Jornadas do Cuidador Informal a 2 e 3 de novembro na Trofa

A primeira edição das Jornadas do Cuidador Informal da Trofa decorrem nos dias 2 e 3 de novembro, no auditório do Fórum Trofa XXI.

A iniciativa vai reunir cuidadores informais, médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde para discutir questões relacionadas com o cuidado informal e promover a partilha de conhecimento e experiência.

Entre os oradores, estarão representantes da Ordem dos Enfermeiros, da Assembleia da República e de diversas entidades e Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) da Trofa. Do programa fazem parte palestras, ministradas por médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde, que partilharão informações essenciais para a melhoria do cuidado informal.

A iniciativa, que decorre entre as 9 e as 17 horas do dia 2 de novembro, e das 9 às 12 horas de 3 de novembro, é organizada pela EPMED.

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Governo vai eliminar passagens de nível entre Nine e Barcelos

O Governo vai avançar com um investimento superior a 300 milhões de euros até ao final de 2030 para eliminar 155 passagens de nível e automatizar outras 79 em todo o país, numa estratégia que pretende reduzir o número de acidentes.

O anúncio foi feito esta quarta-feira pelo ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, em Barcelos, durante a consignação de uma empreitada na Linha do Minho.

A intervenção inclui a supressão de 11 passagens de nível entre Nine e Barroselas e insere-se num plano mais vasto que, segundo a Infraestruturas de Portugal, tem como objetivo baixar os acidentes para menos de 10 por ano até 2030.

A Linha do Minho tem especial impacto no concelho de Vila Nova de Famalicão, uma vez que a freguesia de Nine integra este corredor ferroviário, usado diariamente por milhares de pessoas.

As obras na Linha do Minho deverão estar concluídas até agosto de 2029.

Famalicão: USF de Joane não estará concluída dentro do prazo do PRR

O presidente da Câmara Municipal de Famalicão assumiu esta terça-feira, aquando da visita da Ministra da Saúde a S. Miguel o Anjo, que a construção da Unidade de Saúde Familiar de Joane vai para além do prazo do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, ou seja, final de agosto. Anteriormente era junho, mas passou a ser até final de agosto. «Vamos resolver o problema financeiro desse atraso que não é muito significativo», admitiu Mário Passos.

Recorde-se que a obra tem um orçamento de 2,1 milhões de euros, com apoio do PRR, o que a obrigava a ficar concluída dentro do prazo estipulado pela União Europeia. A assinatura do auto de consignação entre o município e a empresa construtora foi em dezembro de 2024, com prazo de conclusão de 540 dias. Constrangimentos ditaram um atraso na fase inicial, cujo andamento da obra não conseguiu ultrapassar na totalidade, mas que ficará concluída este ano.

Bebé nasce em casa com ajuda dos bombeiros após alerta durante a noite

Os Bombeiros Voluntários de Vila do Conde participaram, na madrugada deste sábado, no nascimento de um bebé numa habitação do concelho.

O alerta foi dado às 00h36 para prestar assistência a uma grávida em trabalho de parto. No local estiveram dois elementos daquela corporação, apoiados pela SIV local, que realizaram o parto com sucesso.

Mãe e a recém-nascida foram encaminhadas para a unidade hospitalar e estão bem de saúde.

 

Um ferido em grave em colisão na nova variante que liga Famalicão à Maia

Duas pessoas ficaram feridas na sequência de uma colisão entre um carro e uma carrinha, ocorrida na noite desta sexta-feira, na Variante à EN14, em Lantemil, Trofa.

O alerta foi dado pouco depois das 23h. Há registo de um ferido em estado grave, encaminhado de urgência para o Hospital S.João, no Porto.

No local estiveram os Bombeiros Voluntários da Trofa e a SIV de Santo Tirso.

A GNR tomou conta da ocorrência.

Imagem: Os Monhacas

Famalicão: Ministra da Saúde inaugura nova USF de São Miguel-o-Anjo

Na próxima terça-feira, pelas 12h00, Ana Paula Martins inaugura a nova Unidade de Saúde Familiar de S. Migue-o-Anjo, em Calendário.

O novo edifício, situado na Rua Francisco António dos Reis, representa um investimento de 2,1 milhões de euros financiado em 1.8 milhões pelo Plano de Recuperação e Resiliência.

Esta unidade de saúde, coordenada por João Matos, tem 7 equipas que prestam assistência a mais de 12 mil utentes, e com o novo edifício, que já está em funcionamento, ganhou mais espaço, melhor organização e maior conforto.

Para além da Ministra da Saúde, a inauguração terá a presença do presidente da Câmara, Mário Passos, e de Luís Vales, responsável máximo da Unidade Local de Saúde do Médio Ave.

Famalicão: Em 2025, nasceram 1.232 bebés na maternidade do hospital

Em 2025, a ULS Médio Ave realizou 8.628 cirurgias e efetuou 214 consultas hospitalares, registou 107.354 episódios de urgência, foram efetuadas 60 mil visitas domiciliárias e contaram-se 858.158 consultas nos cuidados de saúde primários.

O Hospital fez assistência a 1.232 partos e teve um crescimento da atividade obstétrica. A urgência desta especialidade esteve permanentemente aberta, todos os dias da semana, sem interrupções.

Os dados foram fornecidos pelos deputados do PSD eleitos pelo distrito de Braga, que efetuaram visitas à ULS do Médio Ave e do Alto Ave.

Segundo os eleitos políticos, as visitas permitiram «confirmar o esforço que está a ser realizado na atração de profissionais de saúde, na recuperação da atividade cirúrgica, na modernização tecnológica e na melhoria das infraestruturas. Em ambas as instituições estão em curso investimentos de muitos milhões de euros em novas unidades, blocos cirúrgicos, equipamentos, saúde mental, pediatria, cuidados de ambulatório e cuidados de proximidade». Asseguram que as visitas realizadas permitiram confirmar que existem instituições «a responder bem, profissionais altamente dedicados e indicadores que mostram uma evolução positiva. É importante repor a verdade e reconhecer o trabalho que está a ser feito», afirmam.

Os deputados reconhecem, contudo, que subsistem desafios importantes, nomeadamente «ao nível dos cuidados continuados, dos doentes sociais e da necessidade de continuar a reforçar recursos humanos». Admitem que o SNS enfrenta dificuldades que «não devem ser ignoradas, mas também não podemos ignorar os resultados alcançados», concluem.