Famalicenses desfrutaram de mais de 50 horas de cultura online

O programa “Há Cultura em Casa” apresentou, durante o confinamento, mais de 130 espetáculos online, num total de mais de 50 horas que os famalicenses desfrutaram no conforto do lar.

Durante os dois períodos de confinamento, em 2020 e 2021, este programa promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão apresentou múltiplos espetáculos que tiveram, no total, cerca de 250 mil visualizações.

Os artistas locais foram os principais protagonistas dos mais de cem espetáculos promovidos no âmbito do “Há Cultura em Casa”, transmitidos ao fim de semana na página oficial de Facebook do programa “Famalicão Comunitário”.

Entre a primeira e a segunda edição do projeto estiveram envolvidos mais de duas centenas de artistas e técnicos de som e luz que apresentaram espetáculos de música, poesia, teatro, dança, ateliers artísticos e artes circenses.

Pontos luminosos que cruzaram céus da região norte são satélites da Starlink

A noite desta quinta-feira ficou marcada por relatos de pessoas que avistaram pontos luminosos alinhados, que traçaram os céus de vários pontos do norte de Portugal.

Sabe-se agora que os pontos luminosos são satélites que, em breve, vão passar a fornecer internet.

Os equipamentos pertencem à Starlink da empresa SpaceX. Estima-se que, nos próximos anos, sejam 40 mil os satélites desta empresa que vão rodear o planeta terra.

 

 

Cortes no abastecimento de água em Famalicão, Cabeçudos, Antas e Esmeriz

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão informa que poderão existir interrupções no abastecimento de água, na próxima quarta-feira, dia 12, nas freguesias de Famalicão, Cabeçudos, Antas e Esmeriz. As interrupções podem acontecer a partir das 14h00, com previsão de 4 horas.

Estas interrupções devem-se à implementação das obras de melhoria no sistema de abastecimento do Município, incluídas no projeto co-financiado pelo programa POSEUR, Portugal 2020.

 

Candidaturas ao Prémio de História Alberto Sampaio terminam no final de maio

As candidaturas ao Prémio de História Alberto Sampaio, instituído na Academia das Ciências de Lisboa, pelos Municípios de Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão e pela Sociedade Martins Sarmento, terminam no final de maio.

O prémio, que visa homenagear a vida e obra do historiador português e incentivar o estudo e a investigação histórica em Portugal, destina-se a galardoar, com 6 mil euros, um estudo de investigação histórica, no âmbito da história económica e social portuguesa, ou no âmbito de outros domínios historiográficos associados ao legado de Alberto Sampaio.
Os estudos, a enviar para a Academia das Ciências de Lisboa até 31 de maio deste ano, podem resultar ou ter por base trabalhos académicos, nomeadamente dissertações de mestrado ou teses de doutoramento, desde que respeitem o regulamento, disponível para consulta no portal do município famalicense, aqui, e onde podem ser consultadas as condições detalhadas de participação.
Os estudos devem ser inéditos, em língua portuguesa, com uma extensão compreendida entre 20 mil palavras (mínima) e 40 mil palavras (máxima).

Petição pede que seja proibido fumar nas praias, esplanadas, paragens de autocarro e outros locais similares

Uma petição criada esta quinta-feira pede que seja proibido fumar em espaços públicos ao ar livre, nomeadamente praias, esplanadas, paragens de autocarro e outros locais similares.

Os subscritores querem que a Assembleia da República «legisle no sentido de proteger os cidadãos da exposição involuntária ao fumo do tabaco, quando estes se encontram nas praias, esplanadas, paragens de autocarro, bem como em qualquer outro espaço e, consequentemente, o direito de permanecer e usufruir desses espaços sem serem prejudicados pelo fumo do tabaco».

Os promotores entendem que «é imperioso ir mais além na proteção de todos os cidadãos (não apenas as crianças e menores de 18 anos) face à exposição ao fumo do tabaco», acrescentando que, independentemente de se tratarem de locais ao ar livre, «isso não constitui garantia de que as pessoas não estão expostas ao fumo do tabaco, muito pelo contrário. Por vezes, o facto de se estar ao ar livre e, consequentemente, dependente da incontrolável deslocação do ar, pode até dar-se a exposição a uma situação de maior risco».