Doentes e confinados devido à Covid-19 vão votar nas presidenciais

A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira as alterações às leis eleitorais para permitir o voto dos doentes e confinados devido à Covid-19.

Os diplomas do PS e PSD preveem a adaptação de regras que já se aplicam no voto antecipado para presos e internados, mas o PSD quer a sua aplicação em todas as eleições e referendos; já o PS quer que este regime seja aplicado, para já, apenas nas presidenciais de janeiro de 2021.

Estes partidos concordam que, entre o quinto e o quarto dias anteriores ao da eleição, o presidente da Câmara deve deslocar-se onde existam eleitores registados para votar antecipadamente, em dia e hora previamente anunciado aos mesmos e aos delegados das candidaturas. Os social-democratas querem, porém, que o presidente da Câmara vá acompanhado por elementos das forças de segurança e autoridades sanitárias.

No projeto de lei do PSD prevê-se ainda que os boletins de votos recolhidos têm de ser sujeitos a desinfeção e quarentena durante 48 horas, em instalações da câmara municipal, sendo depois enviados às mesas de voto onde os eleitores estão inscritos até às 08h00 do dia da eleição.

Os projetos de lei aprovados, na generalidade, deverão agora descer à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias. Depois de debatidas e votadas na especialidade, as propostas seguem para votação final global, última etapa antes de seguir para promulgação pelo Presidente da República.

Famalicão: Seguro pede para não se dispersarem votos «em candidatos que não vão passar à segunda volta»

António José Seguro passou o final da tarde desta quinta-feira, em Famalicão. Teve um encontro com apoiantes na sede de campanha, na Rua Alves Roçadas, visitou o Museu Bernardino Machado, a Frutivinhos e contactou, ainda, com a população no centro da cidade.

Seguro, que tem o apoio do Partido Socialista, diz-se «o único candidato moderado, o único do centro-esquerda, o único candidato que é fiel e leal à Constituição da República Portuguesa e que pode passar à segunda volta». Por isso, pediu a concentração de votos na sua candidatura, porque «o desperdício de votos noutras candidaturas, que não podem passar à segunda volta, é, de facto, um desperdício muito grande. Não dispersem votos», reiterou.

O candidato presidencial teve junto de si vários elementos da Comissão de Apoio, liderada por Artur Lopes, do mandatário Almeida Pinto, e do líder da Concelhia, Eduardo Oliveira.

 

Famalicão: Eleições na Concelhia do PSD com lista única

A Concelhia do PSD de Famalicão vai a votos no dia 28 de fevereiro e para o cargo de presidente, atualmente de Sofia Fernandes, a primeira mulher a liderar a estrutura “laranja” no concelho, avança Paulo Reis. A lista de Reis será a única que vai a sufrágio.

A candidatura tem, sabe o CIDADE HOJE, o apoio de Paulo Cunha, Mário Passos, Sofia Fernandes, Fernando Costa, dos eleitos do partido na Assembleia Municipal e vereadores do PSD.

CIDADE HOJE tentou contactar Paulo Reis, mas sem efeito. No entanto, fontes próximas garantem que o candidato, atual deputado municipal, avança para o ato eleitoral em lista única, de consenso, que reúne as várias sensibilidades dentro de partido, manifestadas no último ato eleitoral, em março de 2024, quando concorreram Sofia Fernandes, então vereadora, e Mário Passos, presidente da Câmara Municipal.

Paulo Reis teve um largo percurso nas estruturas da JSD, bem como em diversas comissões políticas do PSD. Por exemplo, fez parte do órgão quando Mário Passos o liderou, foi vice-presidente de Paulo Cunha e foi coordenador de campanhas eleitorais.

Paulo Reis, engenheiro na indústria química, prepara-se para abraçar um novo desafio político, liderando uma das maiores concelhias nacionais do PSD e sendo o suporte político de uma coligação (com o CDS) que lidera o município desde 2001.

Famalicão: Comissão Concelhia de Apoio a Seguro já tem cerca de 100 pessoas

Sandra Pimenta, líder concelhia do PAN, Álvaro Sampaio, antigo conservador do Registo Civil, e Hilário Campos, presidente da Associação Moinho de Vermoim, também apoiam a candidatura de António José Seguro. Segundo a Comissão Concelhia de Apoio, liderada por Artur Lopes, «o número de apoiantes em Famalicão tem crescido consideravelmente nos últimos dias», sendo já cerca de uma centena de pessoas, «com trabalho cívico e político no concelho», a integrarem a comissão que foi apresentada a 5 de dezembro, na altura com 70 pessoas.

Para além de outros dirigentes locais e de autarcas eleitos pelo PS, «dezenas de cidadãos sem filiação partidária têm subscrito a declaração coletiva» que dá corpo à Comissão Concelhia de Apoio à Candidatura Presidencial de Seguro. No documento, os subscritores enaltecem «as qualidades pessoais, a estatura cívica, o conhecimento das instituições da República e a experiência política, no País e na Europa», de António José Seguro, tido como «o mais bem preparado dos candidatos para o cargo».

O reforço do apoio local à candidatura foi conhecido esta quarta-feira, em comunicado, na véspera de António José Seguro ter na cidade de Famalicão uma ação de campanha. É esta quinta-feira, pelas 17 horas, na sede concelhia de campanha, na Rua de Alves Roçadas. Depois, segue para uma visita ao Museu Bernardino Machado e depois vai à Frutivinhos – Cooperativa Agrícola de Vila Nova de Famalicão, na Rua de D. Sancho I.

Famalicão: Marques Mendes é o garante «da estabilidade e da credibilidade»

A de campanha de Marques Mendes passou, esta quarta-feira, por Famalicão, e encheu o auditório da CESPU. O encontro com apoiantes teve a presença de Luís Montenegro, naquela que foi a segunda aparição do líder do PSD ao lado do candidato presidencial.

Perante uma sala cheia, Montenegro acusou os adversários nas presidenciais de serem «projetos de governação encapotados», pediu ao eleitorado do centro que concentre votos para «não arriscar que os dois extremos» protagonizem a segunda volta e disse que o candidato apoiado por PSD e CDS-PP «é a única opção que garante segurança, estabilidade e credibilidade. Esta é a escolha que coloca no Palácio de Belém um Presidente da República que o será sem ter atrelado a si um projeto de governação, todos os outros são projetos de governação encapotados disfarçados de Presidente da República». Já Marques Mendes «é um projeto de Presidente da República que quer cooperar com um projeto de governação».

O candidato presidencial, animado por uma sondagem que o coloca em segundo lugar, começou por referir que «pensava que esta campanha eleitoral era mais para trocar e debater ideias, mas tem sido para discutir sondagens. Hoje mesmo, parece que a sondagem da rua começa a aparecer nas sondagens das televisões. E porquê? Andando eu de norte a sul do país já há vários dias, sinto a sondagem da rua, o calor humano, o entusiasmo, o apoio», disse.

Luís Marques Mendes ressalvou, contudo, que não se deslumbra com as boas sondagens, nem desanima com as más sondagens e voltou a reiterar que «está tudo em aberto nestas eleições».

Agradeceu a presença e o apoio de Luís Montenegro, notando «a atitude e postura de lealdade e de solidariedade, nos bons e nos maus momentos. Não tenho complexos relativamente a ter este seu apoio, que é um apoio que muito me sensibiliza».

Nesta ação de campanha para as presidenciais, e para além da presença de Luís Montenegro, Marques Mendes teve o apoio, entre outros, de Mário Passos, presidente da Câmara Municipal, e de Paulo Cunha, líder distrital do partido.

Álvaro Santos é o novo presidente da CCDR-N

Álvaro Santos é o novo presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) ao vencer, esta segunda-feira, dia 12, António Cunha, atual presidente deste organismo.

O novo presidente conseguiu 57% dos votos contra os 39% de António Cunha, na única eleição com duas listas em disputa; todas as outras CCDR foram a eleições com lista única.

A votação decorreu nas Assembleias Municipais de cada concelho. Têm direito de voto os presidentes de junta, deputados, vereadores e presidente da Câmara. Em Famalicão venceu Álvaro Santos, com 77 votos, contra 10 de António Cunha. Registaram-se votos 2 em branco.

O presidente da Câmara de Famalicão desejou «as maiores felicidades» a Álvaro Santos na condução do seu mandato. Mário Passos tem a certeza de que «estará à altura do desafio de estabelecer pontes e de projetar e afirmar a região, num quadro muito importante de investimentos estruturantes que irão afirmar ainda mais o Norte como uma região de destaque no país».

Na despedida, o edil famalicense não esqueceu o trabalho de António Cunha e agradeceu-lhe por isso. «O desenvolvimento da região Norte nestes últimos anos tem também a sua assinatura e só lhe podemos estar gratos por isso», mencionou.

Famalicão: Campanha de António José Seguro passa esta quinta-feira pela cidade

Quinta-feira, dia 15 de janeiro, às 17 horas, António José Seguro, candidato à Presidência da República, estará em Famalicão em ação de campanha. Depois da receção na sede, situada na Rua Alves Roçadas, o candidato fará uma visita ao Museu Bernardino Machado, deslocando-se, depois, à Frutivinhos.

A Comissão Concelhia de Apoio à Candidatura de António José Seguro espera uma boa receção dos simpatizantes famalicenses nesta ação de campanha. Artur Sousa Lopes, presidente desta Comissão, diz que se nota uma forte mobilização no apoio a António José Seguro e dá como exemplo a passagem recente do candidato por Braga e Póvoa de Lanhoso. «Não é pela quantidade de pessoas, mas pela maneira como as pessoas participaram, a animação e a mobilização do partido», anotou.

O famalicense, que encabeça uma Comissão Concelhia de Apoio a António José Seguro, com personalidades independentes e históricos socialistas, refere que a estratégia de campanha de António José Seguro, assim como a sua personalidade, têm-se revelado agregadoras.

Artur Lopes, em conferência de imprensa, esta segunda-feira, comentava que o país e o Partido Socialista precisam de uma vitória de António José Seguro. No caso do país, se a vitória for do candidato do Chega ou do da Iniciativa Liberal, garante que não será positiva para o equilíbrio de forças políticas e «para o conceito de sociedade e de vida que os portugueses desejam», aponta.

Por outro lado, uma vitória de António José Seguro será «uma vitória do PS, mas uma derrota de Seguro arrastará consigo uma crise interna do PS que não é desejável», analisa.