu a estrutura socialista nessa luta.
Nuno Sá, ex-presidente da concelhia do PS e ex-candidato à Câmara, apelou a uma união do partido e ao comprometimento de todos para a construção «de uma alternativa válida para Famalicão».
Recorde-se que o PS Vila Nova de Famalicão vai a votos para a suas estruturas políticas internas no próximo dia 6 de julho.





















