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A partir desta sexta-feira, a empresa Coindu vai colocar 500 trabalhadores em lay-off, 400 são da unidade de Joane e 100 da fábrica de Arcos de Valdevez, por um período de seis meses. A empresa, que produz componentes para automóveis, nomeadamente assentos, já informou os trabalhadores da situação. A garantia é dada pelas forças políticas da CDU (foto) e do Bloco de Esquerda, que se mostram solidárias com os trabalhadores afetados e já questionaram o Governo sobre o conhecimento que tem da situação e se esta empresa recebeu apoios públicos nos últimos anos.
A CDU esteve em contacto com os trabalhadores, através de Sandra Cardoso, primeira candidata pelo Círculo Eleitoral de Braga, e por João Pimenta Lopes, deputado do Parlamento Europeu, além de outros militantes da CDU.
«A situação de trabalhadores prestadores de serviços está também posta em causa. Há rumores que podem ainda avançar com dezenas de despedimentos», afirmam os militantes da CDU. «A concretização deste lay-off implicará uma perda significativa de rendimentos para os trabalhadores afetados, não apenas no que diz respeito ao salário, mas também a subsídios devidos. As consequências são ainda mais graves para casais em que ambos trabalham na Coindu», acrescentam.
O Bloco de Esquerda também se mostra «solidário com estes trabalhadores e trabalhadoras e considera inaceitável uma empresa, que lhe é aprovada uma recapitalização no contexto do Plano de Recuperação e Resiliência Nacional, sendo considerada uma empresa viável, despeça trabalhadores e agora entre em lay-off afetando gravemente os rendimentos dos trabalhadores».
Boa empresa. Sempre metidos no centro de emprego a pedir mão de obra e é para este circo. 😢 É uma empresa que escraviza as pessoas à anos.
Jorge Manuel Costa Marques ?
420 em lay off e 72 para o desemprego segundo eles,a forma sustentabilizar a empresa uma vergonha todos os funcionários que nao trabalham de pé sempre foram um incómodo desta vez alegam extinção de posto para efetuar despedimento. E lamentavel pessoas com mais de 20 anos casa serem agora corridas pela porta pequena
O Mário Passos e o Paulo Cunha não vão agora à porta desta empresa babarem- se com esta situação e fazerem afirmações de congratulação pelo que se passa na Coindu?
É uma tristeza rescindir contratos por extinção de posto de trabalho sobra sempre para o pequeno
Enquanto a empresa era gerida por portugueses,estava tudo bem, vieram,os chineses tudo piorou, até depois de receberem,ajudas do governo, será que não há aí lavagens de dinheiro???
Esqueceram se foi de dizer que váo rescindir contratos por extinção de posto de trabalho, é uma tristeza
Não é a única..Ha mais no concelho de famalicão.. Vai ser um ano de milhares de despedimento no concelho..