Famalicão: INAC estreia “Local” no Parque da Devesa

O INAC – Instituto Nacional das Artes Circenses estreia, no dia 15 de junho, pelas 19 horas, o espetáculo, com o título “Local”, que será apresentado no auditório ao ar livre no Parque da Devesa.

Este espetáculo insere-se no projeto do Quadrilátero Cultural que faz circular pelas quatro cidades (Barcelos, Braga, Famalicão e Guimarães) espetáculos de quatro entidades locais. O INAC representa Famalicão e esta cidade recebe o Ciclo de Piano Contemporâneo de Braga, a dança contemporânea de Guimarães e Instrumentistas de Exceção, de Barcelos.

O espetáculo do INAC obriga ao levantamento do ingresso no local a partir de uma hora antes, isto é a partir das 18h00 do dia 15. Tem entrada livre, mas limitado à lotação do recinto.

Depois da estreia no Parque da Devesa, o espetáculo segue para Guimarães, onde é apresentado a 19 de junho, pelas 19h00, na Praça de S. Mamede. A 27 de junho, pelas 19h00, é apresentado na Frente Ribeirinha em Barcelos e a 3 de julho, à mesma hora, segue para o Parque da Ponte em Braga.

O espetáculo “Local” pretende continuar a renovar o conceito de apresentação de circo contemporâneo em espaços não convencionais, criando relação cenográfica e de proximidade com o público e com as cidades, relacionando-se, também, com o seu património.

Esta criação, que conta com a direção artística e encenação de Bruno Machado e Juliana Moura e interpretação de artistas nacionais e internacionais (Diogo Santos, Mau Jara, Pietro Barilli, Gaspar Ribeiro, Victor Abreu, Martina Mugheddu), cenografia de André Filipe Santos, composição musical de Luca Argel, é também ela um cruzamento de referencias, nacionalidades e experiencias.

O Quadrilátero Cultural é um projeto financiado pelo programa operacional NORTE 2020, através do FEDER [Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional].

 

Workshop “Bastidores”

O espetáculo “Local” é acompanhado de um workshop sobre “Bastidores”, dirigido por Bruno Machado e Juliana Moura.

O workshop proposto baseia-se na reflexão sobre a metodologia utilizada no processo de criação, através do vídeo-documentário e a videoarte, usando igualmente alguns dos exercícios efetuados durante o período de criação do espetáculo, aproximando a comunidade do processo criativo do espetáculo e sensibilização artística para o circo contemporâneo.

Famalicão: Troféus da “Liga dos Campeões” feminina concebidos por empresa de famalicense

Os troféus entregues na Futsal Women’s European Champions Tournament, a principal prova europeia de clubes, funcionando como uma Liga dos Campeões, embora sem a tutela da UEFA, têm marca famalicense.

A empresa – Golassso – que concebeu e produziu os troféus e medalhas, embora com sede em Braga, é propriedade do famalicense Adelino Costa.

A competição decorreu em Fafe, no passado fim de semana, e consagrou as espanholas Atlético Navalcarnero, com vitória (4-3) na final sobre o Nun´Álvares, capitaneado pela famalicense Ana Azevedo.

Também estiveram na competição o KS Górzno Nowy Świt, da Polónia, e o Okasa Falconara (Itália).

 

Famalicão: Alunos da Escola Básica Conde de Arnoso participam em mobilidade em Itália

Um grupo de 16 alunos, acompanhados por dois professores e um assistente operacional da Escola Básica Conde de Arnoso, esteve em mobilidade em Turim, Itália, entre os dias 21 e 27 de março.

A mobilidade, integrada no projeto “Internacional para incluir e inovar”, da Erasmus +, proporcionou aos participantes a oportunidade de desenvolverem competências académicas, sociais e interculturais num contexto europeu.

A comitiva foi oficialmente recebida pelo presidente da câmara local. Além da parceria institucional, a comitiva visitou a cidade e teve diversos momentos culturais, desportivos e educativos. Durante a mobilidade, os participantes visitaram e desenvolveram atividades em três escolas da região, promovendo o intercâmbio de boas práticas educativas e o contacto direto com diferentes realidades escolares. Participaram em sessões sobre tecnologias da informação e comunicação e atividades na área das ciências.

Segundo os participantes, esta experiência Erasmus+ revelou-se «extremamente enriquecedora, contribuindo para o desenvolvimento de competências essenciais no século XXI, como a autonomia, a adaptabilidade e a consciência intercultural, reforçando o compromisso com uma educação mais inclusiva e inovadora».

 

«Precisamos de Jardineiros!», mensagem de Páscoa do Arcipreste de Famalicão

1. Ao olhar para o tempo que atravessamos, marcado por notícias de guerra, destruição, aumentos dos preços dos bens e um sofrimento que parece não ter fim, sinto que a nossa missão cristã se assemelha, mais do que nunca, à arte da jardinagem. Num mundo que muitas vezes parece um deserto de betão e indiferença, falar da Páscoa da Ressurreição de Jesus Cristo é falar da audácia de plantar vida onde tudo parece estéril e recordar as Suas palavras: «Eu sou a Ressurreição e a Vida» (Jo 11, 25).

2. Por sua vez, na jardinagem, nada é instantâneo. Há um tempo para preparar a terra, um tempo para lançar a semente e um longo tempo de espera invisível debaixo do solo. Ao entrarmos no espírito da Semana Santa e na vivência da Páscoa, percebemos que a Ressurreição não é um evento estático. É um processo de cultivo. A guerra é a destruição cega; a Páscoa é o cuidado paciente. E tantas vezes é assim a nossa ação pastoral nas nossas famílias, comunidades e Arciprestado. Como sublinha Fabrice Hadjadj no seu livro “Ressurreição – Manual de Instruções”, a vida nova de Cristo manifesta-se nos gestos quotidianos: no perdão que demora a amadurecer, na caridade silenciosa e na atenção aos mais frágeis.

«Na Quaresma, a terra acolheu a fecundidade na fragilidade. Agora, é tempo de florescer. Não às flores artificiais, perfeitas, bonitas, mas sem qualquer vida. Sim, à beleza discreta e real de quem se deixa cultivar por Cristo» (Mensagem dos bispos de Braga para o tempo da Páscoa de 2026).

3. Na verdade, os nossos bispos, ao falarem de um “jardim da esperança”, deixam-nos uma imagem que interpela. Um jardim não nasce por acaso: precisa de ser cuidado, trabalhado e protegido.

Um bom jardineiro sabe que o vigor do jardim depende da saúde de cada planta. Nesta tarefa somos, portanto, chamados a “semear a paz”. De facto, a sementeira é um ato de fé: lançamos a semente à terra sem o controlo total sobre o tempo ou a colheita. Semear a paz exige a paciência de quem sabe que o Bem tem o seu próprio ritmo, mas que, uma vez enraizado, é imparável.

Neste sentido, surge uma pergunta inevitável e pessoal: como está o teu vaso e/ou o teu jardim? Antes de olharmos para os grandes campos de batalha do mundo, precisamos de olhar para o vaso e o jardim que é o nosso coração: estará ele seco pelo cinismo ou indiferença?; ou estará cheio de “ervas daninhas” como a pressa que atropela o outro ou o julgamento precipitado?; ou será um solo fértil, humedecido pela oração e revolvido pelo desejo de reconciliação?

Assim, viver a Páscoa é, fundamentalmente, aceitar o compromisso de ser jardineiro, isto é, de arregaçar as mangas corajosamente e inclinar-se com humildade para semear mais e melhor.

4. No nosso Arciprestado, este jardim constrói-se na união das nossas paróquias (padres, diáconos, jovens, escuteiros, acólitos, leitores, grupos corais, confrarias, conselhos económicos e pastorais, delegados de zona, comissões, centros sociais, associações, etc.). Tal como num jardim a diversidade de flores cria a beleza do conjunto, também as nossas diferentes comunidades, movimentos e carismas precisam de jardineiros chamados a semear e a fazer brotar a alegria, a paz e a comunhão (cf. José Augusto Mourão, A Palavra e o Espelho, «Páscoa de Páscoas»).

Deste modo, «o maior sinal desta vida a florescer é a Cruz: aquele madeiro seco, plantado como sinal de morte, tornou-se Árvore da Vida. Por isso, sugerimos algo simples e concreto: porque não colocar, nas nossas casas, durante o Tempo Pascal, uma cruz florida? Não como decoração, mas como memória viva de que Cristo faz florescer até aquilo que em nós parece perdido» (Mensagem dos bispos de Braga para o tempo da Páscoa de 2026).

Que saibamos, com humildade e coragem, meter “as mãos à terra”. Cuidemos dos nossos vasos, semeando com generosidade, para transformar cada comunidade do nosso Arciprestado num lugar onde a paz, mesmo frágil, tenha sempre terra fértil para florescer. «O deserto e a terra árida alegrar-se-ão; a estepe exultará e florescerá como o narciso; florescerá e exaltará, gritando de alegria» (Is 35,1): o Senhor Ressuscitou! Aleluia! Aleluia!

Uma Santa e Feliz Páscoa para todos!

O vosso Arcipreste,

Pe Nuno Vilas Boas

Famalicão: Árbitro da AF Guarda no FC Porto x FC Famalicão

Sérgio Guelho, da Associação de Futebol da Guarda, é o escolhido para dirigir o jogo entre o FC Porto e o FC Famalicão, da 28.ª jornada da I Liga. Na partida marcada para sábado, às 20h30, são assistentes João Bessa Silva e André Ferreira; 4.º árbitro: Iancu Vasilica; VAR: Manuel Mota; AVAR: Paulo Miranda.

A partida de sábado coloca frente a frente o líder, FC Porto, com 72 pontos, enquanto que os famalicenses ocupam o quinto posto, com 45 pontos.

Na presente época as duas equipas já se encontraram em duas ocasiões. Na primeira volta, em novembro passado, no Estádio Municipal, o Porto venceu, 0-1; depois, em dezembro, nos oitavos de final da Taça de Portugal, os portistas, no Estádio do Dragão, eliminaram o Famalicão, por 4-1.

Foto: Reprodução Facebook AF Guarda.

Famalicão: Procissões da Semana Santa saem à rua

Esta quinta-feira, dia 2 de abril, às 18 horas, é celebrada uma eucaristia da Ceia do Senhor na igreja matriz nova. À noite, às 21h30, sai à rua a procissão do “Ecce homo” ou Senhor da Cana Verde. Como de costume percorre várias ruas da cidade, com andores, figuras alegóricas, Orfeão Famalicense, Fanfarra dos escuteiros de Antas, Fanfarra de Telhado, Fraternidade Nuno Alvares e Escuteiros do Núcleo do CNE de Famalicão de diversos Agrupamentos na formação dos quadros.

Sexta-feira Santa é dia de oração de liturgias de laudes, às 10h30, na igreja matriz antiga. A celebração da paixão prossegue às 14h45, na igreja matriz nova. Às 21h30, começa a procissão do Enterro do Senhor. Saí da igreja matriz antiga, percorrendo várias ruas da cidade. Foi convidada a Confraria das Santas Chagas de Vale S. Cosme, a quem compete transportar o andor do Senhor.

As duas procissões são presididas pelo bispo emérito de Portalegre-Castelo Branco, D. Antonino Dias, que já foi bispo de Braga.

O sábado é dia de vigília pascal, às 21 horas, na igreja matriz nova.

Domingo, dia 5, Dia de Páscoa. Os compassos saem às 9 horas, da igreja matriz antiga. Às 12h30 haverá celebração de eucaristia solene na matriz antiga.

Entre 4 e 12 de abril, na Rua Manuel Pinto de Sousa, estará patente uma exposição de Cruzes Floridas.

Recorde-se que o programa das solenidades pascais são da responsabilidade da Confraria das Santas Chagas de Famalicão e da paróquia de Santo Adrião, com diversos apoios de instituições e movimentos de Famalicão.

 

Famalicão: Semana Santa em Arnoso Santa Maria

A Confraria do Senhor dos Passos de Santa Maria de Arnoso realiza na noite desta quinta-feira, às 21 horas, a Procissão do Senhor “Ecce Homo” e na sexta-feira, à mesma hora, a Procissão do Enterro do Senhor. As duas procissões decorrem entre o multiusos e o calvário. No sábado, dia 4 de abril, também às 21 horas, decorre a Vigília Pascal no multiusos.

A programação da Semana Santa de Arnoso Santa Maria começou no passado domingo, com a bênção e procissão dos ramos.