Coronavírus: E.Leclerc cria horário onde só está aberto para o pessoal dos hospitais

O E.Leclerc de Lordelo, em Guimarães, vai ter a partir desta terça-feira um horário exclusivo para os colaboradores dos hospitais.

A medida surge com o objetivo de criar melhores condições de vida para estes profissionais, que se esforçam diariamente para salvar vidas, e agora mais que nunca, numa altura em que a humanidade tenta superar um dos seus maiores desafios, a pandemia do covid-19.

Esta é uma medida temporária e que vai sendo constantemente revista, de acordo com as necessidades e com a evolução do vírus.

 

É oficial a partir de Julho: Compras online até 150 euros vão ter taxa extra de (no mínimo) 3 euros

A partir de 1 de julho, as compras feitas em plataformas como a Shein, Temu e AliExpress vão ficar mais caras. As encomendas até 150 euros vindas de países fora da União Europeia passam a pagar uma taxa de 3 euros por cada tipo de produto.

A nova regra pretende aumentar o controlo sobre os artigos que entram na Europa e proteger os consumidores de produtos que não cumprem as normas de segurança.

Por exemplo, uma encomenda com vários biquínis pagará apenas 3 euros. Já uma compra com sapatilhas e calças terá uma taxa de 6 euros, por serem produtos diferentes.

A Comissão Europeia justifica a medida com o aumento das encomendas de baixo valor vindas de países fora da União Europeia, muitas das quais não respeitam as regras europeias.

Seguro é Presidente da República há 100 dias

António José Seguro assinala os primeiros 100 dias como Presidente da República, um período marcado por apelos à moderação, ao diálogo e à procura de entendimentos entre as diferentes forças políticas. Desde que tomou posse, a 9 de março, o chefe de Estado tem defendido a estabilidade governativa e alertado para os riscos da polarização, sublinhando a importância de decisões pensadas a longo prazo.

A saúde foi assumida como uma das principais prioridades do mandato, com a proposta de um pacto nacional para reforçar o Serviço Nacional de Saúde. Seguro tem também chamado a atenção para a necessidade de melhorar a prevenção e a resposta a situações de emergência, criticando aquilo que considera ser uma “cultura de improviso” perante catástrofes naturais.

Nestes primeiros meses na Presidência, utilizou uma vez o veto político, reuniu o Conselho de Estado, visitou as regiões autónomas dos Açores e da Madeira e realizou deslocações oficiais a Espanha, Itália e Luxemburgo. O Presidente garante ainda manter uma relação de “boa articulação” com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmando que continuará a promover consensos e soluções para os principais desafios do país.

“Navios do mundo, liguem os motores!”: Trump anuncia acordo e espera-se queda no preço dos combustíveis

Os Estados Unidos e o Irão chegaram a um acordo de cessar-fogo que põe fim imediato às operações militares entre os dois países, após meses de conflito.

O entendimento prevê também a reabertura do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo, que esteve parcialmente bloqueada desde fevereiro.

Segundo as partes envolvidas, o acordo inclui ainda o levantamento de sanções e a normalização da navegação na região.

O principal impacto esperado é a possível descida do preço dos combustíveis, com os mercados internacionais já a reagirem à queda do petróleo. O acordo deverá ser assinado oficialmente na Suíça na próxima sexta-feira.

Nova taxa em alguns talhos: Cortar carne aos cubos ou em tiras pode custar +50cênt. o kg

Vários consumidores têm recorrido às redes sociais para relatar a cobrança de taxas adicionais em alguns talhos de supermercados quando solicitam cortes personalizados de carne, como carne aos cubos, tiras para strogonoff ou bifes preparados segundo indicações específicas.

Segundo os relatos, algumas cadeias de distribuição estarão a aplicar um custo adicional de 50 cêntimos por quilograma sempre que o cliente pede um corte diferente do mais básico.

De acordo com os estabelecimentos que aplicam esta cobrança, o valor adicional destina-se a compensar o trabalho extra realizado pelos funcionários da secção de talho, bem como o tempo necessário para efetuar cortes personalizados. A prática surge numa altura em que muitas superfícies comerciais apostam cada vez mais na venda de produtos previamente embalados e preparados, uma solução que permite acelerar o atendimento e reduzir custos operacionais.

No entanto, alguns clientes encaram a cobrança como uma forma de incentivar a compra da carne já embalada e disponível nos expositores, evitando pedidos que exijam manipulação adicional do produto. Nas redes sociais multiplicam-se comentários de consumidores surpreendidos com a existência desta taxa, sobretudo por considerarem que o serviço de corte sempre fez parte do atendimento tradicional nos talhos.

Há também quem defenda a medida, argumentando que qualquer serviço personalizado implica mão de obra adicional e que o cliente deve ter a possibilidade de escolher entre a opção standard e um serviço adaptado às suas necessidades.

Para já, não existe uma prática uniforme no setor. Enquanto algumas lojas aplicam a taxa de corte personalizado, outras continuam a disponibilizar este serviço sem qualquer custo acrescido.

“Complicado e pouco prático”: Milhares descontentes com o ‘Volta’

Dois meses após a entrada em funcionamento do sistema de depósito e reembolso “Volta”, multiplicam-se as reclamações de consumidores que dizem estar insatisfeitos com o modelo implementado, apesar dos mais de 10 milhões de embalagens já recolhidas em todo o país.

As principais críticas centram-se na forma como o reembolso é efetuado. Muitos utilizadores consideram injusto que os vales emitidos pelas máquinas só possam ser utilizados no mesmo supermercado onde as embalagens foram entregues, impedindo a sua utilização noutras superfícies aderentes.

Também os atrasos nos reembolsos estão a gerar descontentamento. Há consumidores que garantem ter optado pelo crédito em cartões de fidelização das grandes superfícies, mas que continuam sem receber os valores correspondentes dias ou mesmo semanas depois da devolução das embalagens.

Outro dos problemas mais apontados prende-se com o funcionamento das máquinas de recolha. Várias queixas relatam situações em que garrafas e latas com o símbolo “Volta”, código de barras legível e em perfeitas condições são sucessivamente rejeitadas pelos equipamentos, obrigando os consumidores a perder tempo sem conseguirem recuperar o depósito pago.

A praticidade do sistema também está a ser colocada em causa. Quem consome bebidas em restaurantes, centros comerciais, aeroportos ou durante deslocações considera pouco razoável ter de transportar embalagens vazias até um ponto de recolha para recuperar apenas 10 cêntimos. Alguns consumidores chegam mesmo a comparar o valor cobrado a uma espécie de taxa adicional difícil de recuperar em determinadas circunstâncias.

As críticas surgem numa altura em que a SDR Portugal celebra a marca de mais de 10 milhões de embalagens recolhidas desde 10 de abril. A entidade responsável pelo sistema considera que os números demonstram uma adesão significativa da população e destaca que a operação ainda se encontra numa fase de transição.

No entanto, para muitos consumidores, os problemas práticos continuam a sobrepor-se aos resultados apresentados. Entre falhas técnicas, reembolsos por receber e limitações na utilização dos vales, o sistema “Volta” enfrenta um crescente volume de contestação numa fase ainda inicial da sua implementação.

Seguro e Montenegro querem emigrantes de volta a Portugal

O Presidente da República, António José Seguro, afirmou que Portugal quer voltar a receber os portugueses que vivem no estrangeiro. As declarações foram feitas no Luxemburgo, durante um encontro com a comunidade portuguesa.

O chefe de Estado destacou que Portugal é um bom país para viver e defendeu que também deve oferecer melhores condições de trabalho.

Já o primeiro-ministro, Luís Montenegro, apelou aos emigrantes e lusodescendentes para continuarem ligados ao país. O governante disse que Portugal conta com todos para ajudar a construir o futuro, seja no estrangeiro ou através de um eventual regresso.

As mensagens marcaram o início das comemorações do Dia de Portugal.