A empresa diz ter esgotado todas as hipóteses de se reestruturar. Nas redes sociais, classificou a decisão como "a mais difícil" da sua história, que começou há 54 anos e passou pela fábrica da Covilhã, por lojas espalhadas pelo país e por gerações de clientes.
A lei passa a proibir a exibição de bandeiras de natureza ideológica, partidária ou associativa em espaços públicos. Para o Movimento Humanamente, esta decisão representa um retrocesso, ao limitar a visibilidade de símbolos ligados a direitos humanos, como a bandeira LGBTQIA+, em datas internacionais de referência.