Este fim de semana, nas cidades de Guimarães e de Vila Nova de Famalicão, a PSP deteve três pessoas, com 38, 45 e 33 anos de idade, que conduziam sem carta de condução.
Os detidos serão notificados para comparecerem junto dos respetivos Tribunais.
Este fim de semana, nas cidades de Guimarães e de Vila Nova de Famalicão, a PSP deteve três pessoas, com 38, 45 e 33 anos de idade, que conduziam sem carta de condução.
Os detidos serão notificados para comparecerem junto dos respetivos Tribunais.
O último relatório da Direção-Geral da Saúde dá conta de 196 óbitos por covid-19 e mais 2505 novos casos de infeção, nas últimas 24 horas.
O boletim regista, ainda, 6755 recuperados
O ensino à distância foi retomado esta segunda-feira e, para ajudar os encarregados de educação, a Junta de Freguesia de Oliveira Santa Maria tem um serviço de impressão de fichas de trabalho dos educandos.
Assim, os interessados devem enviar as fichas para junta.osm@net.vodafone.pt
Depois, as fichas devem ser levantadas na secretaria da Junta de Freguesia, mediante agendamento, pelo telefone 252 932 889 ou por email.
Nas aulas online, que arrancaram esta segunda-feira, os alunos são obrigados a ter a câmara ligada.
A informação foi confirmada ao ‘Expresso’ pelo Ministério da Educação, que explica que, «de acordo com a RCM [Resolução do Conselho de Ministros] e com pareceres da CNPD [Comissão Nacional de Proteção de Dados], os professores podem exigir que as câmaras estejam ligadas, dado estar-se em contexto de sala de aula, não havendo divulgação de imagens».
Contudo, só os pais podem dar o consentimento necessário para que os alunos tenham os dispositivos ligados.
Apesar desta regra, importa referir que nem todos os alunos têm acesso aos meios digitais para o exercício do ensino online, sobretudo câmaras. Por esse motivo, algumas escolas estão a enviar pedidos por escrito aos pais, para que confirmem se os filhos conseguem aceder a esta funcionalidade, «evitando falsas desculpas e precavendo as verdadeiras».
Sobre esta matéria, o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, Manuel António Pereira, indica que «se os alunos recusarem [ter o rosto visível], os professores podem marcar falta. Mas a abordagem não é essa», explica citado pelo ‘Expresso’.
Sublinhando que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) “vive um dos seus períodos mais exigentes de sempre”, situação na qual “todos são precisos e ninguém é dispensável”, os médicos dizem-se dispostos a ajudar, que já se ofereceram, mas que forem levantadas barreiras administrativas e ao trabalho voluntário.
Na carta, enviada também ao primeiro-ministro e ao Presidente da República e cujo primeiro signatário é o médico Gentil Martins, dizem que milhares responderam ao desafio lançado pelo bastonário da Ordem dos Médicos, que “a lista foi enviada ao Ministério da Saúde” e que “nada aconteceu ou foi colocado um conjunto de barreiras administrativas inexplicáveis, entre as quais a recusa de trabalho voluntário”.
“Somos um conjunto de médicos, alguns reformados, mas ativos. Queremos ajudar e declaramo-nos presentes”, afirmam, sublinhando que os médicos “têm estado nas primeiras linhas do combate à covid-19”, assegurando não só a frente de batalha, mas também “garantindo o apoio a todos os doentes não covid”.
“Mas somos poucos para tanto que está a atingir a nossa saúde e o nosso SNS”, lamentam os clínicos, dizendo que mantêm a “vontade de participar ativamente no combate à pandemia”, “na educação para a saúde das populações”, “nos inquéritos epidemiológicos”, “no trace covid”, “no apoio à vacinação” e “nos hospitais de campanha”.
Na carta, os médicos consideram incompreensível não terem sido chamados a participar “quando os hospitais e centros de saúde começam a claudicar por cansaço” e a “saúde pública todos os dias alerta para a falta de recursos”.
“Estamos aqui e queremos ajudar neste combate. Lutando com toda a nossa energia e materializando tudo aquilo que afirmámos no nosso Juramento de Hipócrates”, afirmam, pedindo aos governantes que assumam que é necessário o esforço de todos e que “o ‘exército’ pode ser reforçado”.
“Os portugueses não entenderão que se continue a não aceitar a nossa presença e que a nossa participação seja dificultada por burocracias inexplicáveis”, consideram, pedindo que a sua ajuda seja considerada como voluntária.
E concluem: “É com esse estatuto que nós desejamos organizar e participar nesta luta. Aguardamos saber onde somos precisos e onde nos devemos apresentar”.
Realizado pela BestEvents, empresa responsável pela organização de feiras nacionais e internacionais dedicadas ao casamento, e pela revista “I Love Brides”, o estudo a que a Lusa teve hoje acesso revela que 34,2% das empresas inquiridas tiveram perdas na ordem dos 90% e 19,8% perto de 80%, enquanto 18% não tiveram qualquer faturação (entre 90 a 100%).
O estudo foi realizado junto de empresas de setores ligados a casamentos, como ourivesarias, espaços, ‘designers’ de bolos, organizadores de casamentos, fotografia e videografia, decoração, convites e lembranças, vestuário para os noivos e acessórios, cabelo e maquilhagem, ramo da noiva, animação, aluguer de viaturas e lua-de-mel.
A participação de mais de uma centena de empresas ligadas ao setor mostrou que de entre 6.231 casamentos que tinham agendados no total, apenas realizaram 1.049 (16,8%), com grande parte (66,2%) a serem adiados para 2021 e 7,7% para 2022.
No entanto, mais de metade das empresas (55,8%) não conseguiu remarcar todos os adiamentos que tiveram, tendo 38% dessas empresas sido obrigadas a devolver os sinais.
O cancelamento foi elevado, num total de 26,1%, e desta percentagem 63,2% desistiram mesmo do casamento e 12,6% cancelaram devido a indisponibilidade de datas, entre outros motivos.
Perante os momentos de incerteza pela situação pandémica, foram avaliados os índices de confiança das empresas relativamente ao ano 2021, com 46% a revelar ter entre 25% e 50% de confiança na retoma, face aos 31,9% entre 50 a 75%. Os muito pouco confiantes são 14,2%, enquanto 8% estão com muita confiança que a recuperação ocorra ainda este ano.
Desde o início da situação pandémica em Portugal, em março de 2020, que as duas entidades que realizaram o inquérito têm vindo a desenvolver diversas ações em prol do setor, apelando à união do mesmo para fazer chegar ao Governo as suas preocupações e propostas, para que “haja uma mensagem de confiança ao mercado”.
“Não podemos esquecer que é uma atividade sazonal. Por isso, essa mensagem de confiança vem no sentido de garantir a sustentabilidade e a recuperação da confiança dos clientes. É importante que o governo apresente uma previsão de data para o setor começar a operar”, frisou Jorge Ferreira, diretor executivo da BestEvents.
Entre as empresas que responderam ao inquérito, 49,6% são da região Norte, 21,7% da Área Metropolitana de Lisboa, 14,8% do Centro e 11,3% da Área Metropolitana do Porto, com as restantes a dividirem-se entre Alentejo, Algarve, Açores e Madeira.
O estudo foi realizado junto de empresas de setores ligados a casamentos, como ourivesarias, espaços, ‘designers’ de bolos, organizadores de casamentos, fotografia e videografia, decoração, convites e lembranças, vestuário para os noivos e acessórios, cabelo e maquilhagem, ramo da noiva, animação, aluguer de viaturas e lua-de-mel.

