A insolvência do grupo deixou mais de 300 pessoas no desemprego e revelou um passivo de cerca de 15 milhões de euros junto de mais de uma centena de credores.
A iniciativa surge após as operações levadas a cabo pela PSP e pela GNR durante o período da Páscoa, altura em que se verificaram mais de dois mil acidentes nas estradas nacionais, dos quais resultaram 20 vítimas mortais.