Famalicão: Várias zonas de Ribeirão sem luz desde as 04h00

Várias zonas da vila de Ribeirão, em Famalicão, estão sem luz desde as 04h00.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, o problema já foi reportado à E-Redes, no entanto, não existe informação de quando a energia poderá ser restabelecida.

Recorde-se que, na última tarde / noite, a vila de Joane também foi afetada por uma prolongada interrupção na rede de distribuição elétrica.

 

Tragédia em Esposende: Jovem casal de 22 anos morre em deslizamento de terra, filhos saem sem ferimentos

Um jovem casal de 22 anos morreu, esta madrugada, na sequência de um deslizamento de terras, em Palmeira de Faro, concelho de Esposende.

Sabe-se agora que a moradia foi atingida por pedras de grandes dimensões, arrastadas pelo deslizamento de terra.

No interior da habitação também estavam duas crianças, filhas das vítimas mortais, que foram retiradas do local sem qualquer tipo de ferimentos.

Imagem: CMTV

Problema na E-Redes em Guimarães deixou parte de Famalicão sem luz das 17h às 24h

A vila de Joane e freguesias vizinhas ficaram sem luz, esta terça-feira, durante um longo período de tempo.

A falha registou-se cerca das 17h00 e terá tido origem, segundo informações a que a Cidade Hoje teve acesso, na infraestutura da E-Redes no concelho de Guimarães. O problema foi detetado de imediato pelos serviços da elétrica, no entanto, a sua resolução foi demorada.

De acordo com relatos que chegaram à nossa redação, a energia começou a ser restabelecida depois das 22h00, tendo regressado a praticamente todo o território afetado já perto das 00h00.

Devido a esta falha empresas e estabelecimentos comerciais viram-se forçados a fechar portas mais cedo. Nas casas, as famílias tiveram que procurar alternativas para a realização de algumas tarefas básicas do seu dia-a-dia.

 

Esposende: Dois jovens de 22 anos mortos em deslizamento de terra

Duas pessoas morreram esta madrugada em Palmeira de Faro, concelho de Esposende, vítimas de um deslizamento de terra.

“Um deslizamento de uma vertente atingiu uma habitação familiar e fez duas vítimas mortais de 22 anos”, informou o adjunto do Comando dos Bombeiros Voluntários de Esposende, distrito de Braga.

Os corpos estão por resgatar. Os operacionais no terreno aguardavam, cerca das 6h00, pela “garantia de condições de segurança para ser usada maquinaria pesada na remoção dos detritos”, adiantou Júlio Melo.

No deslizamento, em que foram arrastadas “pedras de alguma dimensão”, foi “atingido um compartimento situado nas traseiras da habitação”, afirmou a mesma fonte.

Para o local encontram-se 17 operacionais apoiados por oito viaturas, segundo a página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

O alerta foi dado às 3h55.

Tragédia em Esposende: Jovem casal de 22 anos morre em deslizamento de terra, filhos saem sem ferimentos

Ministério Público pede 18 anos de prisão para suspeito de matar empregado na Póvoa de Varzim

O Ministério Público (MP) pediu hoje uma pena de, pelo menos, 18 anos para um homem acusado de matar outro, seu empregado, em 2021, na Póvoa de Varzim, no distrito do Porto.

A pena “acima do meio da moldura penal [que vai de 12 a 25 anos] será adequada”, disse o procurador do MP durante as alegações finais, no Tribunal de Matosinhos, onde está a decorrer o julgamento.

O suspeito, de 43 anos, que está em prisão preventiva – medida de coação mais gravosa, está acusado dos crimes de homicídio qualificado, escravidão e profanação de cadáver, este último também imputado à mãe, mulher e sócio do principal arguido.

Em causa está a morte de um cidadão ucraniano, de 51 anos, em junho de 2021, que trabalhava numa exploração agrícola propriedade do suspeito e que, segundo a acusação, terá sido sodomizado com recurso a um objeto contundente que lhe causou graves hemorragias de sangue, levando à sua morte.

Recaem também suspeitas de que o trabalhador, que vivia numa rulote com parcas condições de habitabilidade na exploração agrícola, era escravizado e alvo de maus-tratos por parte do empresário.

A investigação aponta ainda que o crime aconteceu na exploração agrícola, tendo, alegadamente, o principal suspeito, com ajuda da mãe e do seu sócio, transportado o corpo para a habitação da mãe e ligado para o número de emergência médica reportando o óbito, atribuindo-lhe, inicialmente causas naturais.

Falando num “ato de crueldade” e de “extrema gravidade”, o MP concluiu pela “culpabilidade” do arguido, lembrando as “múltiplas agressões” de que a vítima mortal foi alvo.

“Tirou a vida de forma cruel”, acrescentou o procurador.

Quanto aos restantes arguidos, apenas acusados de profanação de cadáver, o MP defendeu a aplicação de uma pena de um ano.

“Próxima do meio da moldura penal”, pediu o MP, classificando a decisão de transportar o corpo de um lado para o outro de “desapartada e absurda”.

Já o advogado do alegado homicida, Paulo Gomes, pediu a sua absolvição por entender que o tribunal “não tem elementos de prova, nem sequer indiretas”.

“Não há prova de homicídio”, salientou o defensor.

Quanto à profanação de cadáver, Paulo Gomes, que também representa a mãe do arguido, referiu que o que houve foi a “deslocação de um corpo para o outro e não profanação.

Além disso, o causídico adiantou que os restantes arguidos decidiram mudar o corpo de local “com medo” que as autoridades vissem e condenassem as condições em que vivia a vítima mortal.

Motivo igualmente invocado pelo advogado da mulher e sócio do principal arguido.

A leitura do acórdão ficou agendada para 20 de dezembro, às 14:00.