
O responsável máximo pelo futebol feminino do FC Famalicão emociona-se só de pensar em trazer a Taça, que simbolizará conquistas dentro e fora de campo. «Este ano levamos com muita coisa em cima, foi horrível. Houve momentos de desânimo e todos nos questionámos se deveríamos continuar ou não. Houve vozes do exterior que pediram a nossa demissão», reconhece. Não o fizeram e Jorge Silva diz que foi a força do grupo e a união que ajudou a superar. «Tudo em prol do bem maior que é o FC de Famalicão. Seria um ato de cobardia, num momento difícil, virar costas», confessando que «está de consciência tranquila».
A equipa feminina do Futebol Clube de Famalicão garantiu o quarto lugar no campeonato e atingiu a final da Taça de Portugal e, independentemente do resultado, o presidente considera «um feito incrível». Claro que as expectativas quanto ao triunfo na Taça são «naturalmente muito elevadas», reconhece Jorge Silva, o responsável por há quatro anos dar início a este projeto do futebol feminino.
A equipa conseguiu sempre o quarto lugar no campeonato e vai pela segunda vez consecutiva ao Jamor. O ano passado, frente ao Sporting, não foi possível festejar, mas este ano, sábado, a esperança volta a renovar-se diante do Braga.
Jorge Silva gosta deste ambiente de Taça e já antevê uma grande festa, com início logo pela manhã. À semelhança do ano transato, em que mais de 1500 pessoas torceram pelo FC Famalicão, espera-se um apoio forte nas bancadas. O presidente acredita que o público tem uma importância «objetiva» que pode fazer a diferença, porque «é motivacional e valoriza o esforço das atletas».





















