Grupo “Peregrinos de Famalicão” caminhou esta madrugada até ao Santuário de Santa Rita

O Grupo “Peregrinos de Famalicão”, conhecido pela grande peregrinação anual que organiza a Fátima, caminhou, durante a última madrugada / manhã, até ao Santuário de Santa Rita, em Ermesinde.

A saída de Vila Nova de Famalicão deu-se, como já tem sido hábito, no quartel dos Bombeiros Voluntários Famalicenses, cerca da meia noite. O grupo fez pelo menos duas pausas para o reabastecimento antes de concluírem o percurso desta peregrinação, a rondar os 30 quilómetros.

Entre elementos de apoio à logística, organização e peregrinos estão envolvidas várias dezenas de pessoas.

Famalicão: Cláudia Martins & Minhotos Marotos atuam hoje na Feira de Artesanato

Famalicenses e visitantes de vários pontos do país são esperados este domingo, no terceiro dia da Feira de Artesanato e Gastronomia de Famalicão que decorre na Praça Mouzinho de Albuquerque, com entrada gratuita.

A zona de restauração abre às 12h00 e os stands de artesanato e produtos regionais podem ser visitados entre as 15h00 e as 24h00.

A Tarde de Folclore tem início às 15h00, com as atuações do Rancho Folclórico S. Pedro do Bairro, Rancho Regional de Fradelos e do Grupo Etnográfico Rusga de Joane.

Cláudia Martins & Minhotos Marotos sobem ao palco às 21h30.

Lembra-se? Tempestade que destruiu Feira de Artesanato em Famalicão foi há 25 anos

Há 25 anos, precisamente no dia 1 de setembro de 1999, uma tromba de água e granizo, com ventos ciclónicos, provocou a destruição na cidade e freguesias circundantes e causou 12 feridos. Começou por volta das 17 horas, depois de uma tarde de intenso calor, e em cerca de vinte minutos inundou a zona baixa da cidade, destruiu stands na Feira de Artesanato que se preparava para abrir e levou as tendas e artigos que estavam a ser vendidos na feira semanal, causando o pânico entre a população.

Muitas pessoas que se encontravam na rua foram apanhadas desprevenidas e tiveram que procurar refúgio em lojas comerciais e outros espaços. Doze deram entrada no hospital, com ferimentos ligeiros e também com ataques de ansiedade.

O perigo estava à solta e além de inundações houve queda de árvores de grande porte, por exemplo no Parque 1.º de Maio e em frente à Fundação Cupertino de Miranda, que causaram danos em automóveis. A circulação de comboios na Linha do Minho também esteve interrompida durante duas horas devido à queda de árvores e ao teto da estação que sofreu danos.

Os bombeiros e a proteção civil não tiveram mãos a pedir nos pedidos de socorro. O centro da cidade e algumas freguesias próximas foram as mais afetadas. Ficou o registo como uma das maiores tempestades que já se abateu sobre Famalicão.