Numa cerimónia que decorreu na tarde de segunda-feira, no município de Famalicão, a Câmara entregou 360 mil euros a 15 associações de caráter social e humanitário do concelho. Os protocolos vão servir para apoiar o desenvolvimento do plano de ação de seis destas entidades – 208 mil euros -, e para obras de remodelação e aquisição de equipamentos das restantes nove – montante global de 152 mil euros.
O objetivo é apoiar quem ajuda a proteger os mais vulneráveis. Estas foram as palavras do presidente da Câmara, dirigida aos dirigentes das instituições apoiadas. «Estamos atentos às questões sociais, que se têm agravado nos últimos anos devido às exigências da pandemia, da guerra na Ucrânia e da crise económica, e também nos mantemos vigilantes de situações de vulnerabilidade causadas por circunstâncias inóspitas da vida», destacou o edil. Na opinião do presidente da Câmara, «é um trabalho árduo, que apenas é possível com a ajuda dos parceiros certos».
Mário Passos deixou um agradecimento público às instituições do concelho, pelo trabalho desenvolvido junto da população mais vulnerável. «Obrigado pela vossa disponibilidade, e pelo vosso empenho nesta missão de ajudar o próximo (…) é um papel vital para a persecução de um concelho mais justo e equitativo, onde todos têm qualidade de vida e se sentem integrados na sociedade», realçou.
Só nos últimos 5 anos, este mesmo conjunto de entidades, que abrange ReFood, HumanitAVE, Dar as Mãos, Centros Sociais, entre outros, receberam um apoio municipal superior a 1,35 milhões de euros para os efeitos mencionados.
Segundo José Brandão Ferreira, do Centro Social e Cultural de Riba de Ave, este é um apoio «essencial e um reconhecimento de que as associações querem continuar a dar o seu contributo» no desenvolvimento social do território.
No caso específico desta instituição de Riba de Ave, que serve desde a população mais jovem até à mais idosa, o apoio será canalizado para melhorar as condições ao nível da eficiência energética das suas infraestruturas. «É uma realidade que todos temos que enfrentar e demos um passo muito importante (…) Também queremos deixar uma marca ecológica no nosso planeta», destacou José Ferreira.
Ao longo deste ano está ainda prevista a realização de protocolos de apoio municipal com outras instituições famalicenses que não foram agora contempladas.








