HÓQUEI EM PATINS: EQUIPAS FAMALICENSES JÁ CONHECEM O CALENDÁRIO

O Riba de Ave Hóquei Clube e o FAC – Famalicense Atlético Clube vão começar o campeonato nacional da 2.ª divisão de hóquei em patins em casa, assim ditou o sorteio, realizada na tarde desta segunda-feira, na sede  da Federação de Patinagem de Portugal.

A 7 de outubro, o RAHC recebe o CD Póvoa e o FAC a Académica de Espinho. O derbie entre as formações famalicenses acontece na 11.ª jornada, com a formação ribadavense a receber o Famalicense, a 16 de dezembro. 

A última jornada do campeonato disputa-se a 2 de junho, com o FAC a receber o Candelária SC e o Riba de Ave a jogar em Fão. O vencedor da zona Norte sobe à primeira divisão e o segundo classificado disputará o playoff de subida. Os quatro últimos descem à terceira divisão.

PARQUE INFANTIL 1º DE MAIO PARA TODOS

Criar condições para que as crianças famalicenses com mobilidade reduzida possam desfrutar alegremente dos parques infantis públicos através de equipamentos adaptados é o principal objetivo das obras de requalificação do espaço infantil situado no Parque 1.º de Maio, na cidade de Famalicão.

A Câmara Municipal vai iniciar em breve um conjunto de intervenções, que irão implicar a substituição do pavimento, reabilitação do equipamento existente e colocação de novos divertimentos.

Neste âmbito, serão colocados um combinado de madeira e um baloiço adaptados a crianças com mobilidade condicionada. Será ainda colocada uma cabana e balancés de mola.

Esta obra representa o início de nova era para os parques infantis de Famalicão. Estamos cada vez mais empenhados em criar uma sociedade inclusiva com espaços adaptados para que todas as crianças possam brincar e divertir-se em segurança.

Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão – Paulo Cunha 

A empreitada foi adjudicada à empresa Bricantel – Comércio de Material Elétrico de Bragança, Lda, por cerca de 70 mil euros. O arranque da obra será durante o mês de agosto e terá uma duração de 30 dias.

NUNO MELO RECANDIDATA-SE À ASSEMBLEIA MUNICIPAL

Nuno Melo avança, novamente, como candidato à presidência da Assembleia Municipal, pela coligação “ Mais Ação. Mais Famalicão” (PSD/CDS-PP). O candidato, que preside ao órgão deliberativo desde 2001, concorre «com o mesmo entusiasmo da primeira vez. A ligação à terra onde nascemos não é algo que esmoreça com o passar dos anos. Pelo contrário! Por isso, poder ser útil ao desenvolvimento do nosso concelho é sempre gratificante e motivador», diz, asseverando que é «com honra e sentido de serviço» que pretende continuar a servir o concelho onde nasceu.
Paulo Cunha vê a candidatura de Nuno Melo como «uma boa notícia» para Vila Nova de Famalicão. «A forma isenta, responsável e sóbria com que tem dirigido a Assembleia Municipal tem credibilizado o órgão deliberativo do município e, muito concretamente, todos os eleitos municipais, independentemente das forças partidárias pelas quais são eleitos».
O eurodeputado do CDS/PP é presidente da Assembleia Municipal desde 2001 e está disponível para continuar a sê-lo «em nome de um projeto autárquico robusto e bem sustentado que tem sido responsável por desenvolver e afirmar Vila Nova de Famalicão no plano nacional e até mesmo internacional».
O candidato à presidência da Câmara Municipal, Paulo Cunha, vai oficializar as candidaturas às eleições autárquicas de 1 de outubro próximo com a entrega das listas no Tribunal, no próximo dia 7 de agosto, e far-se-á acompanhar de Nuno Melo.

MILHÕES DE INVESTIMENTO E 45 NOVOS POSTOS DE TRABALHO

A Continental Mabor continua a apostar no aumento da sua capacidade produtiva. A empresa de Lousado prepara-se para avançar com um novo projeto de investimento, na ordem dos 14 milhões de euros, para construir  três novas unidades que vão potenciar a produção de pneus e diversificar o portfólio da Continental. O investimento tem, também, um impacto ao nível do emprego, com a criação de 45 postos de trabalho.

Esta iniciativa empresarial recebeu na manhã desta quinta-feira, em reunião do executivo camarário, o reconhecimento de interesse público municipal, no âmbito do Regulamento de Projetos de Investimento de Interesse Municipal, que vigora desde 2015.

O residente da Câmara, Paulo Cunha, fala de «um investimento importante ao nível da geração de riqueza e da criação de emprego e que reforçará a performance exportadora de Vila Nova de Famalicão. A visão de ambição com que a Continental Mabor encara o futuro é inspiradora para o país».

Com este investimento, o gigante alemão demonstra o seu interesse na aposta na unidade fabril instalada em Famalicão, tanto na produção de pneus para veículos ligeiros de passageiros e comerciais (segmento PLT – Passenger and Light Truck), como na produção de pneus radiais agrícolas (a unidade LousAgro, lançada em 2016, num investimento de 50 milhões de euros com a criação de 125 postos de trabalho, é a única do grupo em todo o mundo). No âmbito deste projeto, a empresa garante que vai utilizar as tecnologias e práticas mais eficientes do ponto de vista ambiental.

FAMALICÃO FEZ INVESTIMENTO, GANHOU INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA E BAIXOU DÍVIDA NA ÚLTIMA DÉCADA

O município de Vila Nova de Famalicão está entre os que maior investimento fizeram no decénio 2006-2016. Com uma média de investimento por habitante de 1090 euros, a autarquia famalicense aplicou mais de 146 milhões de euros na última década. Os números podem ser conferidos na edição do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses relativa a 2016 publicado esta semana pela Ordem dos Contabilistas Certificados, com o apoio do Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade do IPCA, Tribunal de Contas e Centro de Investigação em Ciência Política da Universidade do Minho.

Para o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, os números são “reveladores do esforço que o município fez na última década para modernizar o concelho ao nível infraestrutural de que são exemplo o desenvolvimento dos programas municipais de modernização do parque escolar, da rede viária e de centenas de outros equipamentos das freguesias, assim como na ampliação das redes de água e saneamento básico que estão, felizmente, cada vez mais próximas da sua conclusão.”

A leitura objetiva dos números avançados pelo estudo permite concluir que o volume de investimento realizado não comprometeu a saúde financeira do município que de acordo a mesma publicação terminou o ano de 2016 com uma independência financeira de 63,1%, a melhor dos últimos 12 anos da autarquia.

Significativa é também a leitura dos números relativos ao aumento da receita cobrada que em Vila Nova de Famalicão se explica pelo acréscimo significativo das cobranças relativas ao Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e à Derrama. Significa isto que compraram-se mais casas em Vila Nova de Famalicão e as empresas tiveram mais lucros. “É um sinal positivo do fortalecimento da dinâmica económica do município que se fortaleceu com a maior produtividade e rentabilidade das empresas e com a maior capacidade de consumo por parte das pessoas que voltaram a ter capacidade de investimento na aquisição de habitação própria”, assinala o Presidente da Câmara Municipal.

Ao nível dos impostos a única receita que diminui em Vila Nova de Famalicão relativamente ao ano anterior é a cobrada através do IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis cuja baixa se deve à entrada em vigor do IMI Familiar que atribui um desconto no pagamento do imposto de 40 euros para as famílias com dois filhos e de 70 euros para as famílias com três ou mais dependentes.

Em termos de rankings Vila Nova de Famalicão destaca-se também pela presença entre os municípios que apresentam maior volume de despesa paga em pessoal no ano de 2016, com um aumento significativo em relação aos anos anteriores. A isto se deve a adesão de Vila Nova de Famalicão ao programa de descentralização de competências na área da educação, “Aproximar Educação” que transferiu todos os recursos humanos não docentes das escolas para a alçada do município.

Confirmado pela publicação fica também a tendência de diminuição gradual da dívida que estava fixada nos 45 milhões de euros em 2006 estando no final de 2016 nos 36 milhões de euros.