ARROZ NO FORNO COM QUEIJO DE CABRA E ERVAS AROMÁTICAS

(1 pessoa)

Azeite q.b.

1  Cebola laminada

2 Dentes de alho laminados

100g Arroz cozido

1 Tomate pelado picado

50 ml Vinho branco

Sal marinho q.b.

4 Fatias Queijo de cabra

Cebolinho fresco q.b.

Tomilho fresco q.b.

Oregãos secos q.b.

 

Refogue a cebola e os alhos em azeite. Assim que alourar, junte o arroz cozido e o tomate. Misture bem e regue com o vinho branco.

Junte as fatias de queijo e misture bem até que o queijo fique bem envolvido no arroz.

Adicione as ervas aromáticas a gosto e retifique temperos.

Leve ao forno a gratinar a 200ºC durante aproximadamente 7 minutos ou até ficar douradinho.

Lígia Santos

www.clubmastercook.com

www.casasdali.pt

 

RIOPELE INOVA COM TECIDOS FEITOS A PARTIR DE RESÍDUOS

A próxima jornada do Roteiro pela Inovação da Câmara Municipal passa, esta sexta-feira, dia 24, pela Riopele. Na ocasião será dada a conhecer a marca TENOWA, resultante da metamorfose de resíduos têxteis em novos tecidos com uma forte componente ecológica, já que o processo produtivo evita a utilização de matéria-prima virgem, de água e de energia.

Aos 90 anos de idade, a Riopele dá mais um passo de gigante em relação ao futuro e surpreende, novamente, o universo do têxtil e do vestuário ao apresentar recentemente em Munique, na feira KEYHOUSE – Munich Fabric Start, a sua nova marca – TENOWA, The Rebirth of Textiles – desenvolvida no âmbito do R4TEXTILES.

Trata-se de um projeto revolucionário, cofinanciado pelo Compete 2020, no âmbito do Sistema de Incentivos à I&DT, inserindo-se no novo paradigma da economia circular. Com este passo a Riopele propõe-se a “fechar o ciclo” na indústria têxtil.

SONICARLA E UNIVERSIDADE DO MINHO ESTREITAM LAÇOS EM BUSCA DO CONHECIMENTO

A empresa Sonicarla Europa, de Mogege, e a Universidade do Minho assinaram um protocolo que tem por objetivo a procura de conhecimento. A relação entre a empresa e a Universidade existe há alguns anos, mas foi aprofundada no dia 17 de novembro, com a assinatura de um protocolo e a doação, por parte da empresa, de um tear seamless.

A Sonicarla é uma empresa têxtil especializada em vestuário de desporto e de underwear (interior), que tem apostado nos têxteis técnicos e funcionais e na tecnologia avançada. É especializada em vestuário seamless (sem costuras), razão pela qual é procurada pelas maiores marcas mundiais de desporto.

Daniel Pedro, administrador da Sonicarla, explica as vantagens deste protocolo com a Universidade do Minho. «É importante esta ligação à Universidade, porque dá-nos a permanência no conhecimento e na investigação. Esta é uma empresa de alta tecnologia e temos que estar à frente na investigação. A Universidade traz-nos tudo o que nós precisamos, traz-nos a juventude a entrar nas nossas empresas e a mexer com o conhecimento», sublinha o administrador.

A Universidade do Minho tem vários alunos a estagiar na Sonicarla, que trazem conhecimento e investigação para a empresa. O reitor, António Cunha, destaca a importância das parcerias entre a Universidade e as empresas. «A relação entre a Universidade e a sociedade é necessária em quase todos os setores, desde a tecnologia, a engenharia, o fabrico, a relação com o tecido económico e produtivo», reforça o reitor, para quem a relação entre a Universidade e o meio deve ser cada vez mais natural e sistémica.

Leia a notícia completa no Jornal CIDADE HOJE.

A TIA ESCREVE AO AFONSO OS DIAS VIVIDOS NA SELVA

No dia 1 de dezembro, a partir das 14h30, a Casa do Território, no Parque da Devesa, recebe a apresentação do livro “As cartas da tia-que-vive-na-selva”, de Isabel Fernandes. A autora, famalicense, Voluntária Europeia do Ano de 2012, trará a Famalicão «um bocadinho de África, com as cores, sons e sorrisos, por um grupo de danças africanas – Allantantou», conta Isabel Fernandes. Parte das receitas das vendas deste livro revertem para projetos na Guiné-Bissau.

Desde novembro do ano passado que Isabel está na Guiné-Bissau a fazer mais uma missão. Desta vez pela AMI, num projeto de saúde materno-infantil que visa «diminuir a taxa de mortalidade materna e infantil».

Saiba mais na edição impressa do Jornal CIDADEHOJE.

TUDO OCORRÊNCIAS MENORES

REVOLUÇÃO. Os comunistas andam por aí a comemorar efusivamente o centenário da Revolução de Outubro de 1917. Mas comemoram o quê? O Golpe de Estado? O regime de tirania, crueldade e terror imposto por Lenine?  A fome, a miséria, a carnificina e as guerras que instigou e patrocinou? A ditadura e o totalitarismo?  O saque violento e a apropriação da propriedade privada? A opressão, a perseguição, o silenciamento, a tortura e o assassinato “em nome do povo”? A morte de mais 100 milhões de pessoas? O que comemoram, afinal, tão entusiasticamente os comunistas?

PANTEÃO. António Costa, classificou o jantar no Panteão Nacional como uma utilização “absolutamente indigna do respeito devido à memória dos que aí honramos”. O Presidente da República concorda. Concordando-se ou não, a desfaçatez de António Costa é gritante. A realização do jantar do encerramento da  Web Summit,  naquele espaço, foi previamente abordado com o seu governo, autorizado pelo seu governo e nele participaram membros do seu governo. Tão pouco esta foi a primeira vez. No passado mês de outubro, a NAV Portugal, uma empresa pública tutelada pelo Ministério do Planeamento de Infraestruturas aí realizou o seu jantar de gala. António Costa toma os portugueses por imbecis e distraídos.

 ACONTECE. Uma auditoria do Tribunal de Contas conclui que o governo falseou os dados estatísticos de modo a diminuir artificialmente as listas e os tempos de espera para consultas e intervenções hospitalares. Uma “questão informática” comenta o governo. Pela primeira vez, num hospital público, um surto de Legionella infeta cinco dezenas de doentes e provoca a morte de cinco deles. Apenas “falhas técnicas” assegura o Ministro da Saúde. A PSP, por ordem do Ministério Público, interrompe os velórios para levar os corpos para autópsia. “São situações que acontecem” diz o governo perante o episódio macabro e a dor causada às famílias. Tudo é relativizado. Nada é grave. Para este governo os problemas são sempre ocorrências menores, são “situações que acontecem”.

Jorge Paulo Oliveira

(Deputado do PSD na Assembleia da República)

FAMALICENSE DE 20 ANOS MORRE AO CAIR DE 10º ANDAR EM AVEIRO

Um jovem de 20 anos, natural de Ribeirão, Vila Nova de Famalicão, morreu na madrugada desta terça-feira na sequência de uma queda do 10º andar.
O estudante de Economia na Universidade de Aveiro, estava num apartemento de colegas da faculdade, na Rua de Marques Gomes, freguesia de Vera Cruz – Aveiro, quando, por volta das 00h15, terá caido da varanda daquele andar.
Um popular, que avistou a queda, ligou de imediato para o INEM que deu o alerta para os Bombeiros Novos de Aveiro e para a PSP.

Quando chegaram ao local, o jovem não apresentava sinais de vida e foi-lhe declarado o óbito.
As autoridades policiais estão agora a investigar os contornos do que se pensa ter sido um acidente.