Indústria alimentar pretende fim de três taxas de IVA para os mesmos alimentos

De acordo com um comunicado hoje enviado pela ALIF, “a indústria alimentar enviou pedidos de audiências aos grupos parlamentares para que estes considerem – com vista ao Orçamento do Estado de 2021 – o fim de três taxas de IVA diferentes em vigor para os mesmos alimentos”.

Para além dos pedidos aos partidos com representação na Assembleia da República, a ALIF já tinha enviado uma carta ao ministro das Finanças, Mário Centeno, na qual o seu presidente, Manuel Tarré, expõe “que não faz qualquer sentido aplicar a taxa máxima de IVA de 23% aos alimentos congelados e às refeições cozinhadas que os portugueses levam para casa, sobretudo quando estes só pagam 13% de IVA quando as consomem nos restaurantes”.

Para além desta diferença na tributação, a associação presidida pelo também presidente da empresa de ultracongelados Gelpeixe lembra que “o mesmo produto – por exemplo peixe – paga 6% de IVA se for vendido fresco ou congelado no mercado ou no supermercado”.

“Não faz qualquer sentido tributar o mesmo produto como básico, quando é fresco; como produto merecedor de um escalão intermédio, quando é servido num restaurante; e como produto de luxo quando é levado para casa”, defende Manuel Tarré.

A ALIF sustenta ainda a sua posição com a comparação portuguesa com outros países europeus, referindo que “a título de exemplo, a taxa máxima em Espanha é de 10%, em França de 5,5% e em Portugal de 23%”.

Na carta endereçada a Mário Centeno, a associação solicita ao Governo que “não onere nenhum produto alimentar com a taxa máxima de IVA”, defendendo que o faz por “coerência da política fiscal e harmonização com os principais parceiros económicos europeus”, pela “promoção da saúde dos portugueses” e por “benefício para a economia portuguesa, no qual inclui o seu próprio interesse”.

“Este obstáculo criado pela política fiscal ao consumo acessível de certos alimentos – peixe, por exemplo – empobrece a dieta das famílias com menos recursos”, defende a associação empresarial, numa carta datada de 27 de janeiro.

O documento assinado por Manuel Tarré alega ainda que “a aplicação da taxa máxima de IVA a produtos tão básicos como o peixe ou a carne congelada ou pré-cozinhada para levar para casa é fiscalmente regressiva”, já que com a aplicação da taxa intermédia ou mínima “o aumento do seu consumo pela população traduzir-se-á num aumento da receita fiscal”.

A.D.Pedome reage ao episódio das agressões no final de jogo de futebol

A direção da Associação Desportiva de Pedome já reagiu ao episódio de violência, registado no final do jogo entre a sua equipa e o Grac, na noite desta sexta-feira, e que terminou com quatro adeptos hospitalizados.


A direção da AD Pedome repudia veementemente qualquer ato de violência e não se revê em comportamentos impróprios de uma minoria de adeptos afetos ao clube.

Mais informamos, que ao contrário do que foi noticiado, os dirigentes que estavam no recinto desportivo, estavam juntamente com elementos da GRAC e não assistiram ao sucedido como foi referido. Ao terem conhecimento do sucedido, dirigiram-se ao local e já não havia incidentes, nem lá se encontravam adeptos afetos à AD Pedome, tendo sido informados que a presença das autoridades já havia sido solicitada.

Perante esta situação, os dirigentes de Pedome, fizeram questão de acompanhar a equipa de arbitragem e os elementos da GRAC aos seus veículos, o que correu dentro da normalidade.

Atendendo à gravidade deste episódio, prestamos a nossa solidariedade com os adeptos agredidos, estamos disponíveis para colaborar com a GRAC, AFSA e autoridades, conforme já lhes foi transmitido.

 

Comunicado A.D.Pedome

Entretanto a direção Associação de Futebol de Salão Amador de Famalicão (AFSA) também já se pronunciou sobre este acontecimento.

Pode ler o comunicado aqui.

Ordem de encerramento na Universidade do Minho devido a aluno infetado com coronavírus

O vírus covid-19 continua a ganhar terreno em Portugal.

Nas últimas horas surgiu a informação de mais um infetado em Braga. Trata-se de um estudante universitário de 19 anos que, de acordo com o JN, é natural de Felgueiras, frequenta o campos de Gualtar daquela instituição, e já terá infetado a namorada.

O jornal Diário do Minho avança que, na noite deste sábado, houve uma reunião onde ficou decidido o encerramento do edifício do departamento de História da U.Minho.

Plano de Contingência da Universidade do Minho para o COVID-19

  1. Não são autorizadas, a partir de hoje, deslocações em serviço;​
  2. São suspensas as deslocações em serviço que tenham sido previamente autorizadas;​​
  3. É encerrado o edifício do Instituto de Ciências Sociais (Edifício 15 do campus de Gualtar);​
  4. São suspensas as atividades pedagógicas no campus de Gualtar;​
  5. São encerrados os serviços de bibliotecas e as unidades alimentares no campus de Gualtar;​
  6. São suspensos os eventos e atividades desportivas no campus de Gualtar;​​
  7. É suspensa a realização de conferências, seminários, cerimónias e eventos de natureza similar no campus de Gualtar;​
  8. Professores, investigadores, trabalhadores técnicos, administrativos e de gestão e estudantes oriundos de países com casos confirmados de Covid-19 devem voluntariamente submeter-se a um período de quarentena, de 14 dias, após a sua chegada ao país;​
  9. O modo de funcionamento das unidades de serviços da Universidade, dos Serviços de Ação Social e dos serviços das unidades orgânicas, com atividade no campus de Gualtar, será fixado até ao final do dia 8 de março, sendo o mesmo posteriormente comunicado aos respetivos trabalhadores;
  10. Até que se encontrem disponíveis soluções de desinfeção para colocação ao lado dos terminais de leitura biométrica para controlo de assiduidade, está suspensa a utilização destes equipamentos. O controlo e validação de assiduidade no período em que estiver suspensa a utilização dos referidos terminais será feita pelo respetivo superior hierárquico direto.​

 

 

Diasdental propõe um novo conceito na estética dentária

A Diasdental, fundada em 1992, enquanto laboratório de prótese dentária, esteve sempre na vanguarda da tecnologia. HOJE, Aposta na qualidade e estética dentária para servir os pacientes das clínicas com que trabalha, assume Vítor Dias.

O diretor técnico e fundador da Clinica Técnico Dentária Diasdental, em entrevista ao CH dá a conhecer o novo conceito da Diasdental.

CIDADE HOJE (CH): Fale-nos um pouco da história e evolução da Diasdental?

Vítor Dias (VD): A Diasdental foi fundada em 1992, na sua génese como laboratório prótese dentária, uma vez que eu tinha acabado de chegar da Alemanha onde vivi durante 20 anos, onde estudei e trabalhei em prótese dentária.

A Diasdental enquanto laboratório esteve sempre na vanguarda da tecnologia, sendo a nossa principal aposta a qualidade e estética dentária para servir os pacientes das clínicas com que trabalhávamos.

O mercado foi evoluindo devido à massificação de informação disponível na internet, redes sociais e até através dos programas televisivos; o consumidor foi-se tornando cada vez mais exigente e informado e nós achamos que estava na altura de dar um salto e ficarmos mais perto do consumidor final do nosso produto para perceber melhor as suas expectativas. Foi nesse momento que decidimos mudar de instalações para o centro da cidade, onde estamos desde 2010.

A medicina dentária e a reabilitação oral tem tido uma evolução exponencial nos últimos anos, com necessidade de adaptação rápida e formação constante para acompanharmos o mercado e os novos materiais.

No período entre 2011-2014 vivemos momentos difíceis. Tínhamos feito elevados investimentos em infraestruturas e maquinaria e o nosso volume de negócios não refletia esse investimento. As famílias estavam com graves problemas financeiros e não se deslocavam aos nossos clientes e, quando o faziam, optavam por tratamentos mais conservadores e mais económicos. Por essa altura entendemos que teríamos de nos reinventar.

A partir de 2017 foi feito um esforço de criar a nossa própria clínica no sentido de colocar toda a nossa experiência na área da prótese ao serviço dos cidadãos de Famalicão.

Em 2018 o sonho torna-se realidade e inicia-se uma nova fase da Diasdental, deixando de se dedicar em exclusivo à fabricação de próteses dentárias, torna-se então num Gabinete Técnico Dentário, ou seja, a prática de serviços de medicina dentária especializada mais vocacionada para a reabilitação oral.

CH: O que diferencia a Diasdental das outras clínicas?

VD: A Diasdental devido à sua larga experiência em reabilitação oral pode propor ao paciente as mais diversas soluções na área da prótese, seja um caso complexo com necessidade de próteses mais elaboradas e planeadas para aquele caso concreto, seja a correção de um pequeno “defeito” no sorriso do paciente.

Numa primeira fase tentamos sempre uma abordagem mais conservadora e minimamente invasiva, mas existem situações em que temos de optar por tratamentos mais extremos.

CH: Porque deve um paciente optar pela Diasdental em detrimento da concorrência?

VD: A bem da verdade, a Diasdental não vem oferecer concorrência às outras clínicas já presentes em Famalicão, o que estamos a propor é um conceito diferenciado. Apostamos essencialmente na reabilitação oral e na estética dentária. Neste sentido, o que propomos aos pacientes é a possibilidade de acompanhar, passo a passo, a sua reabilitação, a evolução e construção do seu “novo sorriso”.

Fazendo uma análise inicial do paciente, apresentamos as várias soluções disponíveis para o seu caso e vamos fazendo as alterações que o paciente ache conveniente.

Como somos nós que produzimos as nossas próteses, o paciente pode observar os materiais e as várias fases do seu trabalho, de forma a atingir o resultado pretendido.

Este conceito de proximidade permite um maior conhecimento do paciente em relação a uma área que muitas vezes parece tabu.

CH: A estética dentária é uma área que o apaixona?

VD: É uma área que veio para ficar e em constante transformação. A exigência da sociedade na procura da perfeição, há já muitos anos que digo que a saúde e bem estar “é o que está a dar”, e a realidade é que se verificar na nossa cidade proliferam gabinetes de estética, barbearias, e salões de cabeleireiro, qual deles o mais inovador e com decorações excêntricas.

O consumidor tem cada vez mais um sentido de estética muito apurado e sabe que o rosto, seja cabelo, sobrancelha, pele e dentes são o seu cartão de visita e pode ser uma grande vantagem no momento da procura de emprego, num mercado cada vez mais competitivo em que as competências intelectuais já não são o fator determinante.

As técnicas da estética dentária são hoje em dia minimalistas, sem dor, sem anestesia e muitas vezes sem qualquer desgaste nos dentes do paciente.

Atualmente fala-se muito em facetas dentárias como sendo a mais recente inovação da prótese estética, no entanto nós, na Diasdental, já realizamos essa técnica há mais de 25 anos.

CH: As especializações na medicina dentária são uma mais-valia para o paciente?

VD: Sem dúvida, o paciente só tem vantagem em ser visto pelo especialista de determinada área, aquele conceito de médico, ou dentista de toda a vida já se encontra ultrapassado.

Na Diasdental o paciente pode passar por vários especialistas dependendo do tipo de tratamento que tenha a realizar.

Apesar de estarmos mais direcionados para a reabilitação e estética dentária, muitas vezes para atingirmos os resultados pretendidos necessitamos da intervenção de todos os nossos clínicos, assim temos especialista em implantologia e cirurgia oral, endodontista, especialista em estética dentária e o técnico de prótese dentária que trabalham em sintonia em prol do melhor resultado para o nosso paciente.

CH: O que acha do mercado de Famalicão para trabalhar?

VD: Acho que estão a aparecer cada vez mais e melhores soluções para os famalicenses que, muitas vezes, tinham de se deslocar fora do concelho para realizar certos tipos de tratamentos. Foram vários os pacientes famalicenses que encontrei nas clínicas dos meus clientes do Porto, Guimarães, Póvoa de Varzim e Braga.

Atualmente, considero que esta situação já não se justifica. Temos bons especialistas e conceitos interessantes no concelho, o caso da Diasdental é apenas um e que está direcionado para uma área concreta.

Os pacientes só têm a ganhar e devem aproveitar a possibilidade de realizar todo o tipo de tratamento perto de casa por profissionais de elevada qualidade.

Por exemplo, a colocação de implantes, muitas vezes associada a especialistas das grandes cidades vizinhas, temos neste momento muitos implantes colocados e já reabilitados e consideramos ser uma das nossas melhores competências.

De fato aliamos um clínico com elevada qualidade e com mais de 20 anos de experiência e um técnico de prótese dentária cuja especialização é precisamente prótese sobre implantes.

Sem falsas modéstias, ainda poucos em Portugal realizavam próteses sobre implantes e eu já tinha feito a minha especialização em Madrid onde tirei o primeiro prémio de melhor trabalho apresentado em 1996.

Por este motivo e por todos os outros já referidos acho que os pacientes em Famalicão têm ao seu dispor excelentes condições para a realização dos seus tratamentos dentários.

AFSA reage a episódio de violência no final de jogo de futebol

A direção Associação de Futebol de Salão Amador de Famalicão (AFSA) já reagiu ao episódio de violência, registado no final do jogo entre a AD Pedome e o Grac, na noite desta sexta-feira, e que terminou com quatro adeptos hospitalizados.

Leia o comunicado:

https://www.facebook.com/608319399226575/photos/a.608419949216520/3024308060961018/?type=3&__xts__%5B0%5D=68.ARDt1nPwaZZgBDo5pUOFZaT28wq_Ua9RAPoNF5OESJgio-QNAUkHioMdhyFqoCTKa-DGhCd6HQ8MsoQZ5XgOfQMPs1NyiI_SK5T9JOCUoAelN8xcb4FicbJqNe6dxDMnxTKQ2QnUY8CjOoBiYvv7p8K6Vu3GeG9pBeeFYp3La3HP49oyYOULT4VxshwKLbta1iVbGghnwp2vMt_O7byhSoNNXBVDjC8tY00bZwLgTnr3xEHouZvvMse-czdR1NZuI5p_lLZDusnUOf54Tx0SdjGA9g6kgVL3UZqmD1FsnxDuWm27Kl20D5huYUV14VdiE3jpACs_dWUBPWpoIvBxRrElZw&__tn__=-R

Coronavírus: Famalicenses na corrida à compra de desinfetantes nos supermercados

Com o passar dos dias intensificam-se os sinais de preocupação no alastramento do coronavírus.

O facto de já existirem casos nas cidades do Porto e Braga parece preocupar os famalicenses. São muitas as superfícies comerciais, no concelho de Vila Nova de Famalicão, que já viram esgotar de grande parte dos produtos utilizados para a população se proteger contra o vírus.

As soluções em gel, ou até mesmo o álcool etílico, são os produtos mais procurados e que já levaram à rutura de stock.