Família pede ajuda: Leonor tem 10 anos e luta contra um cancro raro

A Leonor é uma jovem de 10 anos que tem um grande desafio pela frente. Recentemente foi-lhe descoberto um cancro raro e de difícil tratamento.

Amigos do pai, que é bombeiro numa corporação da capital, decidiram expor o caso nas rede sociais e apelar à angariação de fundos, uma vez que estão esgotadas todas as poupanças da família e todas as possibilidades de tratamento em Portugal. Sendo que há uma “luz ao fundo do túnel” em Espanha.

“Se a força de quem dá a vida pelos outros nunca se esgota, hoje torna-se ainda mais humano ajudar quem nunca hesitou em prestar auxílio. Pedimos qualquer donativo, a quem o possa fazer, para ajudar o Bruno e a sua família a não baixar os braços”, escreveram os colegas na rede social instagram.

Os donativos podem ser feitos através do Iban PT50 0018 0000 2468 8496 0019 4. A conta é do Banco Santander e em nome de Bruno Santos.

Pode saber mais aqui: www.instagram.com/ajudarleonor/

 

Portugal: Cerca de 400 pessoas manifestam-se na capital contra certificado digital

“A liberdade é certificada?”, “A liberdade é digital?”, “Para ter saúde é preciso perder a liberdade?” e “És livre até à próxima dose?” foram algumas das questões levantadas pelos participantes, através dos cartazes erguidos durante a iniciativa “Movimenta: É Hora de Agir – #ALiberdadeNãoÉCertificada”, que teve como ponto de encontro o Jardim Amália Rodrigues, junto ao Parque Eduardo VII, onde se juntaram para descer a Avenida da Liberdade até ao Terreiro do Paço, sob escolta da polícia.

A ação de protesto juntou pessoas de diferentes idades, todas sem máscara, algumas acompanhadas com a bandeira nacional, outras com ‘t-shirts’ a dizer “pela verdade” ou “covid é fraude”, inclusive algumas crianças a segurar cartazes onde se podia ler: “O meu futuro vale mais do que o teu medo”.

“Quero ver sempre o teu sorriso” foi a mensagem que Maria Crespo, de 61 anos, trouxe para o protesto e que é a pensar na neta de 9 anos, por considerar que as crianças e os idosos “não estão protegidos de regras que não conseguem de forma nenhuma ultrapassar”, referindo-se às medidas de controlo da pandemia de covid-19, desde o uso de máscara à vacinação.

“O que está a acontecer vai para além do que é razoável, ou seja, neste momento estarmos ainda a pensar em certificados digitais, a pensar em restrições, que no fundo não estão a resolver aquilo que está a acontecer do ponto de vista que se considera o contágio, portanto em relação a toda a situação do vírus, não me parece que seja razoável”, defendeu esta manifestante, que veio da Figueira da Foz até Lisboa de propósito para estar no protesto.

Em declarações à agência Lusa, Maria Crespo disse ser contra a vacinação das crianças, sem querer falar na vacinação dos adultos, mas realçou a necessidade de respeitar a decisão de cada cidadão: “este é um direito pelo qual temos de lutar, é o direito a decidirmos sobre estas coisas, e sermos responsáveis na relação com os outros”.

“A partir do momento em que as decisões individuais possam estar a ser comprometidas pelo facto de hoje haver restrições que me impedem – por uma decisão que eu tenha – de circular, de desenvolver determinadas atividades, obviamente que a liberdade está comprometida”, expôs a mesma participante.

Criticando o papel da comunicação social, José Duarte, de 67 anos, afirmou que a participação neste protesto “não tem a ver com vacinas, o ser antivacinas ou ser contra vacinas, é uma questão de liberdade”.

“Eu vivi no tempo do Salazar [regime ditatorial do Estado Novo em Portugal] e sei o que é não ser livre e o que é ser livre”, frisou este participante no protesto, discordando da exigência de certificado digital para poder entrar em determinados espaços.

“Eu só quero é que não me chateiem, que me deixem ser livre. Eu para ir a um restaurante agora, para ir comer um bacalhau assado, tenho de ter uma coisa de um cartão. Por mais que me tentem convencer, não estou a ver que haja razão para isso, nem em termos de saúde pública”, referiu José Duarte, acrescentando que ainda não decidiu se vai ser vacinado contra a covid-19, porque está à espera de mais informação sobre a segurança da vacina.

Entre os cerca de 400 participantes esteve Bruno Fialho, presidente do partido Alternativa Democrática Nacional (ADN), antigo PDR.

Da organização da ação “Movimenta: É Hora de Agir – #ALiberdadeNãoÉCertificada”, Rute Dinay explicou que a ideia da mobilização é “exigir respostas ao Governo”, no sentido de esclarecer as medidas de restrições sucessivas, “sem qualquer lógica às vezes” e que “aparentemente não fazem muito sentido”.

Promovida através das redes sociais por um grupo de cidadãos que consideram que está em causa o conceito de liberdade face às medidas de combate à pandemia implementadas pelo Governo, a iniciativa decorre em simultâneo em cinco cidades, nomeadamente Lisboa, Porto, Quarteira, Ponta Delgada e Funchal.

De acordo com as medidas do Governo, a partir de segunda-feira, 10 de janeiro, o certificado digital passa a ser obrigatório para acesso a restaurantes; estabelecimentos turísticos e alojamento local; espetáculos culturais; eventos com lugares marcados; e ginásios.

O certificado digital inclui ou teste de antigénio ou PCR negativo realizados nas 48 ou 72 horas anteriores, respetivamente, ou o esquema de vacinação completo.

Lá fora: Citigroup vai despedir funcionários não vacinados à Covid-19

De acordo com um documento interno divulgado, a instituição bancária estabeleceu 14 de janeiro como data-limite para se vacinarem ou apresentarem uma isenção por motivos religiosos, médicos ou legais, noticia a agência EFE.

Quem não estiver vacinado e falhar na apresentação de uma justificação ficará suspenso, sem remuneração, a partir de 15 de janeiro e será oficialmente despedido no final do mês, pode ler-se num documento que foi distribuído aos trabalhadores.

Uma fonte do banco, citada pelo The New York Times, referiu que mais de 90% dos cerca de 65 mil colaboradores do Citigroup nos Estados Unidos já estão vacinados.

O Citigroup, terceira maior entidade bancária dos EUA, é a primeira grande instituição financeira a demonstrar a intenção de despedir quem não estiver vacinado.

Em outubro, o banco já tinha revelado que ia exigir a vacinação a todos os funcionários, com base na portaria da administração liderada por Joe Biden que exige a imunização aos funcionários contratados pelo governo.

No entanto, o Citigroup não tinha divulgado na altura que ia optar pelo despedimento dos não vacinados.

Junta de Ruivães e Novais já atribuiu os 450€ em compras da campanha de natal

A Junta de Freguesia de Ruivães e Novais encerrou, este sábado, a campanha de natal 2021, com a atribuição de três vales de compras no comércio local, avaliados num total de 450 euros.

Os vencedores foram:

  • José Oliveira – Castelões (75€ em compras)
  • Ângela Magalhães – Ruivães e Novais (125€ em compras)
  • Marília Magalhães – Ruivães e Novais (250€ em compras)

Os felizardos devem reclamar o prémio na junta e fazer as compras nos estabelecimentos aderentes.