Acidente condiciona trânsito na rotunda de St. António

Uma colisão entre um veículo pesado e um ligeiro está a condicionar o trânsito na rotunda de St. António, em Vila Nova de Famalicão.
Ao que nos foi possível apurar, do sinistro não há registo de feridos, apenas danos materiais.

De forma a evitar uma maior concentração de carros e, consequentemente, condicionar ainda mais o trânsito, os condutores devem procurar caminhos alternativos.

No local já se encontram as autoridades.

F.C.Famalicão esgota bilhetes para o Dragão

Em menos de 48 horas, os adeptos famalicenses esgotaram os bilhetes disponíveis para o jogo deste domingo, no dragão, frente ao F.C.Porto, a contar para a 8º jornada da Liga NOS.

No domingo, mais de uma dezena de autocarros e outros em viaturas próprias, vão seguir viagem rumo à Invicta para apoiar o líder do campeonato, em mais um jogo importante para a formação de João Pedro Sousa, mas também para o F.C.Porto, que segue na terceira posição, a um ponto de distância.

Abate de carvalho na Praceta Cupertino Miranda

Esta quinta-feira, dia 24 de outubro, entre as 9 e as 18 horas, haverá condicionamento do trânsito no topo Norte da Praça D. Maria II, podendo ser necessário cortar o trânsito na via.

Em causa está o abate de um carvalho, por razões de segurança. A árvore está no jardim da Praceta Cupertino de Miranda.

A árvore em causa encontra-se com “ganoderma applanatum” na base do tronco, fungo que destrói o lenho da árvore deixando-a praticamente oca e em risco de queda.

A Câmara Municipal pede a compreensão de todos pelos incómodos causados.

Apagão na NOS: Serviços começaram a ser repostos

Milhares de clientes da operadora NOS estiveram, durante grande parte da manhã e início de tarde desta terça-feira, sem acesso a uma série de serviços na rede móvel e fixa.

Apesar de não existir nenhuma comunicação oficial por parte da operadora, há relatos de clientes que já conseguiram fazer o uso dos serviços, embora os mesmos se encontrem a funcionar de forma intermitente.

Há registo de falhas em todo o país mas, e de acordo com o site “down detector”, os problemas intensificaram-se mais na região norte de Portugal e nos grandes centros urbanos.

Pena suspensa para solicitador que desviou 12 mil euros e lesou sociedade de Famalicão

O tribunal criminal de São João Novo, no Porto, condenou um solicitador de execução a dois anos e meio de prisão, pena suspensa, por desviar mais de 12 mil euros de processos executivos em que trabalhou.

Segundo o acórdão, datado de 3 de outubro e hoje divulgado pela Procuradoria Distrital do Porto, o arguido terá também de pagar ao Estado a quantia correspondente à vantagem que obteve com a prática do crime.

O coletivo de juízes determinou que a suspensão da pena fica sujeita ao regime de prova, assente no cumprimento de um plano de reinserção social.

Os factos do processo ocorreram de 2008 a 2011 e, segundo a acusação, o solicitador de execução “cobrou e recebeu diversos montantes, num total de 12.301,66 euros, por conta das quantias exequendas, montantes que guardou, fez seus e usou como quis, ao invés de os entregar aos credores nos processos, a quem pertenciam”.

Foram lesadas várias sociedades dos distritos do Porto (concelhos de Maia, Paços de Ferreira, Penafiel, Porto e Valongo) Aveiro (capital do distrito), Braga (Vila Nova de Famalicão) e Faro (Portimão).

Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho consagra “obra notabilíssima” de Joana Matos Frias

O prestigio e valor de um grande prémio pode medir-se pela qualidade dos premiados, pela idoneidade das instituições associadas e também pelo público que cativa. À décima edição do Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho, instituído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e pela Associação Portuguesa de Escritores (APE) pode dizer-se que o galardão vive dias de grande êxito. A ensaísta Joana Matos Frias juntou-se a uma galeria de escritores admiráveis ao receber o prémio, na passada sexta-feira, perante uma plateia repleta de nomes grandes da literatura nacional. Para além das escritoras já premiadas Rosa Maria Martelo, em 2012, e de Isabel Cristina Rodrigues, em 2016, marcaram ainda presença na cerimónia que decorreu na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, a antiga ministra da Cultura Isabel Pires de Lima e o escritor Jorge Reis Sá, entre outras figuras da cultura.

“O Murmúrio das Imagens”, publicado em março, em dois volumes, pela editora Afrontamento, foi a obra que valeu à autora o galardão atribuído.

“Receber um prémio por aquilo que se gosta de fazer é só alegria e deslumbramento” começou por referir a autora premiada, salientando que quando recebeu a notícia ficou sem palavras e “aflita de tanto gostar”.

“Receber este prémio de ensaio Eduardo Prado Coelho é uma honra e uma enorme alegria, mas, também, uma grande responsabilidade”. “Trata-se de o meu trabalho ficar vinculado a um dos mais importantes pensadores da contemporaneidade” adiantou, considerando ainda “o ensaio como a maior liberdade do pensamento”.

O presidente da APE, José Manuel Mendes, evocou a “figura maior que dá nome a este grande prémio anual – Eduardo Prado Coelho – e tudo aquilo que ele representou”. O responsável descreveu ainda a obra de Joana Matos Frias como “uma obra notabilíssima”.

Por sua vez, o vereador da Cultura, Leonel Rocha, sublinhou a importância que este Grande Prémio de Ensaio tem para a autarquia, antes de mais porque acolhe a biblioteca do reconhecido autor e pensador, mas sobretudo porque “a educação e a cultura fazem parte da estratégia famalicense para promover o desenvolvimento do concelho e do território”.

De acordo com a sinopse do livro, “O Murmúrio das Imagens” consiste num “estudo que visa apresentar uma ponderada reconstituição teórica desse complexo vínculo entre Poesia e Imagem”. Através do cruzamento dos domínios elementares da retórica, da poética e da estética, este livro propõe “uma reflexão transdisciplinar que não se escusa mesmo a uma certa indisciplinaridade”.

Refira-se que Joana Matos Frias, professora auxiliar na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tem publicado ensaios no campo da estética comparada, privilegiando as correlações entre a poesia, a pintura, a fotografia e o cinema.

O Prémio Eduardo Prado Coelho já consagrou vários autores, desde 2010, como Vítor Aguiar e Silva, Manuel Gusmão, João Barrento, Rosa Maria Martelo, José Gil, Manuel Frias Martins, José Carlos Seabra Pereira, Isabel Cristina Rodrigues, Helder Macedo e agora Joana Matos Frias.