Mais de quatro mil árvores para adoção em dez freguesias

O município de Vila Nova de Famalicão tem em curso uma mega campanha de adoção de árvores. No dia 23 de março, em dez freguesias, os famalicenses têm ao dispor quatro mil plantas de 15 espécies autóctones diferentes. A iniciativa decorre ao longo de todo o dia: das 9h00 às 13h00, em Antas, Arnoso Santa Maria, Seide, Cabeçudos, Vilarinho das Cambas e Joane; e das 14h00 às 18h00, as árvores estarão disponíveis no Louro, Requião, Bairro e Riba de Ave. Cada famalicense pode adotar até três plantas.

Esta campanha faz parte do projeto “25 mil árvores para 2025”, cujo objetivo é a reabilitação de aproximadamente 25 hectares do território através da plantação de 25 mil árvores e arbustos nativos da região em áreas urbanas, espaços rurais, ao longo das linhas de água e em montes e serras. Com estas quatro mil árvores, o projeto chega às 17 mil árvores plantadas no concelho aproximando-se do objetivo para 2025.

Escola Secundária Camilo Castelo Branco vence Euroscola pela quinta vez

A Escola Secundária Camilo Castelo Branco venceu, pela quinta vez, o concurso Euroscola, a nível distrital. No concurso realizado esta terça-feira, no Teatro da Escola Sá de Miranda, em Braga, depois de um dia de debate, em mais uma sessão do Parlamento dos Jovens, cinco escolas apresentaram, oralmente, a um júri os seus trabalhos e a Secundária Camilo Castelo Branco consegui o primeiro lugar.

A qualidade do trabalho escrito, as propostas apresentadas, a criatividade e expressividade na apresentação, foram fatores valorizados pelo júri do concurso distrital.

A professora Elisa, que há anos coordena o concurso Euroscola na Camilo, assume que o segredo das cinco vitórias «é o trabalho e o espírito de equipa». A docente acrescenta o apoio da escola a este projeto, o rigor científico dos trabalhos apresentados pelos alunos e deixa a promessa de lutar por mais uma vitória na fase nacional.

As Eleições Europeias eram o tema deste ano do concurso promovido, a nível distrital, pelo IPDJ, e a nível nacional pelo Gabinete do Parlamento Europeu.

Famalicão lança mostras comunitárias para valorizar o território

As mostras associativas que, desde há cinco anos, têm vindo a animar os fins-de-semana nas freguesias do concelho de Vila Nova de Famalicão cresceram, ganharam maturidade e envolvem cada vez mais participantes abrangendo toda a comunidade local, numa festa de tradições e costumes populares, mas também na apresentação de novos projetos e ideias. As mostras associativas evoluíram para mostras comunitárias e assentam precisamente na valorização da comunidade, enquanto espaço de interação e partilha.

Promovidas pelo município, através do Gabinete do Associativismo e em parceria com as Juntas de Freguesia, estas iniciativas surgiram no início do primeiro mandato de Paulo Cunha no seguimento do desafio assumido pela Câmara Municipal de apoiar as freguesias do concelho e as suas associações na organização de eventos de promoção e valorização da sua identidade.

“O êxito alcançado pelas mostras associativas superou todas as nossas expetativas, porque mobilizaram e uniram as comunidades, valorizando os territórios e as suas gentes”, explica o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha. “Com a promoção das mostras comunitárias estamos a alargar o leque das participações nestes eventos a toda a comunidade, criando verdadeiras alavancas de desenvolvimento local”.

Assim, a partir de agora as mostras comunitárias irão integrar as associações formais e informais, mas também os artesãos e colecionadores, os restaurantes e um mercado local constituído por produtores de hortícolas, frutas e pecuária, mas também produtos transformados como licores, compotas, enchidos e queijos, entre outros.

O programa de atividades e de animação será desenvolvido pela comunidade e haverá também espaço para iniciativas lúdicas, como os jogos tradicionais e clássicos, pinturas e insufláveis.

“É uma nova filosofia assente na comunidade, no desenvolvimento do território e na valorização de uma cultura de compromisso em prol do bem comum, da coesão e da cooperação”, acrescenta Paulo Cunha.

As próximas mostras comunitárias realizam-se já neste fim de semana 16 e 17 de março, em Outiz e a 24 de março, na freguesia de Abade de Vermoim.

“Leituras da Natureza em Camilo Castelo Branco” assinala 194.º aniversário do nascimento do escritor

Para assinalar o 194.º aniversário do nascimento de Camilo Castelo Branco, a Casa de Camilo vai apresentar, no próximo sábado, 16 de março, pelas 16h00, o volume “Leituras da Natureza em Camilo Castelo Branco”.

A obra foi organizada por Sérgio Guimarães de Sousa e João Paulo Braga e insere-se na Coleção “Estudos Camilianos”. Esta coleção pretende reunir e dar a conhecer os estudos mais recentes realizados em torno da vida e da Vida e da Obra do romancista de São Miguel de Seide, e integra-se em um dos principais objetivos do Centro de Estudos Camilianos: consolidar-se, cada vez mais, como entidade que apoia e promove a investigação respeitante a análise de aspetos da biografia de Camilo e referentes à crítica literária da sua vasta bibliografia.

O presente volume “Leituras da natureza” apresenta ensaios de oito investigadores, que constituem, segundo os seus organizadores, “sintonias críticas no sentido de considerarem a prosa camiliana rica de consequências no tocante à natureza e aos seus correlatos”. Embora a ficção de Camilo se reporte ao período de oitocentos, durante o qual muitos dos temas sobre as problemáticas do ambiente não mereciam atenção e reflexão, ela adquire outro enriquecimento em ser tematicamente revista sobre o prisma da natureza. A paisagem física de diversas regiões, sobretudo do norte português, foi sobretudo apropriada pelo romancista para valorizar o desenvolvimento das suas narrativas, contrariando a interpretação de Guerra Junqueiro de que “não há, na obra de Camilo, uma árvore”.

Furto a viaturas na Urbanização do Talvai

Na madrugada desta quarta-feira há registo de mais furtos a viaturas. As situações aconteceram na Urbanização do Talvai, em Vila Nova de Famalicão.

Os furtos foram consumados depois dos assaltantes terem partido um dos vidros das viaturas para acederem ao interior delas.

Desconhece-se para já que tipo de material foi levado pelo meliantes.