
Depois do partido, também a deputada famalicense do CHEGA na Assembleia da República lança críticas à Câmara por ter iluminado o edifício dos Paços do Concelho com as cores LGBTQIAP+. Além de afirmar que a Câmara está a «contornar a lei de forma ardilosa e deliberada», Lina Pinheiro acusa, ainda, a autarquia de ceder, de forma «vergonhosa», ao pedido do Bloco de Esquerda, «partido da extrema esquerda que nem sequer tem assento na Assembleia Municipal», realça.
«Esta ação evidencia, mais uma vez, que o PSD nunca foi um partido de direita, especialmente em Famalicão, onde se mostra incapaz de resistir à agenda “woke” da esquerda»
A deputada, em comunicado, também critica o CDS que em Famalicão está coligado com o PSD. Lina Pinheiro diz que o CDS «vendeu a alma na atual coligação apenas para sobreviver politicamente. Num município que é um dos bastiões históricos do CDS a nível nacional e berço político do atual Ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, antigo Presidente da Assembleia Municipal». Acrescenta que «ver os seus representantes locais a apoiarem esta imposição ideológica constitui uma traição profunda aos valores cristãos-conservadores que sempre proclamaram».
No comunicado, Lina Pinheiro segue os argumentos já expostos pelo CHEGA, considerando que o executivo famalicense «deveria estar mais preocupado em fiscalizar e combater a onda de crimes que assola a cidade do que em satisfazer os caprichos ideológicos da extrema-esquerda ou de fazer propaganda política com dinheiro dos contribuintes no “jornal” municipal EFE».





















