Famalicão: Jovem de 20 anos ferido depois de colisão entre carro e mota na Av 9 de Julho

Um jovem de 20 anos necessitou de ser hospitalizado, depois de se ver envolvido numa colisão entre um carro e uma mota, na Avenida 9 de Julho, em Famalicão, cerca das 17h45 desta sexta-feira.

A vítima seguia na mota quando se deu o acidente. Acabou por ser transportada para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave com ferimentos considerados ligeiros.

O acidente provocou algum congestionamento naquela que é uma das artérias principais de acesso à cidade.

A PSP tomou conta da ocorrência, o socorro foi prestado pelos B.V.Famalicenses.

Autárquicas 2021: Líder do PSD propõe adiamento por 60 dias

O presidente do PSD propôs esta sexta-feira, em conferência de imprensa, o adiamento das eleições autárquicas por 60 dias. Rui Rio garante que a proposta vai dar entrada no Parlamento ainda esta sexta-feira.

De acordo com a lei eleitoral para as autarquias locais, as eleições autárquicas são marcadas “por decreto do Governo com, pelo menos, 80 dias de antecedência” e realizam-se “entre os dias 22 de setembro e 14 de outubro do ano correspondente ao termo do mandato”. Com a proposta do PSD, as eleições seriam marcadas entre 22 de novembro e 14 de dezembro deste ano.

O Governo quer atingir a imunidade de grupo no fim do verão, quando tiver 70% da população vacinada contra a covid-19, mas Rui Rio teme que a imunidade de grupo não seja atingida nessa altura e, por isso, sugere o adiamento por 60 dias.

«Se a 31 de agosto não tivermos os 70% este adiamento até pode ser curto. Estou muito cético que se consiga 7 milhões de pessoas vacinadas em 31 de agosto com as duas doses». Mesmo admitindo que esse objetivo seja alcançado, «se o Governo marcar as eleições para 20 e tal de setembro, significa que se poderá fazer campanha eleitoral durante cerca de 20 dias. Parece-me manifestamente curto que se tenha apenas 20 dias para se fazer uma campanha eleitoral», assumiu Rui Rio

Famalicão: Centro Social e Paroquial de S. Cosme celebra 20.º aniversário

O Centro Social e Paroquial de Vale S. Cosme celebrou, no passado dia 7 de fevereiro, 20 anos «de muita e generosa entrega, dedicação e de um desinteressado serviço, mas sempre em defesa da vida e de um futuro melhor», assinala a instituição presidida pelo padre José Faria.

Em tempo de comemoração, o Centro Social lavra um agradecimento aos pais, aos benfeitores, amigos e colaboradores, assumindo que os efeitos sociais e económicos da pandemia têm alterado o normal funcionamento da instituição, ultrapassado pelo «árduo trabalho e esforço colossal que marcaram a vossa ação nos últimos meses, sempre com vista a garantir a segurança, a proteção e o bom serviço a todos aqueles (crianças e idosos) que estão ao nosso cuidado e, de modo particular, daqueles que se viram privados de poder sair do seu domicílio mas, a quem nunca nada faltou».

O que o futuro possa reservar, fica a certeza que «estaremos mais fortes, mais unidos e responderemos ainda melhor, pois a turbulência é sempre rastilho para a revitalização e a reinvenção de objetivos, de estratégias e de medidas de ação», promete a direção.

Os utentes, «exemplo de serenidade, de solidariedade uns para com os outros e pelo estímulo que, mesmo estando a passar um momento menos positivo da sua vida, conseguem sempre deixar uma palavra de incentivo», ajudaram a instituição «a perceber que com amizade, coragem, força e confiança em Deus, tudo se resolve», reconhece José Faria, que deseja que «2021 seja, um virar de página, um consolidar de afetos, de sentimentos de pertença, de valores e de aposta em novos projetos».

 

OFICINA vence concurso Escola do Futuro da Microsoft

Inês Costa, Bruna Monteiro, Inês Silva e Margarida Loureiro, do curso Técnico de Comunicação/Marketing, Relações Públicas e Publicidade, venceram o concurso Escola do Futuro da Microsoft, com projeto inovador e tecnológico que apresentaram para uma escola do futuro.

O projeto destas alunas da OFICINA – Escola Profissional do INA destacou-se pela sua dimensão digital, inclusiva e sustentável, com ideias para trabalhar numa escola futura.

As alunas propuseram a adoção de mesas digitais, tablets e smartwatches para ajudar a organizar os horários, as aulas e os processos de aprendizagem. Nas salas de aula, as portas terão sistemas que registam as presenças e os quadros digitais poderão gravar o que é dito pelos professores. A escola do futuro proposta por estas jovens seria, também, dotada de painéis solares, autocarros elétricos, aulas de defesa e de nutrição.

O concurso que assinala os 30 anos da Microsoft em Portugal, pretendeu desafiar os jovens de todo o país a apresentar ideias que possam promover experiências de aprendizagem criativas e colaborativas no contexto escolar.

 

Famalicão: Tribunal dá razão, ainda que parcial, aos pais de alunos que não frequentam aulas de Cidadania

O Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga decidiu, a 21 de janeiro, manter nos anos letivos respetivos os dois alunos de Famalicão que não frequentaram as aulas de Cidadania e Desenvolvimento. Fica, assim, suspensa a decisão de reprovar os dois alunos por faltas. O acórdão diz que os alunos «não podem ser prejudicados na respetiva avaliação e progressão escolar», relata o Diário de Notícias.

Recorde-se que os pais alegaram objeção de consciência e não colocaram os filhos a frequentar as aulas de Cidadania, uma disciplina obrigatória que aborda temas como o ambiente, sexualidade, desenvolvimento social, etc. Os pais consideram que essa matéria é da exclusiva responsabilidade da família e não da escola.

Como há dois anos que os adolescentes (de 12 e 15 anos) não frequentam as aulas foram chumbados por faltas. Mas devido a uma providência cautelar, interposta pelos pais, transitaram de ano letivo, uma vez que têm bom aproveitamento às outras disciplinas.

Contudo, esta decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga não é definitiva. O Tribunal não decidiu a favor dos pais quanto à providência cautelar antecipatória, imposta para suspender futuras decisões. Isto vai obrigar os pais, caso haja novas decisões da tutela, a ter que voltar a pedir providência cautelar. O advogado da família explica que o percurso académico dos alunos pode voltar a ser posto em causa.

Até porque o Ministério da Educação já recorreu da decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, recurso que está a ser analisado; a família também recorreu da decisão quanto à providência cautelar antecipatória, que está em análise.

Tudo isto são análises às providências cautelares, uma vez que a ação principal, relacionada com a objeção de consciência, decorre ainda e a decisão pode demorar anos.