Acidente com cinco viaturas provocou oito feridos e cortou a A28 na Póvoa de Varzim

Um acidente ocorrido hoje na A28, sentido Porto/Viana do Castelo, próximo da Póvoa de Varzim, provocou oito feridos e obrigou ao corte da via, disse à Lusa Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) do Porto.

Segundo a fonte, dois dos feridos estão em estado considerado grave.

O acidente, cujo alerta chegou às 13:42, envolveu um veículo pesado de mercadorias que terá embatido em quatro viaturas ligeiras.

No local, estão quatro corporações de bombeiros, da Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Famalicão e Famalicenses, o INEM e a GNR.

Landim: Colisão seguida de capotamento ao lado do acesso da A7 faz um ferido

Uma colisão seguida de capotamento, na Avenida da Liberdade, em Landim, junto ao acesso da A7, provocou um ferido.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, o acidente aconteceu minutos depois das 16h30. Apesar do aparato, a vítima, com cerca de 65 anos, recusou o transporte para a unidade hospitalar mais próxima sendo, no entanto, assistida no local pelas equipas dos Bombeiros Voluntários Famalicenses e Famalicão.

No local também esteve a GNR de Riba d’Ave.

 

Lemenhe: Condutor embate contra mota, deixa motard no chão e foge sem prestar ajuda

Um homem que seguia numa mota ficou ferido depois de ter sido abalroado por um carro, na tarde deste sábado, na Avenida Nossa Senhora do Carmo, na freguesia de Lemenhe, em Vila Nova de Famalicão.

O acidente aconteceu perto das 14h40 e o ferido foi assistido no local pelos Bombeiros Voluntários Famalicenses.

O condutor do carro que terá tido a responsabilidade do acidente colocou-se em fuga sem prestar auxílio ao motociclista caído no chão, encontra-se ainda por localizar.

Famalicão: Novo acidente de viação na Av. 9 de Julho

A Avenida 9 de Julho continua a registar um elevado número de acidentes de viação. Depois de no fim de semana passado um casal ter perdido a vida na sequência de um choque contra um poste de iluminação pública, este sábado registou-se mais um acidente.

O sinistro, um choque entre duas viaturas, aconteceu por volta das 14h30 e deixou uma pessoa ferida. De acordo com testemunhas a colisão aconteceu quando um peão atravessava a passadeira e um dos condutores viu-se obrigado a travar.

A única vítima, ocupante de uma das viaturas, foi assistida no local pelos Bombeiros Voluntários Famalicenses.

A28 cortada ao trânsito devido a acidente próximo do nó da Póvoa de Varzim

A A28 encontra-se cortada ao trânsito, na tarde deste sábado, na sequência de um grave acidente de viação entre um pesado e vários ligeiros, registado às 14h00 no sentido sul-norte, nas proximidades do nó da Póvoa de Varzim.

No local, a socorrer os 8 feridos, estão os Bombeiros Voluntários de Famalicão e Famalicenses acompanhados por outras corporações da região.

 

 

Empresas protestam contra proibição total de fogo de artifício que consideram “cega”

“Os empresários do setor da pirotecnia estão novamente, este ano, a ser prejudicados pelo Governo que decidiu voltar a impor uma proibição total dos espetáculos de fogo de artifício, para vários distritos do país, devido às previsões de temperaturas altas e risco de incêndio”, referiu a ANEPE num comunicado.

Segundo adiantou à Lusa Pedro Gonçalves, da direção da associação, o evento ainda não tem data, mas os destinatários são os ministérios da Administração Interna (MAI) e da Agricultura e Pescas, que decidem a proibição.

De acordo com a organização, o MAI “tem ignorado os fundamentos técnicos que são conhecidos e que revelam que não há uma relação direta entre o número de incêndios que o país regista todos anos e o lançamento licenciado de fogo de artifício em zonas não florestais”.

A associação recordou que “um estudo da Universidade de Coimbra confirmou essas mesmas conclusões e revelou que as distâncias de segurança que vigoram atualmente no país para o lançamento de artigos pirotécnicos são suficientes e que garantem um baixíssimo risco de incêndio associado a esta atividade”.

Em abril, a organização garantiu que apenas 0,01% da área ardida a nível nacional entre 2008 e 2018 teve como causa incêndios provocados por fogo de artifício.

Na mesma nota a ANEPE indicou que pediu várias vezes para ser recebida pelo ministro da Administração Interna, “sem sucesso”, e que, por isso, “os empresários decidiram entregar as chaves das empresas e das fábricas de pirotecnia à tutela”.

“Cada verão passou a representar para os empresários deste setor milhares e milhares de euros de prejuízos, isto sem referir o impacto destas proibições para as economias locais que ganham indiretamente com os tradicionais eventos de fogo de artifício que se realizam durante as festas de verão em todo o país”, lamentou a ANEPE.

A organização concorda que “existam proibições destes espetáculos se os comandos distritais da Proteção Civil e restantes autoridades locais considerarem que há um risco associado”, mas acusou as proibições totais de serem “medidas avulsas, cegas e com o mero intuito de mostrar ao país que alguma coisa é feita para evitar grandes incêndios”, segundo o documento.

A ANEPE garante que apesar de o executivo “ter decretado a Situação de Alerta Especial, onde vigora a proibição total de fogo de artifício para vários distritos, a Autoridade Nacional de Proteção Civil comunicou que apenas está proibido o lançamento de fogo-de-artifício não autorizado, ou seja, na prática a medida está a ser aplicada de forma aleatória”.

Esta situação implica que exista incerteza ao nível das autarquias o que leva a que as sociedades do setor estejam “sujeitas a uma medida que é aplicada de forma aleatória, sem uma lógica comum e que entrega as empresas à sua própria sorte”.