Ivone Calafate sucede a Leonel Rocha na presidência da LIPAC

Os associados da LIPAC-Liga de Profilaxia e Ajuda Comunitária elegeram, esta quinta-feira, os órgãos sociais para o quadriénio 2019-2023. Com uma equipa renovada e a apostar em novas dinâmicas de prevenção, a associação tem como presidente Ivone Calafate que sucede a Leonel Rocha que, no momento de cessar funções e perante uma assembleia muito concorrida considerou «que este é um momento bem demonstrativo da vitalidade que a LIPAC ambiciona e da vontade de continuar um trabalho que é um orgulho para todos».

Ivone Calafate assumiu que a LIPAC, «dentro dos próximos anos, será uma organização de referência no concelho, na prevenção e com um foco fundamental nas áreas da educação, formação e capacitação».

A LIPAC inicia, agora, um novo ciclo de trabalho, procurando aproximar-se ainda mais da comunidade, melhorar a sua rede territorial de intervenção e alargar a rede de parceiros num reposicionamento mais próximo dos jovens e dos educadores.

A LIPAC-Liga de Profilaxia e Ajuda Comunitária é uma Instituição de Solidariedade Social sediada em Calendário. Conta com 16 anos de existência e foi fundada pelo Dr. Silva Marques.

Gabriel Maia convocado para concentração da Federação

O atleta do Clube de Cultura e Desporto de Ribeirão foi convocado para Concentração de Juvenis e Juniores, do setor de velocidade, da Federação Portuguesa de Atletismo, que se realiza no centro de Alto Rendimento do Jamor, nos dias 1 e 2 de novembro.

Gabriel Maia, de 16 anos, é campeão nacional de juvenis nos 200 metros, com a melhor marca do ranking nacional no seu escalão (22,52 segundos).

Desta concentração faz parte uma ação de formação dirigida aos treinadores que acompanham os atletas. Gabriel estará acompanhado pela treinadora do CCDR Beatriz Silva e por Maria João Barbosa, atleta que iniciou a prática da modalidade no clube ribeirense e que representa, atualmente, o Sporting Clube de Portugal.

Famalicão empata com o Rio Ave FC

Aproveitando a longa paragem da Liga NOS, o Futebol Clube de Famalicão realizou, esta sexta-feira, um jogo de preparação com o Rio Ave Futebol Clube. O encontro terminou empatado (4-4). Anderson, Guga, Walterson e Toni Martínez foram os autores dos golos do conjunto orientado por João Pedro Sousa

O FC Famalicão tem o próximo jogo oficial marcado para 20 de outubro, em Lourosa, a contar para a terceira eliminatória da Taça de Portugal.

Famalicão: Oito anos e meio de prisão para contabilista que se apoderou de 1,5 milhões de euros dos clientes

Em nota hoje publicada na sua página, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que, por outro lado, o arguido – sócio-gerente de um gabinete de contabilidade de Famalicão – foi condenado a pagar ao Estado a quantia de 1,5 milhões de euros, correspondente à vantagem patrimonial obtida com a prática dos crimes.

Na primeira instância, o arguido tinha sido condenado a nove anos de prisão por 37 crimes de abuso de confiança, cinco crimes de falsificação e três crimes de fraude fiscal.

O arguido recorreu para a Relação, que declarou prescrito o procedimento criminal quanto a dois crimes de falsificação de documento, um crime de abuso de confiança e um crime de fraude fiscal e atenuou especialmente a pena relativamente a um crime de abuso de confiança.

A pena foi fixada em oito anos e meio de prisão.

O Ministério Público também recorreu, exigindo que o arguido fosse condenado a pagar ao Estado os 1,5 milhões de euros alegadamente conseguidos com a atividade criminosa.

O processo tinha ainda como arguidos um trabalhador do gabinete em questão e um funcionário das Finanças de Famalicão, que foram absolvidos.

Os factos reportam-se ao período compreendido entre 2004 e 2008 e relacionam-se com a adulteração das declarações de IVA de cerca de meia centena de clientes daquele gabinete de contabilidade.

Segundo o tribunal, o sócio-gerente do gabinete “aumentava o valor do IVA dedutível para diminuir o valor do imposto devido e ficava com a diferença do valor dado pelo cliente e do valor falsamente apurado”.

O tribunal disse que o arguido escolhia “cirurgicamente as vítimas” entre os mais de 400 clientes do gabinete.

Os “alvos” eram os “bons pagadores” e os que não controlavam a contabilidade, por serem clientes há muito tempo e confiarem nos serviços prestados pelo gabinete.

O arguido, além de adulterar as declarações de IVA, também rasuraria cheques e falsificaria declarações de não dívida, que entregava aos clientes.

Uma situação que durou até os clientes começarem a ser notificados dos incumprimentos fiscais.

Durante o julgamento, no Tribunal Judicial de Guimarães, o arguido refutou tudo, alegando que nunca falsificou ou rasurou qualquer documento, mas o tribunal considerou que a sua postura foi “uma tentativa grotesca de se distanciar” dos factos.

Uma postura criticada pela juíza presidente do coletivo, que sublinhou que o arguido “deu cabo de muitas empresas” e fê-lo para “seu bel-prazer” e não porque tivesse necessidades económicas.

Lembrou um carro de 60 mil euros que ofereceu a uma ‘stripper’ [na imagem] e o milhão de euros que terá investido numa sociedade com a mesma mulher.

“Agiu para seu bel-prazer. São centenas de milhares de euros, não sei se foi para dar à senhora que era ‘stripper’, mas sei que não foi para matar a fome, não foi para ajudar os empregados”, referiu a juíza.

Sublinhou ainda que os lesados iriam “sentir-se injustiçados” com a pena aplicada ao arguido.

Disse que teria “ficado bem” ao arguido se tivesse confessado, manifestado arrependimento e mostrado disponibilidade para ressarcir os lesados e que, nesse caso, o tribunal até poderia “ponderar” a suspensão da pena.

Criticou a “delonga da justiça”, que fez com que alguns crimes já tivessem, entretanto, prescrito.

A acusação só foi deduzida em 2014.

Como atenuantes, o tribunal considerou a inexistência de antecedentes criminais, a inserção social e familiar do arguido e o longo período entretanto decorrido desde a data dos crimes, durante o qual terá demonstrado “boa conduta”.

Desmantelada rede que falsificava combustível a partir de Famalicão

A GNR apreendeu 13 mil litros de produtos químicos que eram usados como combustível, mais de 24 mil cigarros e três mil euros em dinheiro, no âmbito da operação “Escape Limpo”.

O grupo, que operava a partir do concelho de Vila Nova de Famalicão para a região do Minho e Porto, estava a ser investigado há cerca de seis meses. Em comunicado, a GNR informa que foram cumpridos 34 mandados de busca, das quais fizeram parte 25 domiciliárias e nove buscas em armazéns.

Os produtos químicos apreendidos eram utilizados como substitutos da gasolina para abastecer veículos, escapando desta forma à respetiva tributação

Comunicado GNR

No decorrer desta investigação foram identificados quatro homens, com idades entre os 30 e os 55 anos, e duas empresas especializadas na comercialização de produtos químicos.

Os suspeitos foram constituídos arguidos e indiciados da prática do crime de introdução fraudulenta no consumo de produtos sujeitos a Imposto sobre produtos petrolíferos e energéticos

Comunicado GNR

Os suspeitos vão responder no Tribunal Judicial de Braga sobre este alegado crime.

Famalicão: Freguesias sem água devido a problema na rede

As freguesias de Mogege e Castelões estão, na tarde desta sexta-feira, sem água.

Um problema na conduta geral de distribuição de água pela região levou à interrupção do abastecimento nestas duas freguesias Famalicenses. A mesma situação verifica-se em algumas freguesias do concelho vizinho de Santo Tirso.

De acordo com a Câmara Municipal de Famalicão, os trabalhos de reparação já estão a decorrer e a situação deverá ficar normalizada até às 17h00.