Famalicão: Bombeiros socorrem homem em despiste de mota na N206 em Outiz

Os Bombeiros Voluntários Famalicenses foram acionados, ao início da tarde deste domingo, para um acidente de viação.

O despiste de uma mota aconteceu cerca das 13h15 em plena Avenida Jorge Reis.

A vítima, com ferimentos ligeiros, depois de socorrida no local foi transportada para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.

A GNR tomou conta da ocorrência.

Póvoa de Varzim: Marginal fechada ao trânsito durante os fins de semana até setembro

A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim vai, novamente, interditar o trânsito automóvel na marginal aos fins de semana.

A medida entra em vigor já no próximo fim de semana e deve manter-se até 15 de setembro.

Assim, a limitação para o tráfego automóvel vai registar-se todas as sextas, sábados e domingos.

A iniciativa não é nova, já se tem vindo a repetir desde 2019.

Bancos Alimentares: 670 toneladas de alimentos recolhidas este sábado

A presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, Isabel Jonet, diz que os pedidos de ajuda estão a aumentar e manifesta preocupações com o impacto da subida de preços na famílias mais carenciadas.

No primeiro dia da campanha de recolha de alimentos nos supermercados, até às 21h30 de sábado, os Bancos Alimentares recolheram 670 toneladas de produtos, quase o mesmo que em maio de 2019.

“Numa ronda pelos Bancos Alimentares às 11 da noite [23:00], que são dados relativos às 21:30, tínhamos recolhido 670 toneladas de produtos, que compara com 684 toneladas em maio de 2019”, afirmou já hoje à Lusa a presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, Isabel Jonet.

Portanto, salientou, “é praticamente o mesmo que em maio de 2019”, ressalvando não ter os dados de Braga e Santarém e que estes não eram os valores finais do primeiro dia de recolha, porque muitos supermercados no país só fecham à meia-noite.
Isabel Jonet reafirmou não recear que haja menos doações este ano do que em 2019, mas admitiu que a tipologia de produtos doados é um pouco diferente.

“Hoje as pessoas dão mais massa do que arroz, porque a massa é mais barata do que o arroz, dão menos atum. Hoje também há menos enlatados, porque não há alumínio que vinha das geografias que estão em guerra”, afirmou, salientando, contudo, que “a campanha vai ser idêntica à de maio de 2019, porque há muitas pessoas que dão”, embora possam talvez “dar um bocadinho menos”.

Quanto aos pedidos de ajuda, a presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome disse estarem a aumentar, “não só por parte das pessoas, como por parte das instituições, porque muitas ainda não viram renegociados os seus acordos com a Segurança Social e têm que dar a resposta nas valências de lares e de creches, a fazer a comida, e está tudo mais caro”.

Isabel Jonet manifesta também preocupações com o impacto da subida de preços nas famílias mais carenciadas. “Estas pessoas estão a sofrer mais este impacto porque os orçamentos familiares não esticam para poderem acomodar mais acréscimos de preços”, declarou à Lusa.

A recolha de alimentos promovida pelos Bancos Alimentares regressou no sábado aos supermercados, numa campanha que prossegue hoje, envolvendo cerca de 40 mil voluntários.

Os bens recolhidos serão depois encaminhados para os armazéns do Banco Alimentar de cada região para posterior entrega às entidades beneficiárias.

Em paralelo, as pessoas podem ainda contribuir até 05 de junho, através da campanha “Ajuda de Vale”, com vales disponíveis em todos os supermercados, cada um com um código de barras específico, correspondente ao alimento selecionado para doação, cujo valor é acrescentado no ato do pagamento, ou no ‘site’ www.alimentestaideia.pt, um portal de doações ‘online’.

O Presidente da República visitou, no sábado, as instalações do Banco Alimentar em Lisboa.

Portugal vai comprar vacinas contra a varíola dos macacos e já se sabe quem são os primeiros a recebê-la

Portugal prepara-se para comprar doses da vacina da varíola dos macacos.

A informação é avançada pela Sábado que refere que os profissionais de saúde e as pessoas com contacto de risco serão as primeiras a receber esta vacina.

Esta é uma medida para fazer face ao número de casos da doença provocada pelo vírus da monkeypox, que já infetou 58 pessoas desde a semana passada. A vacina ser comprada já foi aprovada pela agência do medicamento europeia em 2013, refere a mesma fonte.

Famalicão: Sanieste – especialistas em remodelação de casas de banho – abre segunda-feira

A Sanieste, empresa especializada em remodelação de casas de banho, abre esta segunda-feira, instalações na Avenida Engenheiro Pinheiro Braga, n.º 1564, em Gavião (ao lado do posto de combustível Repsol)

Com mais de 12 anos de atividade, disponibiliza uma equipa jovem e dinâmica altamente qualificada de forma a garantir aos clientes um serviço de qualidade, oferecendo soluções inovadoras e económicas, seguindo as últimas tendências para quem precisa de remodelar a sua casa de banho.

A Sanieste é responsável por todo o processo de remodelação, desde o fornecimento dos seus materiais à prestação dos serviços, nomeadamente os serviços de construção civil, pichelaria e eletricidade, apresentando aos seus clientes a solução “Chave na mão”.

250 milhões de euros: É este o valor doado por Portugal à Ucrânia

O primeiro-ministro português assinou um acordo para a concessão de um apoio financeiro de 250 milhões euros à Ucrânia.

António Costa esteve reunido com o primeiro-ministro ucraniano, depois de ter sido recebido pelo chefe de Estado, Volodymyr Zelenskyy, com quem deu uma conferência de imprensa conjunta, e antes de visitar a embaixada de Portugal em Kiev.

Sobre o encontro com Denys Shmyhal, António Costa explicou aos jornalistas que 100 milhões de euros serão transferidos ao longo deste ano através de uma conta da Ucrânia no Fundo Monetário Internacional ou por via de outros canais que a União Europeia venha a abrir para financiamento direto, e que os restantes 150 milhões de euros serão transferidos ao longo dos três próximos anos. “Este foi um acordo que tinha acertado com o primeiro-ministro ucraniano na reunião que com ele tive por videoconferência há algumas semanas. A Ucrânia tinha precisamente solicitado esse apoio financeiro ao Estado Português e tivemos a oportunidade de negociar e acertar a temporalidade para a transferência destes recursos”, referiu.

Na conferência de imprensa com Volodymyr Zelenskyy**,** o primeiro-ministro disse que Portugal vai dar apoio técnico à Ucrânia para o seu processo de adesão à União Europeia e salientou que a opção europeia de Kiev deve ser acolhida “de braços abertos”.

Interrogado sobre a possibilidade de beneficiar de um estatuto especial de integração no mercado livre europeu, em vez de se sujeitar a um complexo e longo processo de adesão à União Europeia, o presidente da Ucrânia recusou vias alternativas à plena adesão, considerando que representam em última instância um compromisso com as pressões da Rússia. Volodymyr Zelenskyy lembrou que há processos de adesão, como o de Portugal, que demoraram muitos anos a concretizarem-se e que a Ucrânia precisa de soluções urgentes.