Pediatras do Hospital de Famalicão vencem prémio por trabalho apresentado em Paris

Diana Bordalo, médica do Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar do Médio Ave, foi vencedora do prémio “Pierre-Fabre”, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Pediatria, que distinguiu um dos melhores trabalhos portugueses da especialidade apresentados em congressos internacionais em 2018.

O trabalho intitulado “Predictors of asthma control in Paediatrics”, foi apresentado no European Academy of Paediatric Societies (EAPS), que decorreu em Paris, de 30 outubro a 3 novembro 2018. Diana Bordalo foi galardoada enquanto primeira autora do estudo, sendo coautoras as médicas do serviço de Pediatria do CHMA, Joana Figueirinha, Sara Rolim, Paula Fonseca e Fernanda Carvalho.

A atribuição dos Prémios foi efetuada no decurso de Sessão Específica no âmbito do 20º Congresso Nacional de Pediatria, que decorreu de 13 a 15 de novembro de 2019 no Centro de Congressos do Estoril.

Os Prémios Pierre-Fabre – Sociedade Portuguesa de Pediatria

Destinam-se a galardoar e incentivar a apresentação de trabalhos de investigação efetuados por Pediatras Portugueses ou Internos de Pediatria em Congressos Internacionais fora de Portugal.

Aparatoso despiste no túnel da Avenida Carlos Bacelar

A madrugada desta quarta feira começou com um aparatoso despiste, no centro de Vila Nova de Famalicão

A situação aconteceu perto das 00h15, no túnel da Avenida Carlos Bacelar, sendo que para o local foram acionados os Bombeiros Voluntários Famalicenses, com quartel a poucos metros da zona do sinistro, e a PSP.

No carro acidentado seguiam condutor e passageiro, só um deles necessitou de receber assistência médica mas não inspira cuidados de maior.

As chapas de proteção do túnel, substituídas há pouco tempo pela Câmara Municipal de Famalicão, voltaram a ficar danificadas.

Desconhece-se o que terá provocado o acidente.

Petição leva amianto nas escolas a ser discutido no parlamento

Em apenas 12 dias, os peticionários conseguiram reunir as assinaturas necessárias para levar o tema a debate em sessão plenária da Assembleia da República.

“A rapidez com que se angariaram mais de 4.500 assinaturas mostra bem que a comunidade educativa e a opinião pública, em geral, estão bem despertas para a problemática do amianto nas escolas, de norte a sul do país”, afirmou André Julião, coordenador do MESA – Movimento Escolas Sem Amianto.

O MESA, que nasceu no início do ano na zona de Lisboa, junta atualmente pais, alunos, professores e funcionários escolares de todo o país.

Também Íria Roriz Madeira, primeira subscritora da petição “Pela remoção total do amianto das escolas públicas” e membro da Zero, sublinhou que “o sentimento de preocupação é transversal e afeta particularmente os vários atores da comunidade escolar”.

Para a ambientalista, “o Governo tem de publicar a lista de escolas a intervencionar e os materiais que foram inventariados nesse levantamento. A intervenção nos edifícios deverá ser planeada segundo critérios de prioridade que devem ser claros e inequívocos”.

Íria Roriz Madeira acrescentou ainda que “é absolutamente necessário que a remoção destes materiais seja fiscalizada evitando erros por negligência ou desconhecimento”.

André Julião contou que, nas duas últimas semanas, “grupos de alunos, diretores de turma, associações de pais e encarregados de educação e professores partilharam a petição através das suas escolas, andaram de folha na mão a angariar assinaturas e demonstraram que toda a comunidade educativa está muito unida e empenhada em resolver o problema do amianto de vez”.

Para o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, este é o resultado de “anos de protesto e luta pelo cumprimento da lei e anos de incumprimento e mentira por parte de governantes, estes e outros, que não colocam a remoção do amianto no topo das suas prioridades políticas”.

Os peticionários exigem a divulgação da lista atualizada de escolas públicas com presença de materiais contendo amianto, “não se cingindo esta às coberturas em fibrocimento”.

As três entidades requerem ainda que se estabeleça uma priorização e calendarização das intervenções nas escolas e que se disponibilize informação atualizada, devendo esta ser de fácil acesso para todos.

As organizações recordam que o levantamento de Materiais Contendo Amianto (MCA) foi realizado “de forma muito incompleta”, focando-se essencialmente no fibrocimento (telhas) e deixando de fora muitos outros materiais que também contêm amianto.

Portugal é terceiro país da UE com mais impostos na fatura elétrica

Segundo um resumo informativo feito pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) com base nos dados publicados hoje pelo Eurostat sobre os preços da energia até junho, “a componente de taxas e impostos, que de acordo com o Regulamento Europeu integra os CIEG [custos de interesse económico geral], apresenta para Portugal um peso de 49% do preço total pago pelos consumidores”, sendo apenas superado na Dinamarca e Alemanha.

De acordo com o regulador, os CIEG (que integram a componente de taxas e impostos) representam para Portugal cerca de 30% do preço total pago pelos consumidores, não sendo possível fazer uma comparação com os restantes países da União Europeia (UE) porque o Eurostat não publica os dados desta componente de forma desagregada.

Excluindo as taxas de impostos, e comparando apenas as componentes de energia e redes para o consumidor (na banda de consumo anual entre os 2.500 e 5.000 quilowatt/hora (kWh), que é a mais representativa em Portugal), a ERSE refere que “os preços em Portugal são inferiores aos de Espanha e aos da média da Euro Área e da União Europeia”, surgindo Portugal “entre os países em que a componente de energia e redes é menor”.

Da análise feita pelo regulador resulta ainda que, no primeiro semestre deste ano, Portugal registou, pela primeira vez desde 2014, um preço médio da eletricidade para consumidores domésticos inferior ao da zona euro.

“Uma análise à evolução de preços revela que em Portugal os preços têm sido sistematicamente inferiores aos de Espanha, com exceção do 1.º semestre de 2016. Por comparação com a Euro Área, Portugal apresenta preços superiores desde o 1.º semestre de 2014, situação que se inverteu no 1.º semestre de 2019”, lê-se no resumo informativo.

Segundo a ERSE, “os preços praticados em Portugal são inferiores aos preços de Espanha, aos preços médios dos 19 países da Euro Área e aos preços dos 28 países da União Europeia. É ainda possível constatar-se que é nos países do leste da Europa que se verificam os preços mais baixos”.

Relativamente aos consumidores industriais, a ERSE diz que “os preços praticados em Portugal são inferiores aos preços médios dos países da Euro Área e da União Europeia, bem como aos de Espanha”, mas nota que a componente de taxas e impostos “é uma das mais elevadas a nível europeu”.

Centro de Formação da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting abre em Famalicão

Há novidades no Museu do Automóvel Antigo e Clássico, instalado no Lago Discount, na vila de Ribeirão, em Famalicão.

Em 2020 vai ser criado um “Centro de Formação Permanente para Extração” da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting.

O objetivo é dar formação sobre os procedimentos de socorro necessários para a retirada de pilotos e co-pilotos do interior de veículos de alta competição acidentados.

Taça de Portugal: Famalicão recebe o Mafra nos oitavos de final

O Futebol Clube de Famalicão vai defrontar o Mafra nos oitavos de final da Taça de Portugal.

O sorteio foi realizado na tarde desta terça-feira, na cidade do futebol, em Oeiras.

 

A equipa treinada por João Pedro Sousa vai decidir a passagem aos quartos de final com a equipa da II Liga que eliminou o Moreirense do escalão máximo do futebol português.

Recorde-se que o Futebol Clube de Famalicão eliminou o Lourosa, na 4ª eliminatória desta competição e, no sábado passado, a Académica de Coimbra.

Os jogos dois oitavos de final da Taça de Portugal disputam-se entre 17 e 19 de dezembro.