S.Cosme / Portela: Grupo andou a pedir comida que deitava fora momentos depois

Um grupo de dois homens, andou, na tarde desta sexta-feira, a pedir dinheiro e bens alimentares a diversos moradores das freguesias de S.Cosme e Portela, em Vila Nova de Famalicão.

Os indivíduos, de nacionalidade estrangeira, foram recebendo alguns bens que, momentos depois, os largavam pela rua ou atiravam para descampados.

A vizinhança, que suspeita que o grupo estaria a sinalizar as casas para as assaltar, alertou de imediato a Guarda Nacional Republicana.

Informação ao utente: Posto Médico de Lousado reabre na próxima segunda-feira

Reabre na próxima segunda-feira, dia 18 de maio, o Posto Médico de Lousado.

Para além da consulta urgente, prescrição de medicação, renovação de baixas, atendimento a grávidas e crianças, a consulta programada irá ter como prioridade os grupos vulneráveis (Saúde Materna e Saúde Infantil/Juvenil) e consultas de grupos de risco (Hipertensos e Diabéticos).

Todas as consultas que se encontraram suspensas devido à pandemia, deverão ser remarcadas em breve, de acordo com prioridades definidas pela Equipa de Saúde da Unidade.

O Posto Médico de Lousado apela a todos os utentes que, antes de se deslocarem àquela unidade, contactem o número 252493209, ou o e-mail: ucsp.lousado@arsnorte.min-saude.pt

A Junta de Freguesia de Lousado continua a ajudar os utentes a pedir a prescrição de medicação.

Jovem atropelado na ciclovia continua em coma e foi submetido a mais uma operação

Miguel Peliteiro de 24 anos continua internado com prognóstico muito reservado, no Hospital de S.João, na cidade do Porto, depois de ter sido brutalmente atropelado, no último domingo, em Laundos, por um condutor que se colocou em fuga sem prestar socorro.

O jovem, que foi submetido de urgência a uma longa e delicada cirurgia ao braço, continua em coma induzido.

Nesta sexta-feira, Miguel Peliteiro terá sido submetido a uma nova intervenção cirúrgica, desta vez à coluna.

O Miguel está mal. Muito mal.

Jorge Peliteiro – Pai do jovem atropelado

Devido aos ferimentos provocados pelo choque com o carro, Miguel Peliteiro continua em risco de ver um dos seus braços amputado.

Covid-19: Multadas 60 pessoas por não usarem máscara nos transportes públicos

Vinte pessoas foram detidas por desobediência e 60 foram multadas por não usarem máscaras ou viseiras nos transportes públicos desde o início da situação de calamidade devido à covid-19, indicou hoje o Ministério da Administração Interna (MAI).

Em comunicado, o MAI avança que, até à passada quinta-feira, as forças de segurança aplicaram 60 coimas por incumprimento do uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes coletivos de passageiros, uma contraordenação punida com coima que pode ir dos 120 aos 350 euros.

Segundo o MAI, a PSP e a GNR detetaram também 1.698 situações de incumprimento do uso obrigatório de máscaras ou viseiras em espaços e estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços.

O Ministério tutelado por Eduardo Cabrita indica que a PSP e a GNR encerraram, entre o início da situação de calamidade, a 03 de maio, e a passada quinta-feira, 262 estabelecimentos e suspenderam 51 atividades por incumprimento das normas definidas.

Estas duas forças de segurança detiveram ainda 20 pessoas por crime de desobediência, 14 das quais por desobediência à obrigação de confinamento, duas por desobediência ao encerramento de instalações e estabelecimentos, uma por desobediência às regras de funcionamento do comércio a retalho e prestação de serviços e três por resistência e coação, acrescenta a nota do MAI.

Dando cumprimento às determinações da resolução do Conselho de Ministros que declarou a situação de calamidade e do decreto-lei que define as medidas excecionais e temporárias relativas à pandemia da doença covid-19, a Guarda Nacional Republicana e a Polícia de Segurança Pública estão a desenvolver “uma intensa atividade de sensibilização, vigilância e fiscalização junto da população”.

O Ministério da Administração Interna enaltece “a adesão generalizada dos portugueses às medidas impostas, traduzida numa mudança de hábitos sociais e no cumprimento das recomendações e regras de segurança”, mas reitera o apelo “ao escrupuloso cumprimento dessas orientações”.

Portugal está desde 03 de maio em situação de calamidade, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de março.

Esta nova fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

O Governo deverá aprovar hoje novas medidas para entrarem em vigor na segunda-feira, incluindo as visitas a lares, a reabertura das creches e dos equipamentos sociais de apoio à deficiência, aulas presenciais para os 11.º e 12.º anos, e a reabertura de algumas lojas de rua, cafés, restaurantes, museus, monumentos e palácios.

Os últimos dados da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia indicam que Portugal contabiliza 1.190 mortos associados à covid-19 em 28.583 casos confirmados de infeção.

Covid-19: CDS critica falta de «cultura de cooperação» entre entidades

O líder da concelhia do CDS, Ricardo Mendes, analisou, ao final da manhã desta sexta-feira, o atual momento pandémico no concelho. O dirigente, que tutela a Proteção Civil na Câmara Municipal de Famalicão, assinalou «a falta de cultura de cooperação» entre entidades nacionais e regionais.

Esta falta de «cultura de cooperação» levou o Município a «substituir-se a essas entidades (ARS Norte e Segurança Social)» em vários momentos, particularmente nos testes aos idosos dos lares, assinalando Ricardo Mendes que Famalicão terá sido o primeiro município a oferecer-se para os fazer a expensas próprias. «A Câmara Municipal foi um pouco incompreendida no início, porque teve de agir e não ficar à espera»

O presidente do CDS fala «em períodos de dificuldades e pontos de stress entre instituições que mostraram essa falta de cultura de cooperação, mas sempre que surgia uma situação de concreto a Câmara era colocada no centro da decisão, quando outras entidades não o faziam e deviam ter os meios para o fazer».

O que a Câmara Municipal tem feito, elogiou o líder do CDS, «são medidas atempadas e acertadas que minimizaram os efeitos e algumas debilidades».

Na conferência de imprensa Ricardo Mendes enalteceu a atitude dos famalicenses, e o empenho e trabalho dos profissionais de saúde, forças policiais, bombeiros, autarcas e empresários. Deu, ainda, nota do trabalho do partido durante este período, com as conferências online «que trouxeram à discussão importantes temas», com intervenções de Paulo Portas e Pires de Lima, por exemplo. «Com os meios que tínhamos, através da nossa página do facebook, tentamos fazer alguns pontos de situação».

Cheiro da Vila – Lavandaria self-service

A mais recente e moderna lavandaria situa-se na Av. 3 de julho, Urbanização S. José, loja 1, em Ribeirão. Abriu portas a 22 março de 2020, em plena pandemia, porque estavam reunidas todas as condições de higiene e segurança e porque a necessidade de lavar e secar a altas temperaturas é maior do que nunca.

É um novo conceito de lavandaria: mais económico, mais rápido e com qualidade! Onde poderá lavar, secar e engomar.

Aberta das 7h às 23h todos os dias do ano.

https://www.facebook.com/lavcheirodavila/photos/a.106263697643589/132916058311686/?type=3&theater

A Cheiro da Vila é uma lavandaria self-service também com serviço de engomadoria.

O serviço de engomadoria tem o horário de segunda a sexta das 9.30h às 18.30h e aos sábados das 9.30h às 13h, podendo nesta fase sofrer algumas alterações.

Em todos os programas das máquinas há detergente, amaciador e também desinfetante.

Dispõe também do serviço de recolha e entrega ao domicílio, tudo de forma agendada com o cliente.

Criou packs de serviços para empresas (clínicas, cabeleireiros, estéticas etc.) assim como para o público em geral (packs família).

Os packs incluem lavar, secar e engomar a preços mais acessíveis.

A Cheiro da Vila trata de vestuário de trabalho, uniformes, toalhas, lençóis, guardanapos, entre outros, provenientes dos mais variados sectores.

Existe ainda a possibilidade de packs apenas para o serviço de engomadoria, dependendo do número de peças.

Na Cheiro da Vila, toda a sua roupa será entregue limpa, desinfetada e com o melhor cheiro que já sentiu!

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