O relatório diário da Direção-Geral de Saúde assinala duas mortes, ambas no Norte, e 501 novos infetados, 156 das quais na região Norte.
Há menos 24 pessoas nas enfermarias e 7 nos cuidados intensivos. Os recuperados são mais 542.
O relatório diário da Direção-Geral de Saúde assinala duas mortes, ambas no Norte, e 501 novos infetados, 156 das quais na região Norte.
Há menos 24 pessoas nas enfermarias e 7 nos cuidados intensivos. Os recuperados são mais 542.
Um ataque informático de origem desconhecida parou a laboração da Coindu, em Mogege e Joane, e Arcos de Valdevez, determinando que cerca de 2500 funcionários estejam em casa, desde esta terça-feira. Logo após o sucedido, os funcionários foram contactados para ficarem em casa até novas indicações.
A empresa voltará a funcionar logo que o problema esteja resolvido, embora fonte contactada por Cidade Hoje acredite que o regresso ao trabalho possa acontecer ainda esta semana, sexta-feira.
Também as unidades fabris que esta empresa produtora de componentes para automóveis tem na Roménia e México terão sido afetadas por este ataque informático.
(Foto arquivo)
Vivemos numa sociedade imprevisível em que tudo pode mudar de um momento para o outro. É por isso que os seguros desempenham um papel tão importante. Por mais estável que seja a nossa situação económica, certas tragédias inesperadas, doenças ou acidentes podem afetar de maneira decisiva a sobrevivência de empresas, indivíduos, ou mesmo agregados familiares.
Mas nem todos os seguros funcionam da mesma maneira. Se quer deixar de se preocupar com aqueles imprevistos que lhe tiram o sono na hora de ir dormir, a solução passa por contatar uma seguradora e escolher o plano que melhor se adequa às suas necessidades. Estes são alguns dos tipos de seguro que se encontram à sua disposição em Portugal:
Existem alguns seguros que são tão importantes que é mesmo impossível não contar com eles. Os seguros obrigatórios são extremamente comuns, até porque fazem parte da vida de todas as pessoas que conduzem um carro ou que são proprietárias de um imóvel. Exemplos de um seguro obrigatório incluem o seguro automóvel e o seguro contra incêndios, que constituiu uma cláusula obrigatória do seguro de habitação (que normalmente também envolve uma série mais exaustiva de parâmetros não-obrigatórios).
Todos os seguros se celebram através de contratos e são por isso temporários, pelo menos numa certa medida. Mas quando falámos de seguros temporários referimo-nos a um seguro por dias: um seguro que tem uma duração muito curta e que normalmente acarreta custos relativamente inferiores. Alguns exemplos clássicos de seguros temporários incluem os seguros de viagem ou os seguros associados ao aluguer de carros. Por outras palavras, aplicam-se a atividades ou empréstimos de duração curta mas que implicam uma certa dose de responsabilidade. A melhor parte? Hoje em dia é mais fácil do que nunca obter seguros por dias, principalmente através da Internet.
Os seguros de responsabilidade civil fazem parte de seguros temporários e obrigatórios, mas não deixam por isso de ser distintos de um seguro tradicional. A diferença crucial é que este tipo de seguro não se aplica ao dano feito por terceiros, mas antes ao potencial dano feito pelo indivíduo que assina o contrato com a seguradora. Porque a atividade de cada um de nós tem consequências na sociedade e os acidentes acontecem a toda a hora, estes seguros estão desenhados para proteger um cidadão do dano que ele próprio possa causar. Exemplos típicos de serviços de responsabilidade civil incluem o seguro automóvel ou o seguro profissional de alto risco (aplicável a médicos ou polícias, por exemplo).
As operações de capitalização são um tipo muito diferente de seguro, já que se inserem numa perspetiva puramente económica. São normalmente associados a negócios e usados como ferramentas de mitigação de risco. A diferença crucial entre uma operação de capitalização e um seguro tradicional está assente na sua finalidade: enquanto que um prevê uma compensação caso algo aconteça (um acidente, por exemplo), o outro supõe uma compensação mesmo que nada aconteça. Por outras palavras, os seguros conhecidos como operações de capitalização são sempre finalizados com a atribuição de um montante previamente definido, a receber pelo indivíduo ou empresa que assinou o contrato com a seguradora.
Está publicado em Diário da República, que o Governo autoriza a expropriação dos terrenos para a ampliação da Continental Mabor, em Lousado.
No despacho, assinado pelo Ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, a expropriação é justificada com o Potencial Interesse Nacional (PIN) da obra.
A Continental quer expandir a unidade fabril e as áreas de armazenagem, num investimento de 42 milhões de euros. Além da vertente económica da empresa, há uma previsão de criação de mais 55 postos de trabalho.
O objetivo de expansão da empresa esbarrou na falta de interesse de alguns proprietários dos terrenos que não aceitavam vender. Deste modo, em novembro de 2018, a empresa decidiu requerer a expropriação por utilidade pública, que foi agora concedida pelo Governo.
Pesou, também, na decisão do Governo a «idoneidade e credibilidade» da empresa, a comprovada viabilidade económica do modelo e a suscetibilidade de sustentabilidade ambiental.
O projeto já tinha o parecer favorável de todas as entidades com direito de voto que integram a Comissão Permanente de Apoio ao Investidor, da Câmara de Vila Nova de Famalicão, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e do Instituto do Turismo de Portugal.
A fábrica da Continental em Lousado tem cerca de 2.300 trabalhadores, é a maior exportador do concelho e a quinta a nível nacional. Em 2019, a faturação ascendeu a 833 milhões de euros.
Depois de reunir com o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, a pedido do próprio autarca, a direção da Associação Famalicão em Transição considera «pertinente que se explorem todas as possibilidades para reverter o processo de destruição das Hortas e de “amputação” do Parque da Devesa».
Após a reunião, que decorreu no dia 26 de março, a Associação Famalicão em Transição mantém dúvidas sobre o processo de transição das hortas do Parque da Devesa para um terreno junto à Avenida dos Descobrimentos, e já solicitou o acesso ao processo.
Recorde-se que as hortas urbanas estavam instaladas num terreno no Parque da Devesa que foi cedido pelo CITEVE (Edifício implantado no mesmo local) que agora precisa do espaço para fazer uma ampliação. O município procurou uma alternativa e encontrou-a no arrendamento de um terreno junto à Avenida dos Descobrimentos (estrada Famalicão-Porto) para onde está prevista a transição das hortas.
Alguns hortelãos contestaram esta decisão, oposição também manifestada pela Associação Famalicão em Transição, uma associação de defesa do ambiente e de uma vida mais saudável.
Sobre este processo das hortas urbanas, a Associação Famalicão em Transição mantém que outras soluções de ampliação do CITEVE poderiam ter sido equacionadas que não para as hortas urbanas. Considera também muito pouco tempo o período de 15 dias/ a um mês para ouvir os visados, «pois num intervalo tão curto de tempo não é possível um debate, ouvir a população e enriquecer a tomada de decisão com eventuais abordagens alternativas», sublinha a direção da Associação. Ainda sobre este ponto, alerta que qualquer «alteração a um Plano de Urbanização obriga a uma prévia discussão pública».
Este foram os argumentos da Associação Famalicão em Transição que ouviu também as explicações do presidente da Câmara sobre este processo. O autarca terá afirmado que o processo de expansão das hortas estava a ser estudado à cerca de um ano e que por razões técnicas e de financiamento aquela terá sido a única solução possível.
O FAC decide, este sábado, a sua continuidade no nacional da 1.ª divisão de hóquei em patins, num confronto com o Hóquei Clube de Braga, que soma os mesmos pontos: 23
Ao Famalicense basta o empate, mas o treinador Vítor Silva quer os seus jogadores a lutar pela vitória. «É mais uma final, a última. Vamos jogar para vencer, embora o empate também sirva. Será um jogo difícil contra um opositor direto e de qualidade».
Em caso de derrota, o Famalicense pode ainda manter-se na 1.ª divisão, mas para tal precisa que o Turquel perca o seu jogo. «Vamos pensar só no nosso jogo, no que podemos controlar», avisa Vítor Silva.
O Riba de Ave, já despromovido, joga em casa do Tomar. O treinador Raul Meca promete que, apesar das circunstâncias, os seus atletas vão manter uma atitude profissional, «para honrar a camisola que envergam», e o objetivo é fechar a prova com uma vitória.
A última jornada do nacional da 1.ª divisão de hóquei em patins está agendada para as 18 horas deste sábado.

