No ano que está prestes a terminar, a Riopele apostou, de forma muito vincada, na formação que, pela primeira vez, ultrapassou as 50 mil horas, duplicando praticamente este revelante indicador.
A têxtil de Pousada de Saramagos, após identificar as áreas críticas, desenvolveu um plano de formação específico na gestão, inovação produtiva, sistemas de informação, desenvolvimento comportamental e organizacional, línguas e sustentabilidade.
Em declarações reproduzidas pelo Jornal T, a diretora dos recursos humanos refere que a empresa tem consolidado «uma forte aposta na formação e desenvolvimento», com um plano de formação que ultrapassou as 70 mil horas nos dois últimos anos e que, segundo diz Cláudia Queirós, «resultou num forte investimento no desenvolvimento de competências».
Quanto ao quadro de pessoal, encontra-se estabilizado nos 1189 trabalhadores. No entanto, a Riopele tem sido capaz de atrair uma nova geração de talento, apresentando uma idade média por trabalhadores de 41 anos, uma das mais baixas de todas a Indústria Têxtil e Vestuário nacional. O destaque são os 22% de trabalhadores com menos de 30 anos e o número de licenciados que subiu a mais de 12% do total dos colaboradores.
Estes e outros números, levam a responsável dos recursos humanos a considerar que 2023 «foi um ano muito positivo, na medida em que foram rececionadas mais 60% de candidaturas comparativamente com o período homólogo, o que é revelador da atratividade da empresa» que pretende continuar líder na indústria têxtil do futuro, inovadora e sustentável.








