António Cunha apresentou a sua recandidatura à presidência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte – CCDR Norte, cujas eleições são a 12 de janeiro.
«Entendo recandidatar-me ao lugar de Presidente da CCDR NORTE, como independente, porque o Norte exige uma liderança próxima e conhecedora do terreno, que fale a linguagem das suas Entidades Intermunicipais, dos seus municípios e das suas freguesias e tenha o respeito dos atores europeus, em Bruxelas, e nacionais, em Lisboa», justifica no seu programa de candidatura.
O atual presidente deste organismo regional (funções que exerce desde 2020) terá como adversário Álvaro Santos, ex-vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, que tem o apoio do PSD.
Com exceção do Norte, todas as outras CCDR têm um único candidato, indicado pelo PSD ou PS, mediante um acordo.
A escolha caberá aos presidentes das Câmaras da região, presidentes da Assembleia Municipais, vereadores, deputados e presidentes de Junta.
António Cunha vai, assim, a eleições como independente, mas com uma lista de 50 personalidades, entre elas os empresários famalicenses Isabel Furtado e João Cortez, bem como D. Jorge Ortiga, Arcebispo Emérito de Braga; Sobrinho Simões, médico e académico; Miguel Cadilhe, político e economista; Mónia Baldaque, escritora; Pedro Abrunhosa, entre outros.
Estas, e outras pessoas, defendem o presidente da CCDR-N deve exercer o cargo com liberdade e autonomia, sem amarras partidárias; que o território exige visão e que António Cunha mostrou isso; e que no atual ciclo de fundos europeus, é exigida estabilidade.
António Cunha apresenta quatro eixos de atuação, desde logo «um novo referencial estratégico – o Norte 2035»; a integração de novas competências; execução plena do Norte 2030 e do PRR; e «proximidade e diálogo permanente».
Acrescenta que «votar nesta candidatura é votar na competência demonstrada pelo conhecimento, proximidade e ação, integrando as vozes do litoral e do interior e dos diversos atores políticos, institucionais e partidários, num projeto comum profundamente nortenho. Votar nesta candidatura, não é votar contra nenhum partido; é votar a favor de uma Instituição forte, autónoma e respeitada», expõe.