A 12ª edição do Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous, o maior e mais relevante festival de circo contemporâneo em Portugal, promovido pelo Teatro da Didascália, decorre de 15 a 18 de julho, em Vila Nova de Famalicão, Barcelos, Braga, Guimarães e, pela primeira vez, em Viana do Castelo.
Os espaços públicos destas cidades vão receber algumas das mais prestigiadas companhias e artistas de circo contemporâneo, num total de 18 espetáculos, cerca de 40 sessões, com oito estreias nacionais.
Sob o mote “Mudança e transformação” e num conceito de programação que se mantém totalmente gratuito, em Famalicão o festival abre com uma estreia nacional, Ákri, de Manel Rosés Moretó, um espetáculo em espanhol que junta um acrobata, uma escada e uma porta, que chega à Praça D. Maria II, no dia 16 de julho, às 22h00. O Início do Fim, uma coprodução do Vaudeville Rendez-Vous, é o tema da “libertação” através da desconstrução da figura do clown – entre sapateado, clown, acrobacia e rituais – e pode ser vista no dia 17 de julho, pelas 22h00, na Praça D. Maria II. No dia 18, pelas 22h00, a Praça D. Maria recebe Fragmentos, da companhia La Víspera, tendo como técnicas artísticas o trabalho de manipulação de objetos, máscara e pole dance.
Toda a programação pode ser consultada em www.teatrodadidascalia.com.
A 12ª edição do festival vai, ainda, mostrar artistas emergentes e recém-formados através da iniciativa “Circo Escondido”. Estão selecionados cinco projetos que serão apresentados em lugares inesperados nas cinco cidades e só serão anunciados no próprio dia, através de SMS e e-mail enviados pela organização do Festival aos participantes inscritos. Para aceder ao local dos espetáculos, o público deverá inscrever-se através do formulário disponível no site e nas redes sociais do Festival, ou através do código QR disponível no programa.
O Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous, promovido pelo Teatro da Didascália — que integra redes e plataformas internacionais de referência de circo contemporâneo, como a plataforma circusnext e a CircoStrada —, tem como objetivo apresentar linguagens disruptivas de ocupação do espaço público.
Foto: Luca Rocchi