Futebol feminino: Vitória Almeida é quem mais marca na Liga BPI

A avançada do FC Famalicão é a líder destacada das melhores marcadoras da Liga BPI, com 22 golos apontados desde o início da temporada, em setembro passado.

Vítória Almeida está também na frente das melhores marcadoras da fase de apuramento de campeão, com 9 golos, sendo que a sua companheira Mylene Freitas, é a terceira, com sete remates certeiros.

Recorde-se que Vitória Almeida, de 21 anos, renovou contrato com o clube, em fevereiro passado, até 2023. Deste modo, o clube marcou uma posição perante a vontade de outros emblemas, com mais recursos, em levar a jogadora para outras paragens.

Na fase de apuramento de campeão nacional, a equipa treinada por João Marques é terceira da classificação, com 19 pontos, a três do líder Sporting que tem menos uma partida disputada.

A prova está, atualmente parada, e o Famalicão só volta a competir com a realização da décima jornada, marcada para 28 de abril, com a receção ao Condeixa.

Famalicão: Cristina Ferreira a caminho da Santa Catarina, compra terreno para casa de luxo

A apresentadora de televisão Cristina Ferreira prepara-se para construir uma vivenda de luxo em Vila Nova de Famalicão.

O terreno já foi adquirido e situa-se no Monte de Santa Catarina, numa zona de encosta com vista para a cidade. A aquisição da parcela, com quase 2 hectares, não é pacifica, dada a proximidade com o espaço arqueológico de Santa Catarina.

No local já decorrem os trabalhos de preparação para o arranque da obra, com o abate da árvores que se encontram na área adquirida pela apresentadora que, no entanto, garante que procurará preservar o maior número possível de espécies.

O projeto em causa envolve, pelo menos, 1M de euros, podendo estar concluído dentro de um ano.

1 de Abril: Cristina Ferreira na Santa Catarina… afinal tudo não passou de uma brincadeira

Entrega da declaração de IRS começa esta quinta-feira

Arranca esta quinta-feira, dia 1 de abril, a entrega da declaração anual do IRS relativa aos rendimentos auferidos em 2020, e prolonga-se até 30 de junho. Quase dois terços dos contribuintes podem, se assim o quiserem, beneficiar do IRS automático.

Tal como sucede desde 2018, a entrega da declaração do IRS tem de ser feita exclusivamente por via eletrónica, o que implica que os contribuintes estejam na posse de uma senha válida de acesso ao Portal das Finanças.

Este ano, destaca-se o facto de o IRS Automático ter sido alargado aos trabalhadores independentes, prevendo-se que se estenda a 250.000 novos sujeitos passivos.

Qualquer dúvida, no Portal das Finanças; no Centro de Atendimento Telefónico; vídeos tutoriais no youtube sobre o preenchimento disponíveis a partir do dia 5 de abril; ajuda presencial nos serviços das finanças, Juntas e Espaços Cidadão.

A expectativa é que o reembolso chegue mais cedo, ou seja, ainda antes do dia 21 de abril.

Famalicão: Presidente da Câmara apela aos famalicenses para doarem 0,5% do IRS a uma instituição

Nas redes sociais, Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal, lembra aos famalicenses que ao preencherem declaração de IRS não devem colocar de parte a possibilidade de doar a uma organização social sem fins lucrativos 0,5% do IRS liquidado. O autarca assinala que «este gesto não tem qualquer custo acrescido e não interfere com o acerto que é feito, ou seja, não vamos receber menos ou pagar mais por acionar o IRS Solidário».
«Um gesto simples, mas muito importante!», diz Paulo Cunha
E para que possa ser solidário deixa a lista das entidades famalicenses homologadas este ano pelo Estado.

Parlamento renova até meio de junho obrigação de usar máscaras na rua

O parlamento aprovou hoje o projeto-lei do PSD que renova por mais 70 dias a obrigatoriedade de usar máscaras em espaços públicos, medida que vigora em Portugal desde 28 de outubro e que terminaria em 05 de abril.

O projeto-lei do PSD foi aprovado na generalidade, especialidade e votação final global, com votos contra do Chega e Iniciativa Liberal, abstenções de BE, PCP, Verdes e deputada não inscrita Joacine Katar Moreira, tendo contado com votos favoráveis de PS, PSD, CDS-PP, PAN e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues.

A medida vigorou inicialmente até janeiro, altura em que foi prolongada por mais três meses.

No diploma, o PSD propõe uma renovação por 70 dias: se o prazo começar a contar a partir da próxima segunda-feira, dia 05 de abril, essa obrigação vai estender-se até 13 de junho.

“A manutenção da situação de calamidade pública devido à pandemia existente, que tem determinado as sucessivas renovações da declaração de estado de emergência, desaconselha em absoluto o relaxamento das medidas adotadas com vista à prevenção e mitigação da transmissão do vírus SARS-Cov-2 e da doença da covid-19, particularmente das mais básicas como a obrigatoriedade do uso de máscara em espaços públicos”, justificam os sociais-democratas, na exposição de motivos.

O projeto-lei hoje aprovado prolonga, sem alterações, a vigência da atual lei, que impõe o uso obrigatório de máscara em espaços públicos e prevê coimas entre os 100 e os 500 euros para os incumpridores.

O diploma determina que é obrigatório o uso de máscara (que não pode ser substituída por viseira) aos maiores de dez anos para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas “sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável”.

Pode haver dispensa desta obrigatoriedade “em relação a pessoas que integrem o mesmo agregado familiar, quando não se encontrem na proximidade de terceiros” ou mediante a apresentação de um atestado médico de incapacidade multiusos ou declaração médica que ateste que a condição clínica ou deficiência cognitiva não permitem o uso de máscaras.

Também não é obrigatório o uso de máscara quando tal “seja incompatível com a natureza das atividades que as pessoas se encontrem a realizar”.

A fiscalização “compete às forças de segurança e às polícias municipais” e o incumprimento do uso de máscara constitui contraordenação, sancionada com coima entre os 100 e os 500 euros.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.805.004 mortos no mundo, resultantes de mais de 128,1 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.848 pessoas dos 821.722 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Famalicão está em crescimento disciplinado de edifícios multifamiliares

Na avaliação do arquiteto Hugo Correia, o concelho de Vila Nova de Famalicão está servido de arquitetos «com qualidade» que executam projetos «que trazem mais-valia à cidade». Isto tanto no que diz respeito a obras de carácter privado como às chamadas obras públicas, da responsabilidade da autarquia por via dos seus gabinetes técnicos e de planeamento.

Os desafios colocados aos arquitetos são constantes e cada vez mais exigentes, o que obriga à data de hoje, à utilização de tecnologia avançada para a execução dos trabalhos e mais meios para a sua promoção junto dos potenciais clientes. Exemplo disso, são as imagens e vídeos em 3D associados ao design gráfico.

Há também alterações de comportamento de parte a parte. A presença em obra é uma constante já que os arquitetos são chamados a acompanhar todo o processo de crescimento de uma obra o que obriga a uma série de ajustes e adaptações a fazer, com envolvimento de muitas áreas profissionais. Um exemplo é a utilização da tecnologia BIM, permite agilizar e organizar todas as partes da obra criando rigor.

Hugo Correia assume que a utilização do software nas grandes obras já começa a ser uma constante e acredita que, no futuro, se vai expandir para as pequenas obras. Reconhece que nem todas as empresas de construção civil conseguem acompanhar esta evolução tecnológica mas a exigência de sintonia entre profissionais é uma obrigação.

Hugo Correia é autor de alguns edifícios emblemáticos em Famalicão, de que é exemplo a nova Igreja de Antas. Em termos de edifícios multifamiliares, é autor dos projetos de arquitetura do Sevenarts (ao lado do Auchan). Edifícios de qualidade, inspirados nas sete artes, que trazem um novo conceito de vivência na cidade. «É um exemplo que retrata a evolução da construção multifamiliar em Famalicão. Desde logo, porque são sete edifícios, depois pela integração no meio envolvente», realça, «onde se enquadrará o Hotel Meliã».

Relembra que a posição geográfica da cidade tem um peso substancial na procura, bem como a indústria que se encontra em constante desenvolvimento. «Todos estes argumentos induzem a uma aceleração do setor da construção habitacional em Famalicão que se expande em todos os sentidos do seu perímetro». O arquiteto refere como exemplos o Edifício Visconde e o 392 mais periféricos de sua autoria, mas sublinha que o centro da cidade também não está esquecido.

Acrescenta que a modernidade de conceito pode ser mesclada com o centro histórico tal como induz o Edifício The Flag desenhado por si a escaços metros da Câmara Municipal.