
Eduardo Oliveira, candidato do PS à Câmara Municipal de Famalicão defende, em comunicado, que os idosos e as crianças devem conviver como forma de coesão social e solidariedade intergeracional. Neste ponto, propõe a criação dos “Cantinhos dos Avós”, com programação diversificada que inclua atividades de leitura, costura, oficinas de memória e contos, culinária, jardinagem, jogos tradicionais, artesanato e música, horta e outras atividades que favoreçam a partilha. Para tornar o projeto real, defende parcerias com IPSS locais, centros de dia, associações de reformados, agrupamentos escolares, universidades, academias seniores, autarquias, etc.
Para começar, propõe um projeto-piloto, em 2025, em duas a quatro escolas representativas do concelho (urbanas e rurais), e com expansão progressiva. «Haverá um sistema de monitorização e avaliação contínua para medir o impacto no bem-estar dos seniores, no desenvolvimento das crianças e na coesão da comunidade», menciona Eduardo Oliveira. «Acreditamos que nenhum idoso deve envelhecer na solidão e que nenhuma criança deve crescer sem ouvir histórias reais e aprender com a experiência da vida. Esta proposta é um investimento nas pessoas – no cuidado, na memória e na partilha. Vamos construir um concelho que une gerações, combate a solidão e educa com o coração», aponta.
Na análise socialista, a proposta combate o isolamento da população sénior e valoriza a transmissão de saberes e experiências entre gerações, «promovendo empatia, respeito e inclusão». Está alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), nomeadamente os que dizem respeito à saúde e educação de qualidade, à redução das desigualdades e à construção de comunidades sustentáveis.
O candidato esclarece que o financiamento será assegurado através de apoios municipais, fundos do Portugal 2030, do POISE (Programa Operacional Inclusão Social e Emprego), programas de responsabilidade social empresarial e candidaturas a fundos europeus.





















Ana Oliveira é um país vergonhoso onde ninguém se importa com as pessoas portadoras de deficiência porque não votam, logo não interessam. Vergonha alheia. Eu sei do que estou a falar pois tenho um irmão com trisomia 21 que, até ninguém perguntou se ele precisava de alguma coisa.
Ana Oliveira uma das tristes realidades em Portugal. Nem o governo, nem as câmeras, nem as juntas de freguesia se interessam pelas pessoas portadoras de deficiência!!!! Ahhh já sei… Esses não votam logo não interessa. Vergonha alheia.
Muitos parabéns eduardo so mesmo um enfermeiro p estar próximo da comunidade cde forma efetiva e real
Ana Oliveira bem dito
Em certas escolas são tratadas com ratos do esgoto eu já senti na pele isso várias vezes e vos digo por o bem estar do meu filho sou capaz de fazer tudo mas tudo mesmo
Temos de pensar nas nossas crianças especiais que não tem escolas adequadas para elas
Não é ao aproximar as crianças e idosos e dar condições nas escolas as crianças autista que não tem ajuda nenhuma nem uma tarefeira tem direito isto é uma vergonha