Feira Medieval Viking de Famalicão está a chegar

Os vikings estão de volta a Famalicão! Entre 4 e 7 de julho, em toda a extensão da Praça D. Maria II, realiza-se a Feira Medieval Viking, que é já o mais extenso evento evocativo da presença viking na Península Ibérica.

Tal como é habitual, são esperadas milhares de pessoas no espaço central da cidade de Vila Nova de Famalicão que são convidadas a conhecer um facto histórico que já completou um milénio mas que ainda é desconhecido de muitos. De facto, foi em 2016, que se cumpriram 1000 anos sobre a incursão normanda/viking que foi enfrentada, no ano de 1016, no então Castelo de Vermoim.

A Feira Medieval Viking é uma oportunidade de todos poderem fazer a festa mas também de partilhar saberes diversos, num ambiente familiar, acolhedor e divertido. A organização está a cargo da Escola Profissional CIOR, com o apoio do Município.

A realização deste evento justifica o apoio do Município já que cumpre a premissa da afirmação territorial e da projeção cultural e turística do concelho de Vila Nova de Famalicão, através de projetos, iniciativas e eventos com valor acrescentado e diferenciador da oferta regional e nacional, apostando numa marca/temática Viking singular.

Há mil anos, o território que hoje é Vila Nova de Famalicão já era estratégico no contexto de toda a região e nem os Normandos (Vikings) deixavam de por aqui passar e deixar marcas.

A envolvência da temática Viking no nosso concelho acompanha também, ao nível gastronómico, o bacalhau, alimento que vários especialistas apontam como popularizado em Portugal pela presença normanda no território. Por este facto, a Feira Medieval Viking liga-se, em complementaridade, com a iniciativa “Dias à Mesa” que, neste particular, promoverá o consumo do bacalhau em diversos restaurantes do concelho.

Taxas moderadoras deixam de ser cobradas nos Centros de Saúde

O parlamento aprovou na generalidade, com votos contra do CDS-PP, um projeto de lei do Bloco de Esquerda que põe fim às taxas moderadoras nos cuidados de saúde primários e em todos os atos prescritos por profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Assim, o fim das taxas moderadoras vai abranger também consultas de especialidade nos hospitais que são prescritas pelos médicos de família, consultas de seguimento decididas pelos profissionais dos hospitais ou exames prescritos pelos médicos do SNS.

O diploma aprovado propõe a “dispensa de cobrança de taxas moderadoras” no atendimento, consultas e outras prestações de saúde no âmbito dos cuidados de saúde primários, bem como em “consultas, atos complementares prescritos e outras prestações de saúde, se a origem de referenciação para estas for o Serviço Nacional de Saúde”.

Passará então a existir cobrança de taxas moderadoras no caso das urgências hospitalares, sendo que já hoje em dia estão dispensados deste pagamento os utentes que são enviados para a urgência pelo centro de saúde, pelo INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) ou pelo centro de atendimento SNS 24.

Esta é aliás a intenção do Bloco, confirmada à Lusa pelo deputado Moisés Ferreira, já que os bloquistas defendem que se deva seguir o caminho da eliminação das taxas moderadoras, tal como o PCP.

O projeto ainda vai ser detalhado ao nível da comissão parlamentar de Saúde e só entra em vigor depois desta discussão e depois de ser definitivamente aprovado.

Atualmente, são pagas taxas nas consultas dos cuidados de saúde primários e nos hospitais, na realização de exames complementares de diagnóstico e terapêutica em serviços de saúde públicos ou privados, designadamente em entidades convencionadas, com exceção dos que são feitos em regime de internamento, no hospital de dia e no serviço de urgência para o qual haja referenciação pela rede de prestação de cuidados de saúde primários, pelo Centro de Atendimento do Serviço Nacional de Saúde ou pelo INEM.

O SNS determina a isenção do pagamento de taxas a um conjunto concreto de pessoas, quer consoante patologias, idades ou condição económica, mas pelo menos quatro milhões de portugueses não estão abrangidos por essas isenções.

Atualmente a isenção abrange grávidas e parturientes, menores de 18 anos, utentes com incapacidade superior a 60%, utentes em situação de insuficiência económica, dadores de sangue, dadores de tecidos ou órgãos, bombeiros, doentes transplantados, militares e ex-militares das Forças Armadas incapacitados de modo permanente, alguns desempregados, requerentes de asilo e refugiados e utentes no âmbito da interrupção voluntária da gravidez.

As taxas moderadoras aplicadas atualmente vão desde 3,50 euros para uma consulta de enfermagem no centro de saúde até aos 18 euros num serviço de urgência polivalente, passando por 4,50 numa consulta de medicina geral e familiar ou de 7 euros numa consulta de especialidade hospitalar.

Há também taxas moderadoras para os meios complementares de diagnóstico e terapêutica que podem variar entre os 35 cêntimos e os 40 euros.

Assim, quando o diploma hoje votado entrar em vigor, passam a ser cobradas apenas as taxas moderadoras relativas ao serviço de urgência: 18 euros na urgência polivalente, 16 euros na urgência médico-cirúrgica e 14 euros no serviço de urgência básica.

A cobrança de taxas moderadoras representa atualmente cerca de 2% do orçamento do Serviço Nacional de Saúde.

Dois homens detidos por furtos em estabelecimentos comerciais de Famalicão e Barcelos

O Comando Territorial de Braga, através o Núcleo de Investigação Criminal de Barcelos da GNR, deteve, esta quinta-feira, dois homens, de 35 e 39 anos, por furto em estabelecimentos comerciais nos concelhos de Barcelos e Famalicão. Da investigação, desenvolvida há cerca de 3 meses, os homens estavam identificados pela prática de furtos em estabelecimentos comerciais em todo o distrito de Braga; foi, ainda, apurado, que tinham como propósito o furto de tabaco em máquinas de distribuição, para posterior venda. Eram, ainda, furtados outros artigos de valor, pelo método de arrombamento.

Foram realizadas buscas domiciliárias e em veículos, que resultaram na apreensão de quatro maços de tabaco; 694 euros em numerário; oito telemóveis; um veículo; diverso material furtado, nomeadamente equipamentos de som; e equipamento para os assaltos, nomeadamente pés de cabra, luvas e alicates.

Antoninas 2019: Marcha Unidos de Avidos sofre nova e segunda penalização

A organização das Antoninas foi obrigada a rever os pontos atribuídos à marcha da Associação Unidos de Avidos por esta ter desrespeitado, pela segunda vez este ano, o regulamento do evento.

Depois de alguns grupos, entre eles o de Avidos, terem sofrido uma penalização de 5 pontos por não respeitarem as margens do palco ou por não terem cumprido os tempos estipulados, a organização recebeu uma denúncia dando conta de uma outra irregularidade, protagonizada pelos marchantes da equipa que terminou em 2º lugar.

Durante a marcha da Associação Unidos de Avidos, na noite da última quarta-feira, foi feita uma largada de pombas, situação que se encontra referênciada no regulamento como algo que não é autorizado pela organização. Como tal, e uma vez que o júri não terá tido em conta essa irregularidade, a Câmara Municipal viu-se obrigada a rever as pontuações e a atribuir mais uma penalização a este grupo.

Assim, a Marcha da Associação Unidos de Avidos termina o concurso com 90 pontos, menos 10 do que inicialmente previsto, ficando no segundo lugar da classificação, a 6 da marcha vencedora.

Classificação Atualizada

 

Louro: Homem hospitalizado depois de colidir de mota contra carrinha

Uma pessoa ficou ferida na sequência de uma colisão entre uma mota e um veículo de transporte de mercadorias.

O acidente aconteceu por volta das 18h00 desta quinta-feira, na Rua Padre Domingos Joaquim Pereira, na freguesia do Louro, em Famalicão.

O ferido, condutor da mota, foi transportado por uma equipa de bombeiros para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave desconhecendo-se para já a gravidade dos ferimentos.

No local também estiveram elementos da Guarda Nacional Republicana.