Atropelamento na ciclovia – Homem identificado pela GNR culpa amigo que denunciou roubo do carro

O homem, identificado pelas autoridades na passada quarta-feira, em Laundos, como sendo o principal suspeito do grave atropelamento de um jovem, que circulava ciclovia Póvoa – Famalicão, descarta responsabilidades e culpa um outro indivíduo, o mesmo que reportou o roubo da viatura horas depois do acidente.

Segundo o Jornal de Notícias, o alegado autor do atropelamento nega que o carro tenha sido roubado, e culpa um amigo, que é o irmão da proprietária do veículo envolvido no grave acidente.

Por sua vez, o amigo agora acusado afirma que, afinal, emprestou o carro ao homem identificado e nada tem a ver com o atropelamento.

Cabe à investigação das autoridades determinar quem conduzia o veículo, sendo que, nenhum dos intervenientes no caso, tem carta de condução.

Dois jovens detidos por tráfico de droga

A GNR de Joane deteve, esta quinta-feira, em Vermoim, dois jovens, de 18 e 19 anos, por tráfico de estupefacientes. Na altura tinham em sua posse 43 doses de haxixe.

A detenção aconteceu durante uma ação de patrulhamento preventivo. Os militares fiscalizaram os dois jovens que se encontravam dentro de uma viatura e encontraram a droga que foi apreendida.

Famalicão: Saiba onde vão estar os painéis que lhe vão dizer onde estacionar de graça

Até ao final do ano os condutores famalicenses vão ter placas informativas, com atualização constante, do número e local de lugares de estacionamento nos parques públicos (gratuitos).

O sistema vai ser instalado nos seguintes locais:

  • Avenida Eng. Pinheiro Braga
  • Avenida 9 de Julho,
  • Saída da Variante para a Nacional 206
  • Avenida do Brasil
  • Alameda Caminhos de Santiago
  • Avenida Marechal Humberto Delgado
  • Avenida dos Descobrimentos,
  • Nacional 204 (Santo Tirso – Sul2)
  • Rua Alberto Sampaio

Governo compra máscaras no mercado nacional

A compra de material de proteção individual no mercado nacional, sobretudo máscaras, tem garantido preços mais baixos do que os conseguidos nos mercados internacionais.

Segundo o Jornal “Público”, Portugal já comprou 75 milhões de máscaras a preços mais baixos do que aqueles que foram negociados pela União Europeia. O objetivo é contornar a especulação e evitar os problemas com materiais defeituosos ou falsificados.

Entre as empresas nacionais a produzir este tipo de equipamento está a famalicense Raclac.

Recorde-se que a Raclac investiu recentemente 23 milhões na fábrica de Famalicão para produzir diariamente 2,3 milhões de luvas descartáveis. Para satisfazer a procura do Sistema Nacional de Saúde, associou-se a cerca de 30 confeções da região para produzir equipamentos de proteção.

Há outras empresas nacionais a produzir para o Estado, e com produtos certificados pelo CITEVE, entidade a quem o Estado pediu para avaliar a qualidade e eficácia deste tipo de material.

Pandemia já teve impacto de 5 milhões de euros nas contas da Câmara de Famalicão

O impacto da pandemia pela covid-19 já se faz sentir nos cofres da Câmara Municipal de Famalicão. Nos primeiros quatro meses de 2020, houve uma queda acentuada da receita e um aumento da despesa, com um impacto de cinco milhões de euros.

O município já previa esse impacto em março, aquando da apresentação do Plano de Reação à situação Epidémica e de Intervenção Social e Económica.

A situação acaba por se confirmar e os números revelam, por exemplo, que há uma perda de receita de 1,2 milhões de euros relativamente ao período homólogo de 2019 com o IMT-Imposto Municipal Sobre Transmissões Onerosas de Imóveis e com as taxas de licenciamento urbanístico. Quer isto dizer que há uma diminuição drástica nos processos de licenciamento urbanístico e na compra e venda de imóveis.

Pelo contrário, ao nível das despesas extraordinárias, a autarquia já executou despesas que ascendem ao 1 milhão de euros.

O município avança com alguns exemplos onde foi gasta essa verba: ao nível da intervenção social, na educação, na juventude, na cultura e no desporto.

Para além disso, foram distribuídos equipamentos de proteção individual pelas equipas de primeira linha de intervenção; procederam à desinfeção de espaços públicos; foram proporcionados testes aos seniores residentes em lares e foi aberto um centro de rastreio móvel no concelho. A este nível foi reforçado o apoio económico às corporações de bombeiros de Famalicão.

Recorde-se, também, que recentemente entrou em desenvolvimento o programa Proteger Famalicão que está municiar a comunidade com condições mínimas de proteção individual e coletiva.

Segundo o presidente da Câmara, Paulo cunha, «são alguns exemplos de um exercício autárquico imprevisto que baralhou as contas do orçamento municipal para responder às necessidades do tempo de pandemia, de forma criteriosa e assertiva». Face a esta despesa imprevista foi aprovada em reunião de Câmara uma proposta de alteração orçamental no valor de dois milhões de euros.