Famalicão: Riopele já garantiu 93% do volume de vendas previsto para este ano

A menos de quatro meses de terminar o ano, a empresa Têxtil Riopele já garantiu 93% das vendas dos 98 milhões de euros planeados para 2024.

O diretor-geral da Riopele, José Teixeira, em declarações ao ECO, estima que a empresa vai “terminar em linha” com o volume de vendas de 2023, ano em que atingiu um valor recorde a rondar os 98 milhões de euros. Projeta para 2027, ano do centenário, faturar, no mínimo, os 100 milhões de euros.

«A evolução tem sido forte, com um crescimento médio pós-pandemia, de 2020 a 2023, superior a 15% ao ano. 2024 consolidará este patamar de volume de negócios da Riopele», adianta o gestor, dando conta que a empresa desistiu de recorrer ao Programa de Recapitalização do Banco de Fomento.

Para este desempenho está a contribuir o mercado norte-americano, que, com crescimentos anuais de 10% nos últimos exercícios, já vale cerca de 20 milhões de euros para a Riopele, o equivalente a mais de 20% do volume de negócios consolidado da têxtil portuguesa.

A empresa de Pousada de Saramagos exporta 95% da sua produção, sobretudo para a Europa, aposta também nos EUA e no Canadá. O gestor acredita que o mercado anteriormente conhecido como região NAFTA, que inclui igualmente o México, pode ter um peso semelhante ao europeu para a Riopele.

Famalicão: “Mais e Melhores Anos” leva seniores a Itália

Entre os dias 7 e 13 deste mês, alguns seniores do programa municipal “Mais e Melhores Anos” estiveram em Itália onde tomaram conhecimento de outras dinâmicas desportivas dirigidas à população sénior. Seis famalicenses, acompanhados por técnicos municipais ligados ao desporto, passaram por oito municípios das províncias italianas de Milão e Varese, onde conheceram novas realidades e programas.

Juntamente com os seniores italianos, participaram em várias atividades desportivas de promoção do envelhecimento ativo, que permitiram identificar diferenças e aspetos comuns entre os programas desportivos italiano e o famalicense.

«O programa Mais e Melhores Anos está à frente do seu tempo», comenta Maria Gonçalves, de 74 anos, uma das participantes neste intercâmbio. A famalicense descreve esta iniciativa como a «oportunidade de uma vida», deixando um agradecimento à Câmara Municipal pela experiência vivida «e que deve ser repetida».

Este intercâmbio, no âmbito do projeto europeu “Mais e Melhores Anos Europa” (“More and Better Years”), financiado pelo programa “Erasmus +” da Comissão Europeia, serviu para apresentar e partilhar a metodologia e experiências do projeto municipal, numa troca de boas práticas e partilha de modelos de trabalho cooperativo entre o município famalicense e as autarquias italianas. Este intercâmbio visa, ainda, gerar novas competências técnicas e pedagógicas para melhorar o trabalho desenvolvido junto da comunidade sénior e de pessoas com deficiência.

Em julho passado, a Câmara Municipal de Famalicão, em parceria com a associação italiana “Stare Bene Insieme” (“Ficar Bem, Juntos”), realizou o primeiro encontro internacional no âmbito projeto europeu, na região da Lombardia, com o objetivo promover a partilha de boas práticas, tendo como modelo o projeto “Mais e Melhores Anos”. No seguimento deste intercâmbio, nos dias 22 a 26 de setembro, uma comitiva italiana, com representantes da referida associação, visita Famalicão para conhecer a realidade local.

Recorde-se que o programa municipal “Mais e Melhores Anos”, desenvolvido pelo pelouro do Desporto, proporciona a prática de exercício físico e atividades desportivas, de forma regular, a seniores e a pessoas com deficiência, estando dividido em três eixos de atuação: desporto sénior, desporto adaptado e desporto reabilitação.

Famalicão: Team Transfradelos com três Taurus T3 Max na Baja TT Sharish Reguengos/Mourão

O Team Transfradelos vai participar na Baja TT Sharish Reguengos/Mourão com três TAURUS T3 Max, com Tiago Reis e Cândido Carrera, Daniel Silva e Gonçalo Magalhães e com Edgar Reis e Fábio Ribeiro. A prova, que marca o regresso do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno (CPTT), decorre desta quinta-feira a domingo, na região alentejana de Reguengos de Monsaraz e Mourão.

A experiência com o TAURUS T3 Max tem sido muito positiva e, desta vez, também Tiago Reis vai com este carro que garante ser «muito competitivo e de grande performance. É com o TAURUS que vamos até final do calendário nacional do CPTT», garante.

Daniel Silva regressa ao CPTT também aos comandos do TAURUS, depois de ter estado na Baja Aragon com o carro que agora leva a Reguengos/Mourão. Os objetivos «passam por fazer sempre melhor que a prova anterior, sabendo que a classe T3 está cada vez mais competitiva».

Edgar Reis volta também à competição, com Fábio Ribeiro como navegador, «à procura de ganhar ritmo e dar o nosso melhor com o carro».

A Baja TT Sharish Regengos/Mourão pontua para o CPTT e também para o Campeonato da Europa FIA de Bajas. A corrida disputa-se nos concelhos de Reguengos de Monsaraz, Mourão e Redondo, num total de 355 km cronometrados, disputados em três etapas: um Prólogo de cerca de 30 km, no dia de sexta-feira (20 setembro) e dois Setores Seletivos de 161km a disputar nos dias de sábado e domingo.

Famalicão: Mais uma vítima mortal no acidente da VIM

O ferido grave do acidente ocorrido esta madrugada na VIM acabou por falecer. São agora duas vítimas mortais. Um casal na casa dos 70 anos, de Oliveira S. Mateus.

O acidente aconteceu por volta da meia-noite, na VIM, na Vila de Serzedelo. Ao que conseguimos apurar, tratou-se de uma colisão entre dois veículos ligeiros.

Além das duas vítimas mortais, há um ferido ligeiro que seguia na outra viatura.

Os Bombeiros Voluntários de Riba de Ave prestaram socorro às vítimas com 13 operacionais e cinco viaturas.
A Brigada de Trânsito também foi chamada e está a investigar as causas do acidente.

Que imposto vão pagar aqueles que acertam no jackpot em Portugal e se tornam milionários?

Ganhar um prémio avultado no jogo é o sonho de qualquer jogador e/ou apostador. Se for um jackpot milionário então é “a cereja no topo do bolo”. É óbvio que os felizes contemplados, com prémios milionários, encaram os pagamentos ao Estado como um mal menor. Ainda assim, importa conhecer quais os impostos pagos pelos portugueses, quando ganham jackpots, em especial o imposto sobre premio euromilhões, cujos valores são, simplesmente, astronómicos.

Mas para as pessoas que jogam a dinheiro os impostos não são um problema, porque se pode ganhar todos os dias e não se pensa em pequenas despesas. Para variar, passe por cá e leia sobre blackjack online, talvez este jogo online seja o seu favorito para angariar novas grandes somas. Aprenda os detalhes do jogo, leia como jogá-lo e veja os locais sugeridos onde pode tentar a sua sorte agora. Não é de admirar que muitos ganhem grandes somas graças a estas análises.

De acordo com o último relatório sobre a atividade de jogo online, apresentado pelo Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ), relativo ao 2º semestre de 2024:

  • A atividade de jogos e apostas online gerou 261,8 milhões de euros em Receita Bruta
  • O valor do Imposto Especial de Jogo Online (IEJO) cobrado foi de 76,7 milhões de euros. Mais 29,5% em comparação com o trimestre homólogo

Note-se que as taxas de IEJO para as entidades exploradoras em Portugal são as seguintes:

  • A taxa do IEJO para apostas desportivas corresponde a 8%.
  • A taxa do IEJO nos jogos de fortuna ou azar é de 25%, com repartição entre Turismo de Portugal, I.P.; Estado; Fundo de Fomento Cultural e Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD).

O elevado valor da tributação já foi apontado por Panos Konstantopoulos, vice-presidente da Stoiximan (marca operada pela Kaizen Gaming). Numa entrevista pode ler-se: «Há uma tributação alta sobre os operadores de gaming em Portugal? Claro que há. Geralmente os mercados europeus aplicam o imposto com base nas receitas líquidas.

E Portugal é uma exceção, juntamente com a Polónia, em que os impostos são aplicados sobre as vendas brutas Isso torna o mercado menos atraente? Sim, talvez. Mas se você quiser ser uma empresa que opera em ambientes licenciados, isso é algo que é um pré-requisito».

Quando declarar um prémio de jogo?

Como referido, os felizes vencedores de prémios online não precisam declarar qualquer valor ou pagar imposto sobre os montantes recebidos.

Já em relação aos prémios de jogos territoriais, como a raspadinha, o euromilhões, o eurodreams, entre outros jogos de azar e jogos sociais (Santa Casa da Misericórdia), o vencedor está sujeito a um imposto de Selo 20% para prémios com valor igual ou superior a 5 mil euros. Este é o único valor a pagar ao Estado, não sendo, depois necessário declarar o prémio em sede de IRS, já que este é entregue livre de imposto, após a dedução.

Portanto, a declaração deve ser feita para prémios a partir dos 5 mil euros. O que significa, por exemplo, que, ao jogar o euromilhões, se o jogador foi premiado com um milhão de euros vai receber 800 mil, sendo o restante entregue ao Estado, como imposto sobre euromilhões.

Como se processa a entrega do prémio?

Para vencedores com um prémio superior a um milhão de euros, os Jogos da Santa Casa criaram o Grupo de Apoio ao Alto Premiado (GAAP), que tem como objetivo orientar os clientes até à entrega do prémio.

O serviço oferece um atendimento personalizado e acompanha o jogador em cada fase do processo, incluindo nas informações e instrução sobre imposto de selo sobre euromilhões, por exemplo. O intuito é disponibilizar um canal aberto que possa dar apoio ao mais recente milionário.

A dedução do imposto

O imposto sobre premios euromilhões, ou outro qualquer jogo social, é automaticamente deduzido, sendo o valor entregue ao vencedor, com a respectiva dedução aplicada. Isto ara prémios a partir de 5.000€, com um imposto de selo de 20%.

 

O GAAP orienta o jogador, com instruções precisas sobre o pagamento do imposto sobre o euromilhões, para que este receba já o valor que lhe cabe, livre de outros impostos ou tributações.

Ganham todos?

Como refere um artigo da Sic Notícias, a propósito do euromilionário que acertou, em junho de 2024, no jackpot de 213,9 milhões de euros, «O vencedor tornou-se no beneficiário do maior prémio de sempre entregue no nosso país. Vencedor foi também o Estado, que arrecadou 42,8 milhões de euros em imposto.». Com estes valores em cima da mesa, é caso para dizer que “todos ficam a ganhar”.