Famalicão Cidade Têxtil ganha projeção internacional em Liverpool

O Município de Vila Nova de Famalicão apresentou, pela primeira vez, a marca Famalicão Cidade Têxtil num evento internacional. Foi esta quarta-feira, 20 de junho, no Festival Internacional de Negócios de Liverpool. Uma apresentação que contou ainda com a presença das cinco startups famalicenses que acompanham a comitiva liderada pelo vereador Augusto Lima, responsável pelos pelouros da Economia, Empreendedorismo e Inovação e da Internacionalização na autarquia famalicense.

WestMister, Art’Sartorial, Tex Hub, Moovexx e Nalmok Consulting são as novas empresas que se mostram em Liverpool com a ambição de acumular conhecimento, perspetivar novos negócios e estabelecer conexões essenciais que lhes permitam chegar ao próximo nível. Com esta primeira participação no Festival Internacional de Negócios de Liverpool, o Município não só fortalece a projeção internacional da marca Famalicão Cidade Têxtil, contribuindo para o reconhecimento da sua importância capital para o sector têxtil e do vestuário nacional, como também apoia o crescimento e a robustez de startups com relevância no ecossistema empreendedor concelhio.

Esta quarta feira, após uma reunião com Gary Millar, Vice Mayor de Liverpool, Augusto Lima deu a conhecer a marca Famalicão Cidade Têxtil, nomeadamente a sua visão e missão, recordando desde logo a identidade industrial do concelho, que hoje é o epicentro regional da indústria têxtil em Portugal.

Foi um profícuo encontro de diplomacia económica entre Augusto Lima e Gary Millar com o Mayor a deixar em aberto a possibilidade de colaboração futura, nomeadamente no desenvolvimento de projetos conjuntos. O Festival Internacional de Negócios de Liverpool reúne 30 mil profissionais da indústria, 200 oradores e 55 sessões paralelas e decorre até ao final da semana.

Aulas começam a 12 de setembro

As aulas no próximo ano letivo vão iniciar-se a 12 de setembro e o número de alunos por turma sofrerá uma redução em todos os anos iniciais dos três ciclos do ensino básico, segundo o Ministério da Educação.

O Ministério publicou esta quarta feira o despacho de constituição de turmas para o ano letivo 2018/2019, que determina a redução do número de alunos por turma, bem como as demais disposições do regime de constituição de turmas nas escolas da rede pública e escolas particulares com contrato de associação. Foi ainda publicado em Diário da República o despacho que determina o calendário de atividades educativas e escolares 2018/2019 e o calendário de realização das provas de aferição, das provas finais de ciclo, dos exames finais nacionais, bem como das provas de equivalência à frequência do ensino básico e secundário.

Segundo o Ministério da Educação, a redução do número de alunos por turma começou a ser implementada em 2017/2018 nos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), «uma vez que nestas comunidades educativas os benefícios desta medida são ainda mais significativos». Este ano a redução do número de alunos por turma é estendida a todos os anos iniciais dos três ciclos do ensino básico. As turmas do 1.º ciclo vão voltar a ter 24 alunos e as de 2.º e 3.º ciclos entre 24 e 28 estudantes. A medida, segundo o ministério, visa melhorar as condições de trabalho dos professores e contribuir para a melhoria das aprendizagens dos alunos, promovendo condições para mais diferenciação pedagógica.

Perto de 200 obras do surrealismo moderno estão patentes em Famalicão

O Centro Português do Surrealismo que foi inaugurado pelo presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em Vila Nova de Famalicão, no início deste mês, abriu com o pé direito com a apresentação da exposição “O Surrealismo na Coleção Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian”.

A mostra que inaugurou a nova sala de exposições – um espaço único na região com 400 metros quadrados – vai ficar patente até 8 de setembro, possibilitando revisitar as obras ligadas ao Movimento Surrealista da coleção da Calouste Gulbenkian, e regressar aos acontecimentos plásticos desse período.

Para o presidente do Conselho de Administração da Fundação Cupertino de Miranda, Pedro Álvares Ribeiro, “esta exposição representa um estímulo à investigação e compreensão, quer de atitudes, quer de pensamentos, levados a cabo por autores que desafiaram a situação social e política da época, demonstrando audácia, inteligência e liberdade.”

Por sua vez, a diretora do Museu Calouste Gulbenkian, Penelope Curtis, refere que esta exposição representa algumas das obras “mais significativas que podem ser definidas simultaneamente como surrealistas e portuguesas”. Para a responsável “esta primeira iniciativa ajudará a solidificar um conhecimento mais aprofundado dos parâmetros do Surrealismo em Portugal, não só na sua forma concreta, mas também como linguagem artística, que merece mais investigação e um apreço mais profundo”.

A exposição é composta por quase 200 obras de autores como António Pedro, António Dacosta, Fernando Lemos, Mário Cesariny, Cruzeiros Seixas, Paula Rego, João Cutileiro, Nadir Afonso, entre muitos outros.

A mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00. Aos sábados e feriados das 14h00 às 18h00. A entrada é livre.