
O custo dos combustíveis volta a subir no início da próxima semana.
A partir de segunda-feira, as previsões apontam para o aumento do gasóleo entre 1,5 a 2 cêntimos por litro, e da gasolina a subir entre 0,5 a 1 cêntimo.

O custo dos combustíveis volta a subir no início da próxima semana.
A partir de segunda-feira, as previsões apontam para o aumento do gasóleo entre 1,5 a 2 cêntimos por litro, e da gasolina a subir entre 0,5 a 1 cêntimo.

De acordo com a imprensa especializada, o preço dos combustíveis não irá sofrer alteração no início da próxima semana, momento em que os valores são atualizados.
Desta forma, gasóleo e gasolina deverão manter os preços atuais, com o gasóleo a rondar 1,77€ por litro e a gasolina 1,88€.

A partir de 1 de julho, as compras feitas em plataformas como a Shein, Temu e AliExpress vão ficar mais caras. As encomendas até 150 euros vindas de países fora da União Europeia passam a pagar uma taxa de 3 euros por cada tipo de produto.
A nova regra pretende aumentar o controlo sobre os artigos que entram na Europa e proteger os consumidores de produtos que não cumprem as normas de segurança.
Por exemplo, uma encomenda com vários biquínis pagará apenas 3 euros. Já uma compra com sapatilhas e calças terá uma taxa de 6 euros, por serem produtos diferentes.
A Comissão Europeia justifica a medida com o aumento das encomendas de baixo valor vindas de países fora da União Europeia, muitas das quais não respeitam as regras europeias.

A próxima semana começa com uma nova atualização no preço dos combustíveis. De acordo com a imprensa especializada, há boas noticias para os automobilistas que poderão abastecer o depósito dos carros a um preço mais reduzido.
A descida mais acentuada será no gasóleo, com uma redução de 12 cêntimos por litro, já a gasolina deverá ficar mais barata 6 cêntimos.

António José Seguro assinala os primeiros 100 dias como Presidente da República, um período marcado por apelos à moderação, ao diálogo e à procura de entendimentos entre as diferentes forças políticas. Desde que tomou posse, a 9 de março, o chefe de Estado tem defendido a estabilidade governativa e alertado para os riscos da polarização, sublinhando a importância de decisões pensadas a longo prazo.
A saúde foi assumida como uma das principais prioridades do mandato, com a proposta de um pacto nacional para reforçar o Serviço Nacional de Saúde. Seguro tem também chamado a atenção para a necessidade de melhorar a prevenção e a resposta a situações de emergência, criticando aquilo que considera ser uma “cultura de improviso” perante catástrofes naturais.
Nestes primeiros meses na Presidência, utilizou uma vez o veto político, reuniu o Conselho de Estado, visitou as regiões autónomas dos Açores e da Madeira e realizou deslocações oficiais a Espanha, Itália e Luxemburgo. O Presidente garante ainda manter uma relação de “boa articulação” com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmando que continuará a promover consensos e soluções para os principais desafios do país.

Os Estados Unidos e o Irão chegaram a um acordo de cessar-fogo que põe fim imediato às operações militares entre os dois países, após meses de conflito.
O entendimento prevê também a reabertura do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo, que esteve parcialmente bloqueada desde fevereiro.
Segundo as partes envolvidas, o acordo inclui ainda o levantamento de sanções e a normalização da navegação na região.
O principal impacto esperado é a possível descida do preço dos combustíveis, com os mercados internacionais já a reagirem à queda do petróleo. O acordo deverá ser assinado oficialmente na Suíça na próxima sexta-feira.

Vários consumidores têm recorrido às redes sociais para relatar a cobrança de taxas adicionais em alguns talhos de supermercados quando solicitam cortes personalizados de carne, como carne aos cubos, tiras para strogonoff ou bifes preparados segundo indicações específicas.
Segundo os relatos, algumas cadeias de distribuição estarão a aplicar um custo adicional de 50 cêntimos por quilograma sempre que o cliente pede um corte diferente do mais básico.
De acordo com os estabelecimentos que aplicam esta cobrança, o valor adicional destina-se a compensar o trabalho extra realizado pelos funcionários da secção de talho, bem como o tempo necessário para efetuar cortes personalizados. A prática surge numa altura em que muitas superfícies comerciais apostam cada vez mais na venda de produtos previamente embalados e preparados, uma solução que permite acelerar o atendimento e reduzir custos operacionais.
No entanto, alguns clientes encaram a cobrança como uma forma de incentivar a compra da carne já embalada e disponível nos expositores, evitando pedidos que exijam manipulação adicional do produto. Nas redes sociais multiplicam-se comentários de consumidores surpreendidos com a existência desta taxa, sobretudo por considerarem que o serviço de corte sempre fez parte do atendimento tradicional nos talhos.
Há também quem defenda a medida, argumentando que qualquer serviço personalizado implica mão de obra adicional e que o cliente deve ter a possibilidade de escolher entre a opção standard e um serviço adaptado às suas necessidades.
Para já, não existe uma prática uniforme no setor. Enquanto algumas lojas aplicam a taxa de corte personalizado, outras continuam a disponibilizar este serviço sem qualquer custo acrescido.