
Na época 23/24, a SAD do FC Famalicão alcançou um lucro de 14 milhões de euros (não estão contabilizadas taxas, impostos e amortizações… ) e um resultado líquido de 8 milhões. Estes são alguns dos principais indicadores económico-financeiros anunciados pela estrutura liderada por Miguel Ribeiro.
Segundo o relatório e contas daquele período, a SAD conseguiu um “ligeiro” aumento das principais rubricas de rendimento, com as transferências de Alexandre Penetra (AZ Alkmaar), Iván Jaime (FC Porto), Otávio Ataíde (FC Porto) e Puma Rodríguez (Estrela Vermelha).
Em termos de custos, as principais rubricas passaram pelo investimento no Centro de Treinos, o aumento de colaboradores de staff em todas as equipas da Sociedade, a elaboração de contratos com jovens jogadores, a substituição da equipa técnica (João Pedro Sousa / Armando Evangelista) e o reforço do plantel no mercado de inverno passado.
O capital próprio da SAD apresenta um valor negativo, mas “teve uma melhoria significativa e os resultados da época acabaram por ser superiores a 8 milhões de euros”.
Já após o termo do exercício, as vendas de Luiz Júnior ao Villarreal (com 10% de uma futura transferência), Francisco Moura ao FC Porto (com 10% de uma futura transferência) e de Jhonder Cádiz ao Club Léon antecipam um bom resultado no próximo relatório, do qual também constarão os contrato com os reforços para a época 24/25.
A SAD antecipa que a previsível transferência de jogadores, o valor do plantel, que se cifra em mais de 40 milhões de euros, o facto de ser o quinto clube nacional com maior valor de mercado “e a contínua aposta e valorização dos jogadores made in Famalicão, criam expectativas muito positivas para o futuro”, garantidas, também, pelo “importante e constante apoio da Quantum Pacific”.
















