
A acácia do Jorge, apesar de derrubada, na passada segunda-feira, numa «intervenção desajustada e não autorizada por parte dos serviços municipais», vai ser recuperada para uma intervenção artística que visa perpetuar a memória da espécie que é referida na obra de Camilo Castelo Branco.
Na reunião de Câmara desta quinta-feira, o vereador Paulo Folhadela (PS) pediu esclarecimentos ao presidente do Município sobre quem terá autorizado o corte da icónica árvore. Mário Passos reiterou que há um processo de inquérito a decorrer para esclarecer o sucedido. Referiu, também, que os serviços de Ambiente tinham sinalizado a árvore como estando “morta” e em risco de queda, mas que não havia autorização política para o seu abate, dado o interesse em usar o tronco seco para uma escultura.
Apesar de cortada, a madeira da árvore será usada para a intervenção artística e no mesmo local, na Casa-Museu Camilo Castelo Branco, será plantada uma nova acácia, garantiu o presidente da Câmara Municipal.






















