
Uma funcionária da União de Freguesias de Ruivães e Novais, em Famalicão, foi acusada pelo Ministério Público de ter desviado mais de 11 mil euros da autarquia.
Segundo uma nota publicada pela Procuradoria-Geral Regional do Porto, a arguida, que exercia funções como assistente operacional, responde pelos crimes de peculato e falsidade informática, ambos de forma continuada.
De acordo com a investigação, entre outubro de 2020 e outubro de 2022, a funcionária terá alterado dados bancários de fornecedores no sistema informático da junta, colocando os seus próprios dados para receber pagamentos destinados a terceiros.
O Ministério Público refere ainda que a arguida utilizava credenciais de acesso facultadas pelo presidente da União de Freguesias apenas para fins profissionais.
As autoridades suspeitam também de que a funcionária recebia pagamentos em dinheiro de cidadãos, emitia os comprovativos e apagava depois os respetivos registos informáticos, numa tentativa de esconder a apropriação das verbas.
No total, terão sido desviados 11.149 euros. O Ministério Público pediu ainda que a arguida fique impedida de exercer funções públicas.





















