Desporto famalicense ganha mais de um milhão de euros em seis meses

Do atletismo ao futebol, das artes marciais ao ciclismo, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão continua a apoiar em força e em todas as frentes o desporto famalicense.

Os números do primeiro semestre deste ano não deixam margem para dúvidas: entre os meses de janeiro e junho, o executivo municipal liderado por Paulo Cunha aprovou a atribuição de mais de um milhão de euros destinados a apoiar a atividade das coletividades desportivas e atletas do concelho.

Os apoios aprovados nas últimas reuniões de câmara destinam-se, entre outros fins, ao desenvolvimento das atividades de formação desportiva dos clubes; ao pagamento de inscrições federativas e seguros de atletas; à organização de eventos desportivos locais, nacionais e até mesmo, internacionais; à concretização de obras de beneficiação e manutenção de espaços e equipamentos desportivos, e distribuem-se pelas mais diversas modalidades: basquetebol, hóquei em patins, andebol, alex ryu-jitsu, atletismo, futsal, ginástica e dança, bilhar, pesca desportiva, futebol, entre outras.

Ainda na última reunião do executivo municipal, que decorreu na passada quinta-feira, 21 de junho, foram apresentadas dez propostas de investimento na área do desporto. São disso exemplo o apoio à organização do Rali de Famalicão 2018 no valor de quase 14 mil euros, o apoio financeiro para obras de reforço do sistema de iluminação do Clube Desportivo de Lousado, no valor de 23 mil euros, entre outros.

O presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, fala num investimento “importante e indispensável” para o desenvolvimento e sucesso desportivo das coletividades e atletas do concelho. “São apoios com vários fins, nas mais variadas modalidades, para associações, clubes e atletas das várias freguesias do concelho, que muito vão contribuir para engrandecer ainda mais o desporto famalicense”.

E acrescenta: “A Câmara Municipal vai estar sempre disponível para apoiar financeiramente os projetos desportivos porque sabemos que este é, acima de tudo, um investimento no bem-estar da população e na formação dos nossos jovens”.

“Da Fábula ao Surrealismo”

O museu da Indústria Têxtil tem patente até ao dia 30 de junho a exposição “Da Fábula ao Surrealismo”.

Esta exposição representa a audácia, a inteligência e a liberdade que estes pequenos grandes artistas, do Pré-escolar e 4º ano do Agrupamento Camilo Castelo Branco, expressaram nas suas obras de arte.

Todo este processo deveu-se ao Projeto Marka que tem como objetivo principal articular o currículo nacional com os conteúdos locais, que neste caso releva o património local.

Esta fusão de identidades teve como ponto de partida o Surrealismo e uma obra do Plano Nacional da Leitura “A cegonha e a tartaruga” de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, que serviu de motivação para posteriores desafios, visto o conceito de fábula se aproximar a algumas características do Surrealismo.

Contudo, foi através da exaltação de processos oníricos e da observação/experimentação de algumas obras céleres do surrealismo português de Mário Cesariny e Cruzeiro Seixas que os alunos se libertaram e criaram o seu próprio movimento artístico.

Por fim, o Projeto Marka e a equipa das bibliotecas do AECCB agradecem a colaboração da Fundação Cupertino de Miranda, da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, da Casa ao Lado e do Museu da Industria Têxtil na estruturação, dinamização e concretização da Exposição.

Funcionários da Scoop comem sopa da horta

Os 120 trabalhadores da Scoop, empresa de Cavalões especializada na confeção de vestuário técnico para a prática de desportos de inverno, comem aquilo que a horta da empresa lhes dá. Desde há uns meses a esta parte, o Sr. Renato Silva, recente quadro da empresa resgatado ao desemprego de longa duração, planta os produtos da época que colhe e envia para a cozinha para a confeção da sopa que a empresa diariamente oferece aos funcionários juntamente com pão e fruta.

A iniciativa partiu da administração da empresa para dar mais bem-estar aos seus funcionários, incentivá-los a uma alimentação saudável e estreitar os laços de pertença à empresa. A administradora Mafalda Pinto enquadra a medida num projeto mais vasto de sustentabilidade e responsabilidade social que a empresa está a desenvolver com os seus trabalhadores num percurso de dedicação e de cumplicidades.

É também no âmbito desta estratégia que está a crescer na orla da horta um bosque com 120 árvores autóctones, uma por cada funcionário, plantadas no âmbito de uma ação de sensibilização para com a floresta e a prevenção dos fogos florestais.

A horta biológica da Scoop está instalada num terreno com cerca de dois hectares junto à unidade fabril e foi preparada para corresponder aos critérios exigidos pela classificação de produção biológica. Como fertilizante é apenas usada compostagem própria. Há espaço para um canteiro de ervas aromáticas e para os produtos da época – neste momento estão a ser colhidas batatas, curgetes e alfaces.

O Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, visitou a horta comunitária da Scoop na última sexta-feira, 22 de junho, e, depois de provar a sopa, confecionada com os produtos do dia, na confortável cantina da empresa que mais parece um espaço gourmet, não deixou de elogiar esta boa prática da empresa “repleta de dimensões virtuosas, desde logo, pelo facto de ser uma empresa a dar sequência a uma iniciativa destas, promovendo a agricultura biológica e as dimensões ambientais, sociais e educativas que associadas, ajudando as famílias a adotar práticas alimentares mais amigas da saúde e a olharem como outros olhos para os quintais que possam ter em casa disponíveis”,acrescentou o edil.

A inovação da Scoop não é de hoje e, em 2015 mereceu inclusivamente uma visita do então Presidente da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, no âmbito do Roteiro para uma Economia Dinâmica. A empresa foi a responsável pela produção dos equipamentos dos dois atletas que Portugal levou aos Jogos Olímpicos de Inverno deste ano, que se realizaram na Coreia do Sul e entre o seu vasto palmarés de produção de equipamentos encontram-se, entre outros, o equipamento para a selecção italiana de esqui e os equipamentos dos atletas da equipa olímpica da Rússia dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, em Sóchi.

Lions realiza oferta ao Serviço de Obstetrícia do CHMA

O Lions Clube de Vila Nova de Famalicão ofereceu ao Serviço de Obstetrícia do Centro Hospitalar do Médio Ave uma babycoquee várias caixas com peças de vestuário para bebés, em que se destaca que muitas delas são proveniente do trabalho manual dos voluntários desta organização. O Serviço irá agora proceder à sua distribuição pelas famílias mais carenciadas.

O conselho de administração do CHMA marcou também presença, tendo o seu presidente, António Barbosa, agradecido o equipamento e material de consumo clínico oferecidos, sublinhando que “O Lions tem colaborado ativamente com o CHMA, dentro do espírito de serviço que caracteriza o Clube, orientado para as causas humanitárias e para a promoção de trabalhos voltados para as comunidades locais” e que “estes gestos merecem o reconhecimento dos nossos profissionais e dos nossos utentes”.

A presidente do Lions, Maria José Abreu, manifestou a satisfação do Clube pela concretização de mais esta iniciativa solidária, reafirmando “que o Lions continuará a procurar ajudar o CHMA na sua missão, pelo que outras ações desta natureza deverão ocorrer no futuro próximo”.

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Escola Básica de Pedome sem espaço para mais turmas

A Escola Básica de Pedome antevê que o fim dos contratos de associação decretado pelo Governo conduzirá à necessidade de criar condições para acomodar mais seis turmas de alunos oriundos de outros estabelecimentos de ensino, nomeadamente da Didáxis e do Externato Delfim Ferreira, ambas em Riba de Ave. Para que a escola possa acomodar mais seis turmas a Direção do Agrupamento aponta várias soluções: a transferência das turmas do 1º Ciclo do Ensino Básico para as antigas instalações da Escola Profissional Bento Jesus Caraça, a instalação de seis módulos de salas de aula nos terrenos da própria escola ou, então, o arredamento de salas de aula para turmas do 2º e 3º ciclo na vila de Riba de Ave.
Isso mesmo foi transmitido pelo diretor do Agrupamento, Fernando Manuel Lopes, a Jorge Paulo Oliveira, Deputado à Assembleia da República que, acompanhado de José Luís Alves, presidente da Junta de Freguesia e Nuno Marques Moreira, presidente da JSD de Famalicão, visitou a escola esta segunda-feira.

«Se nenhuma destas soluções for adotada resta o desdobramento de horários, solução que põe em causa a qualidade do serviço educativo prestado, tanto mais que retiraria à escola a possibilidade de continuar a garantir um conjunto de serviços aos alunos que as dinâmicas de uma Escola TEIP, como é o caso, ou seja uma escola inserida em territórios educativos de intervenção prioritária, proporcionam» assegura Jorge Paulo Oliveira avisando que «esta é uma responsabilidade exclusiva do governo e esta é uma decisão que já deveria ter tomado há muito tempo».

Para o deputado famalicense nada do que está a acontecer é surpresa. «Quando no final do ano letivo de 2015/2016, o governo decidiu, sem ouvir os demais atores que intervêm na execução das políticas públicas, acabar com os contratos de associação, logo se percebeu que a decisão não fora suficientemente pensada».
O governo, acusa o deputado, tomou uma decisão «com base num preconceito ideológico e não ouviu ninguém. É a ele e só a ele a quem compete encontrar as soluções. Nós não vamos deixar de o exigir e não vale a pena tentar sacudir a água do capote», avisa Jorge Paulo Oliveira.
Recorde-se que a Rede Local de Educação e Formação de Vila Nova de Famalicão, abrange as Cooperativas de Ensino Didáxis de Riba de Ave e S. Cosme, Externato Delfim Ferreira, em Riba de Ave, Externato Infante D. Henrique ALFACOOP, de Ruilhe, em Braga e o Instituto Nuno Alvares, nas Caldas da Saúde, em Santo Tirso, escolas com as quais o governo decretou o fim dos contratos de associação.

Noites de verão com cinema ao ar livre em Famalicão

Com a chegada do verão e das noites quentes chega também o cinema paraíso. É já uma tradição da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão que em colaboração com o Cineclube de Joane propõem durante os meses de julho e agosto sessões de cinema ao ar livre gratuito em vários espaços públicos do concelho.

O programa que tem como objetivo animar as noites de verão, levando as pessoas a usufruir dos parques e praças vai passar pela Devesa, mas também pela Praceta das Lameiras, em Delães, e pelo parque do Quinteiro, em Oliveira S. Mateus. Todas as sessões tem início pelas 22h00 e são de entrada livre. Fica apenas a faltar o saco das pipocas e um casaquinho para o caso da noite ficar mais fresca.

A primeira sessão arranca já no próximo dia 11 de julho, na Devesa, com o filme “Dunkirk”. Segue-se o filme “Coco” (versão portuguesa), em Delães, no dia 13. No dia 15 é a vez de Oliveira S. Mateus acolher a pelicula “Soldado Milhões”.

A partir daí todas as sessões decorrem no parque da Devesa, com “Ferdinando” (versão portuguesa) a 18 de julho; “Black Panther” a 1 de agosto; o filme “Capitão Cuecas” (versão portuguesa) a 8 de agosto; “Ruth” a 15 de agosto e, por fim, “Há Festa na Aldeia”, no dia 22 de agosto.

Refira-se que o projeto itinerante de Cinema ao Ar Livre decorre já desde 1999. Entretanto, a partir de 2013, com o Parque da Devesa, o Cinema Paraíso ganhou condições de excelência para a sua realização, acolhendo várias centenas de espetadores.

Todos os anos, diferentes freguesias do concelho acolhem sessões, descentralizando a iniciativa.