Onde antes se guardava dinheiro, agora servem-se cocktails: Drible cria identidade do Bankü, novo bar em Famalicão

Durante décadas foi um espaço associado a contas, cofres e decisões financeiras.
A 13 de fevereiro reabriu com outra proposta: cocktails, ambiente e vida social.
O antigo banco no centro de Vila Nova de Famalicão é agora o Bankü — The Town Bar e, poucas semanas após a abertura, já se tornou um dos espaços mais comentados da cidade. A identidade foi desenvolvida pela Drible, que traduziu a memória do edifício numa marca contemporânea e distintiva.

O projeto incluiu a criação do logótipo, do sistema completo de identidade e respetiva aplicação na fachada, caixa luminosa, outdoor, menus, bases para copos e restantes suportes físicos do espaço. O objetivo foi garantir coerência visual e presença forte desde o primeiro contacto com a marca.

“O desafio passou por construir uma identidade que respeitasse a história do edifício, mas que assumisse claramente um novo posicionamento. Queríamos uma marca com caráter, elegante e atual, capaz de se tornar referência na cidade”, explica a equipa da Drible.

O nome Bankü estabelece a ligação ao passado bancário do edifício, enquanto a assinatura The Town Bar reforça a ambição de se afirmar como ponto de encontro urbano em Famalicão. A linguagem visual combina referências clássicas com uma abordagem contemporânea, criando uma marca que dialoga com o espaço físico e com a experiência que ali se vive.

O Bankü posiciona-se como um social bar que cruza ambiente cuidado com uma atmosfera descontraída, pensado para encontros ao final do dia e momentos noturnos. Instalado num edifício com forte presença arquitetónica, assume a herança do passado, mas apresenta-se com uma proposta atual e urbana.

Com poucas semanas de atividade, o Bankü consolida-se como um novo ponto de encontro no centro de Famalicão, demonstrando o impacto de uma identidade pensada para transformar um edifício com história numa marca com futuro.

Famalicão: Cinco pódios e dois títulos regionais para o Liberdade

No passado sábado, na Corrida de São José, na Póvoa de Lanhoso, o Liberdade FC foi uma das equipas em destaque. Na prova, que também definia os campeões regionais de Estrada da Associação de Atletismo de Braga, nos escalões de juniores, seniores e veteranos, a formação de Calendário conseguiu cinco pódios e dois títulos regionais.

Realce para o escalão benjamins B, com o segundo e terceiro lugares de Beatriz Monteiro e Gabriela Costa; em masculinos, Martim Sousa foi o vencedor. Em iniciados, vitória para Carolina Faria, enquanto que Gabriel Abreu foi segundo.

No mesmo evento, mas a disputar o Campeonato Regional de Estrada, realce para os pódios de Maria Rodrigues e Eduardo Salazar. Em juniores, Maria, que cortou a meta na 10ª posição em absolutos, alcançou o título regional. No escalão de sub-23, Eduardo Salazar foi terceiro.

Outros atletas do Liberdade tiveram resultados de revelo.

Vermoim oferceu 400€ aos pais da Francisca que acabou de nascer

A Junta de Freguesia de Vermoim entregou recentemente mais um Vale de Natalidade, desta vez para assinalar o nascimento da pequena Francisca. A iniciativa pretende dar as boas-vindas à recém-nascida e apoiar a família neste momento especial.

À Francisca foram deixados votos de felicidades e de uma vida cheia de saúde, sendo também destacada a importância de continuar a reforçar a comunidade local.

A iniciativa contou ainda com o apoio da Bebé no Peito – Assessoria de Amamentação, que ofereceu um voucher para a primeira consulta de amamentação.

Famalicão: EARO levou 23 atletas à Corrida de São José

Os atletas da Escola de Atletismo Rosa Oliveira conquistaram, no passado sábado, bons resultados na Corrida de São José, da qual fez parte o Campeonato Regional de Estrada 10km. Na prova que decorreu na Póvoa de Lanhoso, Diana Cunha venceu em sub-10, enquanto que em sub-16 Vera Ferreira foi segunda e Tomás Ramos terceiro. No escalão sub-18, Luísa Castro foi a vencedora, seguida de Mariana Martins e de Ana Oliveira; em masculinos, Tiago Silva foi o vencedor

No âmbito do Campeonato Regional de 10 km, destaque para o segundo lugar de Maria Machado, em sub-20; e o décimo primeiro lugar de Rui Oliveira em seniores.

Famalicão: Associação Engenho aprova contas e reforça estabilidade financeira

A Engenho, Associação de Desenvolvimento Local do Vale do Este, aprovou, por unanimidade, o Relatório e Contas relativo ao ano de 2025. A reunião aconteceu no domingo, dia 22 de março.

Durante o ano passado, deu entrada em funcionamento a Oficina da Criança, serviço destinado a apoiar, com uma equipa técnica multidisciplinar e espaço e equipamentos específicos, crianças com manifestações de Atraso Global de Desenvolvimento. Foi desenvolvido um plano de (re)qualificação de ativos empregados e desempregados, bem como instituições e empresas no âmbito da Formação Modular Certificada.

No que diz respeito a iniciativas, instalou painéis fotovoltaicos no Lar “A minha casa”, para aproveitamento da energia renovável, através de uma parceria com a Cooperativa Elétrica CEVE e no âmbito de uma Comunidade de Energia Renovável.

O presidente da Engenho, Manuel Augusto Araújo, Aliás, mencionou aos sócios que a prioridade continua a ser «honrar os compromissos e responsabilidades perante terceiros, a confiança e fidelização dos fornecedores com tempos médios de espera de 65 dias, o pagamento a tempo e horas dos vencimentos dos colaboradores e a sistemática amortização dos encargos junto das instituições de crédito».

A Engenho, que dá resposta a mais de 300 utentes (crianças e idosos), assegurou o normal funcionamento de todas as respostas sociais, com diversas atividades «que acrescentam valor à qualidade dos serviços, em termos de cuidados, conforto, segurança e bem-estar prestados a todos os utentes», refere o presidente da instituição. Manuel Augusto Araújo acrescenta que, «apesar das melhorias gradualmente sentidas no setor social, impõe-se que o Estado o reforce e reconheça a sua verdadeira importância como fator de desenvolvimento e coesão social das comunidades locais». Este responsável considera que «as comparticipações do Estado para as IPSS deveriam ser, no mínimo, de 50% dos custos reais das diferentes respostas sociais, como tem vindo a ser prometido, por forma a que as instituições mantenham a sua sustentabilidade económica e financeira», defende o responsável.