MARIA DE FÁTIMA PINTO É A NOVA COORDENADORA DA LOC/MTC

Maria de Fátima Moreira Pinto, da paróquia de Delães, Arciprestado de Vila Nova de Famalicão, foi eleita, no passado dia 28 de outubro, a nova coordenadora diocesana da LOC/MTC – Liga Operária Católica/Movimento de Trabalhadores Cristãos. A eleição decorreu no Centro Pastoral da Arquidiocese, em Braga, durante a Assembleia Arquidiocesana da LOC/MTC.

Neste encontro, que contou com a presença de inúmeros militantes da Arquidiocese, foram aprovados os relatórios de actividades e contas do exercício do ano anterior e o plano de acção e orçamento para 2017/18. Maria de Fátima Moreira Pinto substitui no cargo Albertina Gomes, de Lomar, Braga, que terminou o seu mandato de quatro anos. Com ela foi reeleito, como vice-coordenador, Francisco Morgado, da paróquia de Mire de Tibães, Braga.

O plano de ação aprovado tem como principal objectivo “Humanizar e Evangelizar o Mundo do Trabalho”. O trabalho é um dom e um projeto de humanização relacionado com a construção da sociedade, sendo imprescindível para a realização humana, não apenas como fonte de remuneração, mas também de produção de pensamento, são as principais conclusões desta assembleia a LOC/MTC.

MÁRIO CESARINY ENCONTROS XI

A décima primeira edição dos Mário Cesariny – Encontros, promovidos pela Fundação Cupertino de Miranda, decorrem entre os dias 23 e 25 de novembro.

A entrada é gratuita e a programação diversificada: oficinas de expressão plástica para a comunidade escolar e famílias; sessão de cinema, “Autografia – Mário Cesariny”, de Miguel Gonçalves Mendes; declamação de poesia na rua pela Oficina Locomovente da Poesia; espetáculo de teatro, “O Meu País é um Insuflável”, escrito e encenado a partir da poesia de Mário Cesariny pela Fértil – Associação Cultural; lançamento de três publicações. O evento termina com o concerto “Afinal o que importa não é a literatura” de No Precipício Era o Verbo, inspirado na obra literária de Mário

A Fundação, detentora do legado do artista Mário Cesariny (1923-2006), realiza anualmente os Encontros com o intuito de homenagear um dos principais representantes do Surrealismo português, considerado um dos grandes nomes da cultura nacional.

FAMALICÃO DANÇA ESTE SÁBADO

Na noite deste sábado, dia 4 de novembro, tem lugar no pavilhão municipal de Famalicão, a Taça da Europa de Latinas e a final da Taça de Portugal de Danças Standard e Latinas. Pelo quarto ano consecutivo, esta é uma organização da Gindança, com apoio da Câmara Municipal de Famalicão e do IPDJ.

Na Taça da Europa de Latinas estarão 19 pares em representação da Alemanha, Áustria, Azerbaijão, Bielorrúsia, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Finlândia, França, Hungria, Itália, Letónia, Países Baixos, Polónia, Rússia, Ucrânia, Portugal.

A jurar a competição Famalicão Dança 2017 estarão 14 juízes de prova em representação de 10 países.

Relativamente à final da Taça de Portugal, a organização espera 250 pares; todos aqueles que foram apurados nas várias jornadas que decorreram ao longo deste ano, oriundos de vários pontos do país e de vários escalões etários.

Neste evento desportivo estarão os melhores pares de dançarinos de Portugal e da Europa. No caso da Taça da Europa, foram escolhidos pelas respetivas federações.

FOLHADO DE PATO COM VINAGRETA DE MARACUJÁ E RÚCULA

Entradas e Petiscos

4 Retangulos massa folhada (9cm x 5cm)

Azeite q.b.

100g Cogumelos frescos

1 Cebola

1 Dente de alho

320g Pato cozido desfiado

2 c. sobremesa farinha

1 dl Vinho branco

1 c. sobremesa pinhões

Sal marinho q.b.

Tomilho q.b.

Rúcula selvagem q.b.

 

Coloque a massa folhada no forno pré-aquecido a 210ºC durante aproximadamente15 minutos ou até que fique folhada.

Aqueça uma frigideira com um fio de azeite e salteie os cogumelos. Retire e tempere-os a gosto. Na mesma frigideira, adicione mais um pouco de azeite e a cebola e o alhos laminados. Assim que alourarem, acrescente o pato cozido desfiado e envolva bem. Polvilhe com a farinha e regue com o vinho branco.

Junte os pinhões, a rúcula e os cogumelos previamente salteados e tempere com sal, pimenta preta e tomilho.

Retire a massa folhada do forno e recheie com este preparado.

Lígia Santos

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APENAS UMA ENCENAÇÃO

DESCONFIANÇA. Os portugueses são generosos. Aquando da tragédia de Pedrógão Grande, entidades privadas e cidadãos anónimos angariaram 15 milhões de euros em donativos que o governo rapidamente em parte deles se “apropriou” para alimentar um tal Fundo específico para acorrer à calamidade. O dinheiro esse é que continua a não chegar aos familiares das vítimas. Pior, o governo desviou verbas significativas desses donativos para subsidiar os hospitais de Coimbra, algo que deveria sair do Orçamento do Estado e não dos donativos dos portugueses que objetivamente tinham outros destinatários. Nova tragédia se abateu sobre o país.

Desta feita, os portugueses foram mais contidos nas suas ofertas.

É compreensível.  Simplesmente deixaram de confiar num Estado, mas sobretudo num Governo que é totalmente incapaz de cuidar da sua generosidade gratuita.

INDECÊNCIA. O valor da ética política não vale um chavo para bloquistas. Não se cansam de o demonstrar, mas o exemplo mais gritante foi-nos oferecido com a tragédia que assolou o país. Em 2015, os incêndios ceifaram a vida de duas pessoas, os suficientes para bloquistas exigirem insistentemente a demissão, não do ministro, mas de todo o governo. Em 2017, mais de uma centena de portugueses perderam a vida nos incêndios. O que exige a Catarina Martins? Nada de especial. Apenas que seja repensada a estrutura governamental e de proteção civil. Indecente.

ENCENAÇÃO. O primeiro-ministro lá acabou a pedir desculpa às vítimas dos incêndios. Não o fez com sinceridade. Foi um pedido de desculpas forçado. Forçado pela intervenção do Presidente da República, pelo pedido de demissão, fora do tempo, da ministra da Administração Interna, pelas declarações críticas de militantes históricos socialistas, pela apresentação de uma Moção de Censura e pela insistência do PSD no Parlamento. Até esse dia chegar foi patente a sobranceria, a arrogância, a amoralidade, a insensibilidade e a frieza calculista de António Costa. O primeiro-ministro, não pediu desculpas, encenou um pedido de desculpas. “Se querem ouvir-me a pedir desculpas, eu peço desculpas”. Quem genuinamente quer apresentar um pedido de desculpas, não o faz com altivez, nem o faz nestes termos.

Jorge Paulo Oliveira

(Deputado do PSD na Assembleia da República)

PARTTEAM & OEMKIOSKS DISTINGUIDO COMO “HERÓI PME”

A Partteam & Oemkiosks, empresa famalicense envolvida no setor da tecnologia, recebeu, no passado dia 24, a distinção “Herói PME”, na 1ª edição dos Prémios “Heróis PME”.

A empresa é uma referência mundial no desenvolvimento e fabricação de quiosques multimédia, equipamentos self-service, mupis digitais, mesas interativas, entre outros e foi distinguida após ter alcançado valores de faturação na ordem dos 2,5 milhões de euros e estar presente em mais de 50 países.

A iniciativa Heróis PME tem como intuito reconhecer empreendedores que raramente são enaltecidos, sendo que os destaques principais, relativamente aos critérios seguidos pelo júri nesta edição, são os percursos feitos de coragem, visão de futuro, persistência e resiliência.

Os Prémios “Heróis PME” é uma organização da Yunit Consulting e da SIC Notícias, com o apoio da AESE, BMW, OutSystems e VICTORIA Seguros.