MOUSSE DE MARACUJÁ

1/2 Lata de leite condensado

150g Polpa de maracujá

1 Iogurte natural

1 Pacote de natas

100g Pão de ló

Folhas de cidreira fresca q.b.

 

Numa tigela, misture o leite condensado com o iogurte e a polpa de maracujá. Reserva alguma polpa para a decoração.

Bata as natas até ficarem espessas.

Adicione a mistura de leite condensado às natas envolvendo cuidadosamente.

No fundo de uma taça ou tigela, coloque o ão-de-ló em pequenos pedaços e de seguida a mousse de maracujá.

Leve a refrigerar durante pelo menos 2 horas.

Antes de servir, decore com um pouco de polpa de maracujá e a cidreira.

 

Lígia Santos

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CÂMARA LANÇA LIVRO SOBRE A HISTÓRIA DO CONCELHO

A Câmara Municipal editou recentemente, em dois volumes, a história do concelho, desde 1835 até 2015. Com o título “Portas da História”, apresenta textos de António Joaquim, Amadeu Gonçalves, Artur Sá da Costa e Daniel Faria, com coordenação de António Joaquim e José Agostinho Pereira. O design gráfico pertence a Raquel Bragança.

A obra «é mais um contributo para o conhecimento e aprofundamento da História de Vila Nova de Famalicão, muito particularmente desde a fundação do concelho, em 1835, quando as terras de Vila Nova se libertaram do domínio de Barcelos, conquistando autonomia política», refere Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal.

O primeiro volume explora o percurso coletivo de Vila Nova de Famalicão enquanto município, desde a sua fundação, ainda na Monarquia Constitucional, até à Segunda República com olhar atento sobre as primeiras décadas da municipalidade, a cruzada republicana no concelho e a afirmação da oposição democrática, entre outros temas.

Já o segundo volume desenvolve-se a partir da Revolução de 25 de Abril de 1974 e o papel das autarquias locais, nomeadamente o contributo de Vila Nova de Famalicão, prosseguindo pela Terceira República. Uma cronologia da autoria de Amadeu Gonçalves entre 1835 e 2015 dá-nos no último terço da obra «o esqueleto do tempo que forma os fundamentos de tudo o resto».

No texto final da obra, o coordenador António Joaquim Pinto da Silva faz referência a alguns equívocos que foi necessário destruir. «Famalicão terra sem história, foi, talvez, o paradigma que mais custou a destruir». A obra é para todos os famalicenses, com Artur Sá da Costa a garantir que «quem o fizer viverá a surpresa de ser obrigado a rever opiniões e juízos tomados até hoje como certos e consensuais», porque, a seu ver, «o que parece seguro, é que afinal temos um passado histórico. Temos uma identidade territorial, histórica e cultural».

A obra encontra-se disponível para consulta na Rede Municipal de Leitura Pública de Vila Nova de Famalicão e para aquisição na Livraria Municipal, sita na Casa do Território, no Parque da Devesa.

UNIVERSIDADE DO MINHO ESCOLHE A GERAÇÕES

No âmbito de um protocolo celebrado entre a Universidade do Minho e a Associação Gerações, três finalistas do mestrado em educação pré-escolar e ensino do 1º ciclo do ensino básico estão a estagiar na instituição, com o objetivo de aprofundarem os seus conhecimentos e viverem de perto o trabalho desenvolvido com as crianças.

Este é um protocolo de vantagens mútuas para as duas instituições e uma mais-valia para as finalistas da UM: permite o tratamento de novas técnicas e de novas abordagens à educação infantil, reforçando a capacitação das colaboradoras da Associação Gerações; e reforça as competências das estagiárias numa instituição que é reconhecida pela inovação e pela abertura às novas correntes pedagógicas. As grandes beneficiárias desta interação entre os recursos humanos da Associação Gerações, as alunas e a Universidade do Minho, são as crianças que frequentam a instituição.

A permanência na Associação Gerações das finalistas da Universidade do Minho vai até janeiro, durante quatro dias por semana. Para além das rotinas diárias (acolhimento, higiene pessoal, atividades exteriores, atividades de sala, prolongamentos, refeições, entre outros), as finalistas envolvem-se, também, noutras iniciativas e ações que a Gerações, com as suas educadoras, desenvolve para as crianças.

 

Pintar Vivaldi

Dos projetos em desenvolvimento nesta altura do ano, as atenções viraram-se para a higiene dentária e para as comemorações do “Dia Internacional da Música”. Numa e noutra situação as crianças deixam a sua “marca” e as suas impressões que, em muitos casos, são verdadeiras caixinhas de surpresas.

No primeiro caso, a pesquisa desenvolvida pelas crianças levou-as à descoberta dos “micróbios” e dos “bichos” que atacam os dentes se não tiverem o cuidado de os lavar e de os escovar várias vezes ao dia.

Na preparação do “Dia Internacional da Música”, as crianças, antes da “hora do sono”, foram convidadas a ouvir António Vivaldi, um “mestre” da música clássica de estilo Barroco. Esta atividade levou-as a expressar, através de desenhos e pinturas, os seus sentimentos ao escutarem Vivaldi e foi uma surpresa muito rica verificar como elas expressaram os sentimentos que a música lhes provocou.

“QUANDO SOMOS BONS PARA OS OUTROS, SOMOS AINDA MELHORES PARA NÓS”

No ano letivo anterior, a comunidade educativa de Oliveira Santa Maria abraçou o projeto da HumanitAVE- Associação de Emergência Humanitária na recolha de material escolar para as crianças da Guiné Bissau. Para além do contributo material, os alunos ofereceram um desenho com mensagens para as crianças do país que receberam as suas dádivas. Na passada terça-feira, os responsáveis da Associação Humanitária compareceram na escola para retribuir o “mimo” dos alunos guineenses.

NOVIDADES NA CASA DA MÚSICA

O novo ano letivo na Casa da Música – Banda de Famalicão arranca com novidades, com a direção a apostar na aquisição de violoncelos.

Desse modo, a classe de violoncelo, que arrancou em setembro passado, encontra-se aberta a todas as idades.

As inscrições encontram-se disponíveis a qualquer altura do ano letivo e uma aula aberta é sempre possível.

Este investimento por parte da escola deve-se à aposta na qualidade do ensino, de modo a preparar os alunos mais novos a ingressarem nos conservatórios, servindo como plataforma de pré-desenvolvimento artístico.

FAMALICÃO LÍDER NO AVE EM EMPRESAS COM BASE TECNOLÓGICA

Vila Nova de Famalicão é o concelho do Ave com “maior proporção” de empresas em sectores de alta e média-alta tecnologia no triénio 2013-2015. A informação consta do Retrato Territorial de Portugal, publicação do Instituto Nacional de Estatística (INE), recentemente divulgada.

Num capítulo designado “A competitividade e a inovação nas regiões portuguesas”, que analisa vários indicadores, Vila Nova de Famalicão surge a liderar na NUT III Ave com a maior concentração de empresas de base tecnológica, segundo a localização da sede, nesse período de três anos.

Na verdade, o tecido empresarial do concelho famalicense é cada vez mais caracterizado pela forte integração tecnológica. Aliás, uma vertente que, aliada à componente de inovação, é bem evidente em muitos produtos das empresas sediadas ou instaladas em Famalicão. Além disso, as duas universidades (Lusíada e CESPU) e os dois centros tecnológicos (CITEVE e CeNTI), sediados em Vila Nova de Famalicão, fomentam o conhecimento, a investigação, o desenvolvimento tecnológico e a inovação.

De acordo com o INE, os sectores de alta e média-alta tecnologia compreendem as empresas classificadas nas indústrias de alta tecnologia, indústrias de média-alta tecnologia e os serviços intensivos em conhecimento de alta tecnologia.

Em Portugal, no triénio 2013-2015, os sectores de alta e média alta tecnologia, correspondiam a 1,8% do total das empresas portuguesas, sendo responsáveis por 5,4% do pessoal ao serviço e por 11,4% do VAB gerado pelo tecido empresarial português.