Pai famalicense volta a recuperar filha menor que fugiu de instituição

Voltou a ser recuperada pelo progenitor, ao final da tarde desta terça feira, a menor de 16 anos que fugiu do local onde está institucionalizada em Guimarães.

A adolescente, que voltou a escapar da instituição no primeiro dia de março, foi encontrada na Trofa, depois de ter sido avistada por uma mulher que acompanhava o caso do desaparecimento através do facebook da Cidade Hoje.

A menor terá estado novamente na companhia do rapaz que conheceu na internet e que, segundo a família, a está a “desencaminhar”.

Depois de se deslocarem às autoridades, a jovem foi novamente entregue à instituição que a esta acompanhar, na sequência de uma decisão judicial.

Está já é a terceira vez que, num curto espaço de tempo, esta adolescente foge para ir ter com um rapaz que diz ter conhecido na internet. Uma situação que está a deixar a família preocupada, uma vez que seria suposto existir mais proteção / segurança, tratando-se de uma menor de idade que apresenta sérios problemas de integração na sociedade e com elevado perigo de fuga.

Carnaval de Famalicão: Vencedores do desfile / concurso de mascarados

Um dos pontos altos da grande noite do carnaval de Famalicão é o desfile / concurso de mascarados. Este ano não foi excepção e, mais uma vez, dezenas de pessoas subiram ao maior palco da festa para se mostrar aos jurados e aos foliões.

Vencedores:

1º Prémio – 400€: Os Matraquilhos (Equipa Liga Brincamos – Vila Nova de Famalicão)

2º Prémio – 350€: Grande Ninhada de Ratos (Filipa Daniela Ferreira – Guimarães)

3º Prémio – 250€: Hacker Caça Toupeiras (Orquestra Pentágono – Vila Nova de Famalicão)

Cinco pessoas morreram nas estradas durante a “Operação Carnaval 2019” da GNR

Segundo os dados provisórios disponíveis no ‘site’ da GNR, entre os dias 01 e 05 de março a GNR registou, na sua área de intervenção, 902 acidentes, com 27 feridos graves e 320 feridos ligeiros.

Durante os cinco dias da operação, a GNR intensificou o patrulhamento e a fiscalização rodoviária em todo o continente, sobretudo nas vias que conduziam aos locais onde tradicionalmente ocorrem as festividades do Carnaval, com o objetivo de combater a sinistralidade rodoviária, regular o trânsito e garantir o apoio a todos os utentes das vias.

No início da operação, a GNR explicou que o período das festividades associadas ao Carnaval é propício a um maior consumo de bebidas alcoólicas e/ou substâncias psicotrópicas, particularmente nos locais de diversão noturna, envolvendo, por vezes, a utilização de veículos para regresso às residências.

Durante a operação, a GNR, através da Unidade Nacional de Trânsito e dos Comandos Territoriais, direcionou as ações de fiscalização para a deteção de condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas ou sem carta de condução, para as manobras perigosas durante a condução, especialmente as de ultrapassagem, mudança de direção e cedência de passagem, e para a não utilização do cinto de segurança e/ou sistemas de retenção e excesso de lotação.

A GNR pretendia ainda fiscalizar anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização, a utilização incorreta do telemóvel durante a condução, falta de inspeção periódica e falta de seguro de responsabilidade civil.

Em 2018, durante o período da operação Carnaval da GNR, sete pessoas morreram e 13 ficaram feridas com gravidade e 292 tiveram ferimentos ligeiros.