Última Hora: Rede Multibanco está em baixo

A rede Multibanco, que é gerida pela SIBS, é amplamente conhecida em Portugal até porque é a partir das caixas Multibanco que levantamos o nosso dinheiro e realizamos outras operações.

De acordo com a SIBS, a rede Multibanco está com problemas em vários pontos do país, não permitindo pagamentos e levantamentos.

De acordo com a SIBS, “não há estimativa” para a resolução do problema que está a afetar a rede Multibanco em vários pontos do país. De acordo com as informações, não é possível fazer levantamentos nem pagamentos, nem recorrendo ao serviço através do MB Way.

Atualização às 23:14

A SIBS explicou à Lusa que o problema, apesar de poder ter expressão nacional, não implica que todo o sistema de caixas automáticas multibanco esteja fora de serviço, podendo haver inclusivamente caixas ATM lado a lado em que uma funcione e outra não. Isto porque a falha técnica, que já está a ser alvo de intervenção de uma equipa, afeta sub-redes dentro da rede, o que explica que nem todas as ATM sejam afetadas. A SIBS apontou uma intervenção de 30 minutos para resolver a situação.

Fonte: pplware

Famalicão: Presidente da ANESPO considera que os decisores são fundamentais na afirmação das escolas profissionais

Na passada semana, no decurso das Jornadas Pedagógicas da Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), Amadeu Dinis salientou que o Ensino Profissional está a ganhar uma nova centralidade no sistema educativo nacional. O famalicense que preside à ANESPO entende, por isso, que é fundamental que os decisores políticos continuem a assegurar a sustentabilidade financeira, organizacional e funcional das escolas profissionais face à importância e especificidade dos projetos educativos nos seus territórios, regiões e país.

As Jornadas Pedagógicas decorreram entre 9 e 10 de julho, na Escola de Turismo de São Pedro Sul, subordinadas ao tema “Ensino Profissional + Flexível + Inclusivo: com o CNQ e os CTE na bagagem”.

O também diretor da Escola Profissional CIOR considerou, ainda, que o encontro «foi um momento particularmente importante para refletirmos, em conjunto, sobre os desafios atuais e futuros e sobre as respostas que as escolas devem continuar a construir». Acrescentou que com esta iniciativa, «a ANESPO pretende promover um espaço de reflexão e partilha em torno da flexibilidade curricular, da inclusão e da valorização das competências. Estas são dimensões essenciais para preparar melhor os alunos, responder às necessidades dos territórios e reforçar o papel do Ensino Profissional no desenvolvimento do país»

Com 300 participantes, de mais 100 Escolas Profissionais de todo o país, as Jornadas Pedagógicas tiveram, segundo a associação, uma particular relevância num momento em que o Ensino Profissional em Portugal enfrenta novos desafios pedagógicos, organizacionais e tecnológicos. Durante os dois dias, coordenadores, docentes, especialistas e representantes institucionais ligados ao ensino e à formação profissional debateram estratégias para tornar as Escolas Profissionais mais flexíveis e inclusivas.

Empresa de Famalicão desenvolve software personalizado para apoiar digitalização das PMEs

A MaisEmpresa, empresa de software com sede em Joane, Vila Nova de Famalicão, desenvolve soluções digitais personalizadas para pequenas e médias empresas. Fundada em 2024, a empresa concentra-se em projetos feitos à medida dos processos de cada cliente, por contraste com as ferramentas de gestão padronizadas disponíveis no mercado.

O ponto de partida da empresa é uma crítica conhecida no setor: a maioria das ferramentas de gestão é concebida de forma genérica, obrigando as equipas a adaptarem o seu trabalho ao software. A MaisEmpresa propõe inverter essa relação.

“Vimos muitas boas empresas a serem travadas pela tecnologia que usavam. A nossa missão é construir software que se adapta ao negócio, não o negócio ao software”, afirma Marco Vieira, fundador da MaisEmpresa.

Quatro áreas de atuação
A atividade da empresa organiza-se em quatro frentes complementares. A primeira é o desenvolvimento de plataformas empresariais criadas de raiz para processos específicos, da gestão de obras à coordenação de equipas em campo. A segunda são CRMs personalizados, concebidos para se integrarem nas ferramentas já em uso. A terceira é a automação de processos com recurso a inteligência artificial, dirigida à redução de tarefas repetitivas e de erros. A quarta é a integração de sistemas que não comunicam entre si — ERPs, software de faturação e plataformas de gestão — numa arquitetura única.

Segundo dados avançados pela própria empresa, os clientes que implementam as suas plataformas registam, em média, um aumento de produtividade de cerca de 50%, uma redução de aproximadamente 60% no tempo dedicado à gestão administrativa e um retorno do investimento na ordem dos três meses.

Um produto vertical para o setor automóvel
Além dos projetos à medida, a MaisEmpresa desenvolve produtos dirigidos a setores específicos. O MaisEmpresa Oficina é uma plataforma destinada a oficinas automóvel, que reúne a gestão de fichas de clientes e veículos, ordens de serviço, faturação integrada com o software Vendus e uma agenda com lembretes automáticos para os clientes.

A empresa cita o caso de uma das primeiras oficinas a adotar a plataforma, que terá recuperado mais de 800 euros em dívidas no primeiro mês de utilização, ao passar a ter visibilidade sobre os saldos em aberto.

Modelo assente no acompanhamento
A MaisEmpresa, que conta com uma equipa sediada no Vale do Ave, descreve o seu modelo como assente na continuidade da relação com o cliente, prevendo suporte, manutenção e evolução das plataformas para além da entrega inicial.

 

Está muito calor, proteja-se

Face à onda de calor, com temperaturas a chegar aos 40 graus, a Direção-Geral da Saúde (DGS) recomenda que se proteja e tome algumas precauções como beber pelo menos 1,5 litros de água, mesmo quando não tem sede; se possível permanecer em ambientes frescos e climatizados, em sombras, com circulação de ar, e manter janelas e estores fechados durante as horas de maior calor.

Também deve evitar a exposição direta ao sol e usar protetor solar superior a 30; utilizar roupas de cor clara, leves e largas, chapéu e óculos de sol; evitar atividades no exterior que exijam esforço físico; dar atenção especial a grupos mais vulneráveis ao calor, como crianças, idosos, doentes crónicos, grávidas; assegurar que as crianças bebam muita água; acompanhar pessoas que vivam isoladas; manter-se informado sobre a evolução das condições climatéricas.

Se apresentar sinais de alerta como suores intensos, febre, vómitos/náuseas, pulsação acelerada ou fraca deve contactar a SNS 24 através do número 808 24 24 24 ou o 112.

Taça da Liga terá novo modelo competitivo em 2027/2028

A terceira competição do futebol português voltará a mudar de formato na época 2027/2028. Ao contrário do que aconteceu na temporada passada, em que os seis primeiros classificados da I Liga defrontavam os dois primeiros classificados da II Liga, a prova passará a ser disputada num modelo de fase de liga, semelhante ao utilizado na Liga dos Campeões.

No novo formato, a competição vai contar com 26 equipas provenientes dos dois primeiros escalões do futebol português. Cada formação vai realizar dois jogos, um na condição de visitada e outro na de visitante. No final desta fase, as equipas apuradas disputam um play-off, do qual saem os clubes que garantem presença nos quartos de final, onde estão os emblemas participantes nas competições da UEFA.

Ultrapassada essa etapa, a prova regressa ao formato tradicional da Final Four, disputada no mês de janeiro, altura em que será conhecido o vencedor da Taça da Liga, muitas vezes apelidado de «campeão de inverno».

Ao todo, a Taça da Liga terá um máximo de 36 jogos.

Recorde-se que, na época 2026/27, o FC Famalicão defrontará o SC Braga nos quartos de final da competição.

Tiago Torres

Estado condenado a pagar indemnização a antigo Primeiro Ministro

O Estado português foi condenado a pagar uma indemnização de 15 mil euros a José Sócrates, na sequência da violação do segredo de justiça durante a investigação da Operação Marquês. A decisão foi tomada pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa.

O antigo primeiro-ministro reclamava uma compensação de 205 mil euros, alegando prejuízos causados pelas fugas de informação, pela duração do processo e pelos comunicados divulgados pela Procuradoria-Geral da República. No entanto, o tribunal apenas considerou procedente a queixa relacionada com a quebra do segredo de justiça.

A sentença conclui que houve divulgação de informação sobre a detenção de José Sócrates, em novembro de 2014, quando o processo ainda se encontrava em segredo de justiça, situação que o tribunal entendeu ter provocado danos não patrimoniais.

Já os restantes pedidos foram rejeitados. O tribunal concluiu que a duração da investigação se justificava pela complexidade do processo e considerou que os comunicados da Procuradoria-Geral da República tiveram um caráter meramente informativo, não existindo fundamento para responsabilizar o Estado nesses casos.

Apesar de ter conseguido uma decisão favorável neste ponto, José Sócrates terá de suportar cerca de 93% das custas do processo, uma vez que apenas uma parte reduzida da ação foi julgada procedente

Botija Solidária para famílias carenciadas com gás até setembro

Em entrevista ao “Jornal de Negócios” e à Antena 1, a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, anunciou que o Governo vai prolongar, até meados de setembro, a botija de gás solidária.

Este apoio, que deveria terminar no final de junho e que concede €25 por botija (com um limite de duas botijas por mês) a famílias economicamente vulneráveis, será então prolongado referiu a ministra.

O programa “Botija Solidária” visa ajudar as famílias em situação de vulnerabilidade económica na compra de botijas de gás. Criado em 2022, na sequência da guerra na Ucrânia, o programa destina-se a beneficiários de prestações sociais e é executado através das juntas de freguesia aderentes. Anteriormente denominado “Bilha Solidária”, foi criado para minimizar o impacto da subida dos preços da energia nos orçamentos familiares.