Celorico de Basto: Bombeiros Famalicão / Famalicenses / Riba d’Ave combatem incêndio de grandes dimensões

 

Todas as corporações de bombeiros do concelho de Vila Nova de Famalicão (Bombeiros Voluntários de Famalicão / Bombeiros Voluntários Famalicenses / Bombeiros Voluntários de Riba d’Ave) combatem, a esta hora, um incêndio de grandes dimensões no concelho de Celorico de Basto.

As chamas estão a deflagrar em área florestal desde as 14h00 deste domingo, na freguesia de Codeçoso. No terreno as operações de combate contam com um efetivo de mais de 100 homens, apoiados por dois meios aéreos.

Bruno Alves, comandante dos Bombeiros Voluntários Famalicenses, está a liderar as equipas.

Não existe, para já, a informação de casas em risco.

Trofa: Cerca de 100 bombeiros e 2 meios aéreos combatem incêndio de grandes dimensões

Um incêndio de grandes dimensões está a deflagrar, desde as 16h30 deste domingo, na freguesia de S.Martinho de Bougado, Trofa.

As chamas estão nesta altura a ser combativas por cerca de uma centena de homens de diversas corporações de bombeiros da região, apoiados por dois meios aéreos.
Para já, e uma vez que o fogo está a consumir uma zona de mato, não existem casas em perigo.

 

GNR reforça fiscalização ao cinto de segurança, cadeirinhas de crianças e uso de capacetes

A GNR vai reforçar a fiscalização, a partir de segunda-feira, ao uso de cintos de segurança, cadeirinhas para crianças e dos capacetes para promover “comportamentos mais seguros” e “diminuir a gravidade” dos acidentes, indicou hoje a corporação.

A operação “de fiscalização intensiva”, que se chama “Proteção máxima, risco mínimo, vai decorrer até 15 de setembro em todo o país, refere a Guarda Nacional Republicana, em comunicado.

A corporação destaca que a operação tem o objetivo de “promover comportamentos mais seguros por parte dos condutores e ocupantes dos veículos e diminuir a gravidade das consequências dos acidentes de viação”.

Segundo a GNR, o cinto de segurança e o sistema de retenção para crianças (SRC) têm por finalidade impedir a projeção dos ocupantes, minimizando a gravidade dos ferimentos, em caso de acidente de viação, enquanto o capacete constitui o principal dispositivo de segurança para os condutores das motas e tem por função absorver parte da energia do impacto, estimando-se que o uso seja responsável por evitar 50% das mortes em desastres.

A GNR detetou, em 2018, cerca de 19.000 condutores que não usavam o uso do cinto de segurança, ou estavam a utilizá-lo incorretamente, 1.446 por não utilização das cadeirinhas para crianças e 936 por não utilizarem capacete durante a condução de motas.

Este ano e até ao dia 31 de agosto, a GNR detetou quase 16.000 mil condutores que não usavam o cinto de segurança ou as cadeirinhas para crianças e 638 condutores de motas que não utilizavam o capacete, além de terem sido detidos 739 condutores por não terem habilitação legal para conduzir este tipo de veículos.

Durante a operação, a GNR vai alertar os condutores para “a importância da utilização dos dispositivos de segurança passiva, especialmente para os condutores de veículos de duas rodas a motor”, tendo em conta que constituem um grupo de risco pelas consequências dos acidentes serem normalmente graves devido à menor capacidade de proteção em caso de colisão ou despiste.

Companhia aérea cancelou todos os voos por “problemas financeiros” e não garante devolução do dinheiro

Desde este sábado que todos os voos da companhia aérea francesa Aigle Azur foram cancelados. Portugal faz parte dos países afectados.

Avança a Lusa que entre os voos suspensos estão incluídos Portugal, Brasil, Ucrânia e Mali,. Em Portugal, a Aigle Azur voava para o Porto, Funchal e Faro. A companhia aérea não garante a devolução do dinheiro dos bilhetes marcados para datas posteriores a sábado.

A Aigle Azur admitiu a situação de insolvência no início desta semana e inicialmente iria manter os voos, mas tal não aconteceu. A insolvência foi declarada devido a uma disputa entre accionistas, segundo a Turisver. A empresa afirmava estar em “sérias dificuldades”. De acordo com a publicação online de turismo, o comunicado referia “deterioração do clima social” na empresa.

Segundo a agência noticiosa Lusa, está ainda em cima da mesa a possibilidade de algum operador comprar uma parte do negócio da Aigle Azur e levar a cabo uma reestruturação na companhia.

Pedro Almeida e Nuno Almeida terminam Terras D’Aboboreira

https://www.facebook.com/pedroalmeidaracing/videos/580759479126297/

 

Pedro Almeida e Nuno Almeida terminaram o Rali Terras D’Aboboreira no quinto lugar entre os pilotos que ponturam para o Campeonato de Portugal de Ralis, sextos classificados na geral final do Rali.

Foi um Rali algo ‘estranho’ porque o resultado acaba por nos dar uma classificação positiva, com pontos importantes para o campeonato, mas saímos com a sensação de que já tivemos melhores prestações.

O Rali foi muito exigente e competitivo, com um ritmo elevado entre os pilotos da frente. Pedro Almeida trazia outras expectativas para a prova.

Trabalhamos muito e preparamos bem este Rali mas as coisas acabaram por não sair tão bem como, por exemplo, havíamos feito em Castelo Branco. Apesar disso tiramos aprendizagem e esse é outro dos pontos positivos que levamos daqui.

A dupla de Famalicão terminou o Rali Terras D’Aboboreira no quinto lugar e soma mais 12 pontos no campeonato, sobe ao sexto lugar do nacional. A prova decorreu nos concelhos de Amarante, Baião e Marco de Canaveses.

A próxima prova do CPR é o Rali Vidreiro a realizar nos dias 4 e 5 de Outubro. O piloto vai preparar o Rali na expectativa de chegar à Marinha Grande e retomar os índices competitivos já registados. “Vamos procurar estar melhor, mantendo regularidade mas com um ritmo de andamento mais próximo dos primeiros. Esse é um dos desafios que nos colocamos esta temporada e vamos trabalhar para os alcançar” concluíu.